quarta-feira, 14 de março de 2012

INCLUSÃO - REALIDADE OU UTOPIA?

Repasso este texto que recebi por email – desconheço a fonte.

Hoje (11/03/2012) saiu um artigo meu sobre Inclusão de Pessoas com Deficiência na Folha de São Paulo no Caderno de Empregos com o título "Uma reflexão sobre a inclusão de Pessoas com Deficiência: realidade ou utopia".

O objetivo do artigo é refletir sobre o cenário da Inclusão no Brasil e convidá-lo para participar de um evento sobre o tema. Mais informações sobre o evento no final deste post. Disponibilizo seu conteúdo aqui. Leiam, reflitam e comentem:

Uma reflexão sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência: Realidade ou utopia?
Quando o tema sobre Inclusão de Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho vem à tona, algumas questões são comumente levantadas, por exemplo: a dificuldade que as empresas têm em encontrar um profissional qualificado e a alta rotatividade.

Segundo o IBGE, o Censo de 2010 demonstrou que o Brasil tem uma população de 190 milhões de habitantes, destes, 23,9% (45 milhões) com alguma deficiência e 60% em idade economicamente ativa. Excluindo destes números aqueles já contratados chegamos à cifra de 8 milhões de pessoas com deficiência que buscam uma recolocação profissional, um número elevado de pessoas á disposição.

Então, por que é tão difícil encontrá-las? A questão não é onde encontrá-las, mas, quem as empresas buscam, pois, em boa parte das organizações a prioridade é contratar pessoas com deficiência ditas “leves” restringindo o recrutamento a um pequeno grupo.

Uma pesquisa do Instituto Ethos, nas 500 maiores empresas do país, revela que uma das maiores queixas é a baixa qualificação. Considerando que o tema inclusão vem sendo debatido mais fortemente nos últimos 20 anos e as dificuldades impostas pelo deslocamento, superproteção familiar, entre outras, é natural que haja uma defasagem de qualificação, porém, isto não pode ser usado como justificativa. A solução é as empresas assumirem esta qualificação, assim como fariam para um profissional sem deficiência cientificamente definida.

Por último, tem a questão da alta rotatividade. Segundo relatos, a Pessoa com Deficiência muda de empresa se o salário for pouco maior. Posso afirmar que este não é o ponto central.

Como a inclusão ainda não é cultural, muitas empresas atuam simplesmente para cumprir a Lei e evitar a multa e invertem o processo de inclusão. Contratam e a preparação do ambiente, posto de trabalho, gestores e colegas de trabalho, quando acontece, é realizada após a contratação. O que implicará diretamente na rotatividade destes colaboradores.

Para diminuir a rotatividade é necessário a implantação de ações de retenção de talentos ou como prefiro chamar “conquista de talentos”. Criar um Programa de Inclusão e implementar antecipadamente a acessibilidade em todos os seus níveis: arquitetura, posto de trabalho, recursos de comunicação, relacionamento , métodos e instrumentais. Informar, sensibilizar e preparar os gestores e colegas para receber as pessoas com deficiência, de forma a enxergarem a pessoa e não a deficiência, além de acompanhar o andamento do programa.

Quando ações de retenção não são tomadas, R$100,00 não fará diferença, pois, a dignidade e o respeito são fatores muito mais relevantes do que o financeiro.

Tais ações são perfeitamente possíveis de serem aplicadas. A prova são algumas empresas que já perceberão o valor agregado de implementar programas de inclusão reais e consistentes.

É o caso da Drogaria São Paulo que através da Fabiana Bertuzzi, responsável pela área de inclusão, apresentará no GPD – Grupo de Gestão de Pessoas com Deficiência da AAPSA, o Case de Inclusão e é este convite que faço a você leitor. Para participar deste excelente evento e trocar experiências que serão riquíssimas para seu dia a dia e para a inclusão como um todo.

EVENTO AAPSA - GPD (Gestão de Pessoas com Deficiência)
Dia 15 de março de 2012 das 13h30 às 17h00
Local: Faculdade Impacta de Tecnologia
Rua Arabé, 71 - Vila Clementino
Associados AAPSA - Gratuito
Não associados - R$ 50,00

Inscrições: http://www.aapsa.com.br/eventos/gpd-palestra-inclusao/

Outra fonte sobre o assunto: http://www.simposioestadopoliticas.ufu.br/imagens/anais/pdf/BP07.pdf

 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

VAGAS PCDs SP, GRANDE ABC E INTERIOR DE SP

SP, Gde ABC e Interior de SP - Avape tem mais de 100 vagas para PCDs

A Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape) tem mais de 100 vagas de emprego voltadas à inclusão profissional de pessoas com deficiência. As oportunidades são para aprendizes, agente de atendimento, agente de serviços, digitadores, ajudante de produção, ajudante geral, auxiliar administrativo, auxiliar de loja, operador de telemarketing e telefonista bilíngüe. Os salários vão de R$ 700 a R$ 1.900.
Para se candidatar, é preciso entrar em contato com a instituição pelos telefones (11) 4993-9204 e 4993-9265 ou enviar o currículo para os e-mails:
selecao@avape.org.br, curriculo@avape.org.br ou atendente@avape.org.br.

Todas as vagas divulgadas são para contratação em regime CLT, com benefícios que variam de acordo com cada oportunidade, incluindo convênio médico, vale transporte e alimentação.

Veja a descrição das vagas abertas:
- Aprendiz

10 vagas para jovens a partir de 16 anos, ambos os sexos, com ensino médio (cursando ou completo). Atuação na região do ABC.
- Agente de Atendimento / Administrativo - Interior de São Paulo
10 vagas para atuação em Campinas, Sorocaba, Bragança Paulista, Presidente Prudente e Campinas. Faixa salarial a partir de R$ 700 e benefícios. Pede-se ensino fundamental e informática.
- Agente de Serviços e Digitadores
8 vagas para região do ABC. Faixa salarial a partir de R$ 700 e benefícios. Pede-se ensino médio.
- Ajudante de Produção
15 vagas para atuação no Ipiranga, em São Paulo. Salário inicial de R$ 700,00 mais benefícios. Necessário ser alfabetizado.
- Ajudante Geral
6 vagas em São Paulo, com faixa salarial de R$ 709 e benefícios, como convênio médico, assistência odontológica e alimentação. Pede-se ensino fundamental.
- Auxiliar Administrativo
10 Vagas para atuação na Grande São Paulo (Osasco, Santo Amaro, Lapa e Centro), com faixa salarial de R$ 650 a R$ 990 mais benefícios. Pede-se ensino médio.
- Auxiliar de Loja
15 vagas para atuação em Guarulhos. Salário de R$ 750 mais benefícios. Pede-se ensino fundamental.
- Operacional/Administrativo
10 vagas para atuação no ABC paulista, com faixa salarial a partir de R$ 800 e benefícios. Exige-se ensino fundamental para operadores e ensino médio para o cargo administrativo.
- Operador de Telemarketing
9 vagas para atuação no Centro de São Paulo, com faixa salarial a partir de R$ 900 e benefícios. Pede-se ensino médio.
- Operador de Teleatendimento
6 vagas para atuação no ABC, com faixa salarial de R$ 900 e benefícios, como convênio médico, assistência odontológico. Pede-se ensino médio.
- Telefonista Bilíngue
1 vaga para atuação em São Paulo, com faixa salarial acima de R$ 1.100 e benefícios. Importante ensino superior em andamento ou concluído.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CURSO DE CAPACITAÇÃO PCDs - São Paulo/SP

Empresa multinacional oferece curso de capacitação na área administrativa em instituição renomada. Necessário 2º grau completo.
Será fornecido bolsa auxílio, vale transporte e auxílio alimentação.
Entrar em contato com Mariana no tyel:(11) 3804-5090 ou por email: mariana@hgrh.com.br

VAGAS PCDs

Profissionais PCDs - Empresas oferecem 219 vagas em todo o País

Sobram oportunidades para profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Atualmente, as empresas Rapidão Cometa, Dalkia e o Grupo Flytour, juntos, dispõem de 219 vagas em diversos cargos e localidades. Todos os candidatos precisam apresentar laudo que ateste a deficiência.

Na Rapidão Cometa são 200 vagas administrativas espalhadas em todo o país. As cidades com mais oportunidades são Guarulhos e Campinas, ambas em São Paulo, com 80 e 40 vagas, respectivamente. O valor dos salários e os benefícios oferecidos não foram divulgados. Para se candidatar é necessário que os interessados cadastrem seus dados no site www.rapidaocometa.com.br.

A unidade brasileira da Dalkia, subsidiária da multinacional francesa, abriu processo seletivo com intuito de preencher 14 oportunidades em cargos técnicos e operacionais na capital paulista.

Há vagas disponíveis nas funções de bombeiro civil, mecânico de refrigeração, auxiliar de limpeza e recepcionista. Os profissionais selecionados atuarão nas unidades em que a empresa opera nos segmentos de hospitais, shopping centers, bancos, prédios comerciais e indústrias.

As funções especializadas como bombeiro civil e mecânico de refrigeração necessitam de curso técnico na área. Já para ocupar os cargos de auxiliar de limpeza e recepcionista, basta apenas que os candidatos tenham conhecimentos na área.

As vagas são efetivas, para início imediato, e a empresa oferece salário compatível com o mercado, em regime CLT. Além da remuneração, os trabalhadores terão direito aos benefícios de vale-transporte, vale-refeição, ticket de alimentação eletrônico, assistência médica, assistência odontológica e seguro de vida.

Candidatos interessados em participar da seleção devem encaminhar currículo para o e-mail gcoutinho@dalkia.com.br.

Já o Grupo Flytour abriu cinco vagas de emprego, também em São Paulo, nas áreas administrativa, consultoria de viagens, recepção e telefonia. As atividades envolvem digitação, comunicação e manuseio de documentos. Os pré-requisitos básicos são: ensino médio completo, conhecimento do pacote Office e, dependendo do perfil da vaga, experiência no cargo.

Interessados devem enviar currículo atualizado para o e-mail cv@flytour.com.br. Todos os candidatos aprovados passam por treinamento e integração corporativa realizadas pela companhia.

CURSO GRATUITO EM LIBRAS ENSINA A FAZER OVOS DE PÁSCOA - Vitória/ES

A Loja da Garoto abre as inscrições para o curso gratuito “Aprenda a fazer seu primeiro ovo de Páscoa”, voltado especificamente para pessoas surdas. Os alunos aprenderão técnicas para produzir ovos de Páscoa, com a interpretação simultânea de Libras. As aulas acontecem no dia 13 de março, em dos horários, que são as 10 da manhã e às 15 horas. As inscrições podem ser feitas na Loja da Fábrica, das 9h às 18 horas ou pelo telefone (27) 3320-1706, com a Sheila.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/empregoseconcursos/2012/02/27/garoto-abre-curso-gratuito-para-surdos-sobre-como-fazer-ovos-de-pascoa/

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

COMO SE REFERIR A UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Acessibilidade: “ Pessoa com deficiência ” em vez de “portador de deficiência”
Qual é a linguagem ou o melhor termo a ser utilizado para se referir a essa ou àquela condição humana?

SÃO LUÍS - O uso atual de terminologias corretas para tratar de assuntos como deficiência e acessibilidade é uma das preocupações na construção de uma sociedade acessível. Mas, qual é a linguagem ou o melhor termo a ser utilizado para se referir a essa ou àquela condição humana? O uso de determinadas terminologias é motivo de dúvidas e é preciso cautela para não vacilar na hora de interagir com o outro. Formas como “excepcional”, “especial”, “pessoas portadoras de deficiência”, “portadores de necessidades especiais”, “deficiente” são denominações que devem entrar em desuso e ser abolidas frente a uma sociedade inclusiva.

Nessa direção, mesmo o rotineiro uso do termo “portador de deficiência” é equivocado. “Quem porta algo a qualquer momento pode não portar mais, pelo menos é isso que a expressão remete, e com a deficiência isso não acontece”, explica o coordenador do Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), professor doutor Evandro Guimarães, que exemplifica e alerta para o mau uso de denominações ainda usadas, inclusive, por determinados públicos.

Alguns desses termos apresentam o preconceito de forma velada, observado principalmente na construção de frases que traduzem o pensamento de parcelas da população. Assim, na frase “ela é portadora de deficiência, mas é uma ótima aluna”, o termo conjuntivo utilizado na frase “mas” provoca uma discordância do primeiro pensamento, o correto seria, por exemplo: “ela tem deficiência visual e é uma ótima aluna” em uma aglutinação de informações: deficiência visual + condição de excelência como aluna.

Assim, o termo correto que deve ser empregado é “pessoa com deficiência”, terminologia aprovada na Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidades das Pessoas com Deficiências e pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). “O uso do termo correto mostra que a sociedade conhece e entende a pessoa com deficiência”, finaliza o professor Evandro Guimarães.

Revisão: Carol Veloso

Fonte: http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=12181

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CURSO DE PREVENÇÃO DO USO DE DROGAS

Todos nós sabemos ao menos teoricamente o mal causado pelas drogas, percebemos a abrangência deste vicio e não há como dizer o contrário, as drogas destroem não só a vida do dependente assim como a da sua família e de toda a sociedade em escalas diversas. Desta forma todos nós direta e indiretamente sofremos os reflexos das drogas, por isso é importante não fecharmos os olhos e os ouvidos para a realidade, e solidariamente fazer o que for possível no auxilio de quem necessita de ajuda. Neste sentido o site paiscontectados.org vem como uma ferramenta de instrução nesta batalha.

Curso online de prevenção do uso de drogas.http://www.paisconectados.org/paisconectados.html

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

JUSTIÇA OBRIGA RAFINHA BASTOS A RECOLHER DVDs

Justiça obriga Rafinha Bastos a recolher DVDs com piadas sobre deficientes; humorista comenta

Rafinha Bastos é obrigado a recolher DVD com piada sobre deficientes

  • Rafinha Bastos é obrigado a recolher DVD com piada sobre deficientes

A Justiça de São Paulo concedeu liminar que proíbe a venda do DVD "A Arte do Insulto", que contém piadas sobre pessoas com deficiência física e mental, confirmou ao UOL o advogado Paulo Ricardo Gois Teixeira, que representa a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo) e as pessoas com deficiência. Segundo Gois, Rafinha também está proibido de fazer esse tipo de piada em seus shows. Cabe recurso.

O advogado destaca que a ação corre em segredo de justiça, por isso não podem ser divulgadas mais informações sobre o caso. "O que posso dizer é que algumas lojas já foram notificadas a cancelar a comercialização do DVD, mas cabe ao Rafinha Bastos fazer o recolhimento do material pelas lojas do Brasil", afirmou Gois.

A Apae, que entrou com a ação cível contra o humorista no dia 9 de janeiro, ainda solicita que Rafinha se retrate publicamente pelos danos causados à imagem pública dos deficientes. O caso ainda se desenrola na justiça e pode trazer outros prejuízos a Rafinha Bastos. Se condenado, o humorista poderá pagar 100 mil reais para a Apae, 100 mil reais para fundo de defesa dos direitos difusos e 10 salários mínimos (cerca de 6 mil reais) a cada associado da Apae que se sentir ofendido pelas piadas.

O secretário municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida, Marcos Belizário, autor intelectual da ação, entrou em contato com o UOL para esclarecer detalhes do processo. "Humor tem que ter limite, não pode ser uma coisa nojenta", afirmou. Por e-mail, Rafinha Bastos comentou a decisão, mas não disse se entrará com recurso. "Eu acho o material que lancei absolutamente reprovável. Se eu tivesse no lugar da justiça, também impediria a venda de um produto tão ofensivo. Achei a atitude rápida, afinal, criei as piadas agorinha entre 2004 e 2006. Aos 120 mil amigos que compraram o DVD, peço que queimem suas cópias".
"A propósito, já faço outro show desde o ano passado chamado 'Péssima Influência'. Quem quiser me processar, está convidado a pagar para assisti-lo", afirmou.

 

"Humor tem que ter limite, não pode ser uma coisa nojenta", diz secretário sobre piadas de Rafinha Bastos

O comediante Rafinha Bastos

  • O comediante Rafinha Bastos

Após Rafinha Bastos ser obrigado, através de liminar concedida pela Justiça de São Paulo, arecolher os DVDs de seu show, "A Arte do Insulto", por conter piadas sobre deficientes, o secretário municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida, Marcos Belizário, autor intelectual da ação, entrou em contato com o UOL para esclarecer detalhes do processo, que ainda irá se desenrolar no tribunal. Diz que, se condenado, Rafinha ainda poderá pagar 100 mil reais para a Apae, 100 mil reais para fundo de defesa dos direitos difusos e 10 salários mínimos (cerca de 6 mil reais) a cada associado da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo) que se sentir ofendido pelas piadas. Cabe recurso. Leia a entrevista completa com Belizário:

UOL – Como tomou conhecimento das piadas feitas pelo humorista?

Marcos Belizário - Meu filho estava assistindo ao show pela internet e fiquei chocado ao ver o Rafinha fazer duas piadas bastante ofensivas contra os deficientes mentais e físicos. Em uma delas, ele citava diretamente a Apae. Em outra, ele dizia que os cadeirantes não deveriam furar a fila de bancos por passar a vida toda sentados.

Uma piada desse tipo pode colocar a perder um trabalho de 15 anos de inclusão

Marcos Belizário, secretário municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida

UOL – De quem partiu a iniciativa para a ação?

MB - Após assistir ao show, entrei em contato com a presidência da Apae, que me informou que já tinha conhecimento das ofensas, mas não podia contratar um advogado, já que a instituição depende de doações e voluntários. Como tenho um escritório de advocacia, meu sócio, Paulo Ricardo Gois Teixeira, se ofereceu para cuidar do caso. Em 9 de janeiro, entramos com a ação.

UOL- O que o motivou entrar com a ação?

MB - Os órgãos que cuidam de pessoas com deficiência fazem um trabalho forte de inclusão há mais de 15 anos no Estado de São Paulo e, uma piada desse tipo, aplaudida por um grande números de pessoas, pode colocar todo esse trabalho a perder. Isso é muito preocupante. Acho que humor tem que ter limite, não pode ser uma coisa nojenta.

UOL- Por que o processo corre em segredo de Justiça?
MB - No início achamos que era porque muitos deficientes são crianças, mas depois descobrimos que o juiz achou que a divulgação do caso poderia provocar a curiosidade das pessoas e aumentar a venda dos DVDs. A liminar visa justamente o contrário: estancar o estrago que já foi feito, mas, claro, o humorista pode recorrer. Caso ele ganhe o processo, os DVDs podem ser vendidos novamente.

UOL- Como o processo caminhará daqui para frente?

MB -  No momento em que recebem a notificação, as grandes distribuidoras e revendedoras devem tirar imediatamente o produto de circulação. Após 20 dias, todas as lojas do Brasil, recebendo notificação ou não, devem parar de vender o material. Caso a ordem não seja cumprida, tanto Rafinha Bastos quanto a loja receberão multa.

Fonte: http://celebridades.uol.com.br/noticias/redacao/2012/02/02/justica-obriga-rafinha-bastos-a-recolher-dvds-com-piadas-sobre-deficientes.htm

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

CREDITO - CADEIRA DE RODAS E PRÓTESES

Governo regulamenta crédito para cadeiras de rodas e próteses

O CMN (Conselho Monetário Nacional) regulamentou nesta quinta-feira a concessão de crédito para a compra de bens por deficientes, como cadeiras de rodas e próteses.

No ano passado, o governo enviou ao Congresso Nacional medida provisória determinando que os bancos teriam que destinar 2% do dinheiro depositado para linhas de financiamento de microcrédito produtivo ou para a compra de equipamentos para portadores de deficiência, o que foi detalhado agora.

Segundo o Banco Central, as instituições financeiras têm R$ 1 bilhão disponível para esse tipo de empréstimo. Cada financiamento não poderá ultrapassar R$ 30 mil e só serão qualificados pessoas com renda de até dez salários mínimos (R$ 6.220, atualmente).

As linhas terão taxas de 2% ao mês e taxa de abertura de crédito de até 2% do total emprestado. O pagamento será feito em no mínimo 120 dias.

Nos próximos dias, o governo editará portaria definindo quais bens poderão ser comprados com esses recursos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1039952-governo-regulamenta-credito-para-cadeiras-de-rodas-e-proteses.shtml

domingo, 15 de janeiro de 2012

CARNAVAL SP JÚRI DEFICIENTE

Carnaval de SP terá deficientes visuais no júri do quesito bateria

O carnaval de São Paulo terá pela primeira vez um grupo de jurados de bateria composto por deficientes visuais.

Segundo a assessoria SPTuris (empresa municipal de promoção do turismo), os selecionados fizeram um curso preparatório e, neste domingo, passarão pela terceira e última fase de avaliação no Sambódromo do Anhembi.

Promovido pela Uesp (União das Escolas de Samba Paulistanas) em parceria com a SPTuris, o programa formou avaliadores que se concentrassem exclusivamente no som e no ritmo das escolas.

Desde agosto, os candidatos tiveram aulas teóricas e práticas de percussão e aprenderam técnicas de como avaliar o quesito durante o desfile.

A iniciativa foi inspirada no projeto "Carnaval Paulistano: Só Não Vê Quem Não Quer", de 2011, em que deficientes visuais acompanharam os ensaios, a concentração e os desfiles do Carnaval. O projeto contou com apoio da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Em uma iniciativa pioneira, o Carnaval de São Paulo em 2012 vai contar com pessoas com deficiência visual entre os jurados do quesito Bateria. No próximo domingo (15/01), às 17h30, a primeira turma do curso “Jurado dEficiente”, promovido pela União das Escolas de Samba Paulistanas (Uesp) em parceria com a SPTuris, passará pela última avaliação durante o ensaio técnico da escola de samba Tom Maior, noSambódromo do Anhembi.

O objetivo do projeto foi formar avaliadores que se concentrem exclusivamente no som e ritmo produzido pelas escolas, sem serem influenciados por atributos visuais, como fantasias, alegorias ou coreografias.

A capacitação, que teve início em agosto, contou com três etapas. Na primeira, os participantes receberam aulas teóricas de percussão. Na segunda, as aulas foram práticas. Na terceira, aprenderam técnicas para avaliação que serão usadas durante os desfiles. Ao final de cada fase, os alunos foram submetidos a uma avaliação.

A iniciativa foi inspirada no projeto “Carnaval Paulistano: Só Não Vê Quem Não Quer”, que levou pessoas com deficiência visual para acompanhar de perto os ensaios, a concentração e os desfiles do Carnaval de 2011.

O projeto foi uma parceria entre a SPTuris e o Complexo Educacional FMU, com apoio da Fundação Dorina Nowill para Cegos e escolas de samba do grupo especial.

“Mais do que aprimorar as avaliações das escolas de samba no Carnaval de São Paulo, essa ação busca tornar essa festa cada vez mais acessível. Essa preocupação que norteou o Carnaval 2011 será levada adiante pelas organizações ligadas à folia por meio de projetos como esse”, diz o presidente da SPTuris, Marcelo Rheder.

Fonte: http://promoview.com.br/promoverde/168729-carnaval-de-sao-paulo-inova-na-composicao-do-juri/ 

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1034618-carnaval-de-sp-tera-deficientes-visuais-no-juri-do-quesito-bateria.shtml

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

APAE DE LUTO

Dr. Clemente, médico e fundador da Apae

Por ser médico, Antonio dos Santos Clemente Filho percebeu rapidamente que seu segundo filho, Zeca, nascera com síndrome de Down. "Em 1961, quando o meu filho tinha 13 anos, fundei a Apae (Associação dos Pais e Amigos do Excepcional). Nosso objetivo era sair das mãos de um sem-número de ignorantes", Jô escreveu nesta Folha, em 2006. Antonio, conhecido como dr. Clemente, engajou-se na luta da mulher. Foi o impulso médico para a criação da Apae, conta o filho Cássio, diretor-presidente da associação. Em 1954, fundou com um sócio a URP Diagnósticos Médicos, pioneira em diagnósticos por imagens. Foi vendida para o laboratório Fleury. Duas vezes presidente da Apae, ajudou ainda a criar as federações paulista, nacional e internacional das Apaes. Aposentou-se em 2000. Há alguns anos, passou a sofrer de Alzheimer. Aos filhos ensinou que duas palavras movem a humanidade: "obrigado" e "por favor", lembra Cássio. Era culto e adorava viajar de navio. Dr. Clemente morreu ontem, aos 91, de insuficiência respiratória. Deixa três filhos, nove netos e cinco bisnetos.

Sobre a Organização

Fundada em 1961, a APAE DE SÃO PAULO é uma Organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que promove a prevenção e a inclusão da pessoa com Deficiência Intelectual produzindo e difundindo conhecimento. Atua em todas as fases da vida, da infância ao processo de envelhecimento. Pioneira em introduzir o Teste do Pezinho no Brasil, a Organização possui o maior laboratório do País especializado na área e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal. Desde 2001, já foram realizados mais de 13 milhões de testes em bebês brasileiros. Ainda como prevenção da Deficiência Intelectual, a Organização promove e apoia pesquisas, produz e difunde conhecimento científico, trabalha pela defesa e garantia de direitos da pessoa com Deficiência Intelectual. Além disso, promove a inclusão social da pessoa com Deficiência Intelectual estimulando o desenvolvimento de habilidades e potencialidades que favoreçam e escolaridade e a vida produtiva laboral, bem como, oferecendo atendimento jurídico aos atendidos e familiares acerca dos direitos e deveres da pessoa com deficiência.

Prevenção
Temos uma equipe de profissionais altamente qualificados, equipamentos de última geração e conhecimento especializado, o que nos torna referência na prevenção da Deficiência Intelectual.

Inclusão

O artigo 19 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência assegura “vida independente e inclusão na sociedade” para todos. Por isso, a APAE DE SÃO PAULO busca a inclusão integral às pessoas com deficiência intelectual, garantindo a cidadania de cada indivíduo.

Difusão do conhecimento
A difusão do conhecimento é um importante meio de prestação de serviço à sociedade, sendo um instrumento de mudança para todos.
APAE Brasil e UniAPAE
A APAE DE SÃO PAULO participa de um movimento de mais de 2 mil unidades no Brasil, liderado pela Federação Nacional das APAEs.A missão da federação é promover e articular ações de defesa dos direitos das pessoas com Deficiência Intelectual e representar o movimento perante os organismos nacionais e internacionais para a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas APAEs, na perspectiva da inclusão social de seus usuários.

Mais informações pelo site www.apaebrasil.org.br.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PLANO NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

A presidente Dilma Rousseff se emocionou hoje ao lançar, no Palácio do Planalto, o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

"Este é um momento em que vale a pena ser presidente", disse Dilma, se mostrando bastante emocionada, sob aplausos dos presentes. Logo em seguida, Dilma foi interrompida por uma mãe que pedia mais atenção aos autistas. "Sou mãe de um autista e peço ao governo pelo amor de Deus que dê mais atenção aos autistas", disse a mulher. A presidente, porém, não respondeu, e continuou seu discurso.

O plano nacional pretende promover a inclusão social e a autonomia da pessoa portadora de deficiência, ao eliminar barreiras e permitir o acesso a bens e serviços disponíveis a toda a população.

Com metas a serem cumpridas até 2014, o plano conta com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões e as ações serão executadas em conjunto por 15 órgãos do governo federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

APLICATIVOS PARA AJUDAR CRIANÇAS AUTISTAS

prologuetogo-ipad-autismForam criados alguns aplicativos que podem ajudar a comunicação e desenvolvimento de crianças autistas, professores e médicos estão usando iPads com ferramenta para interagir com crianças autistas e estão tendo grandes resultados.

Estas crianças demonstram grande melhora depois de brincar com os aplicativos no iPad, tornando menos estressante e mais divertido tanto para os profissionais quanto para os autistas.

No site abaixo (em inglês) você pode conhecer a lista dos 10 melhores aplicativos que ajudam a comunicação das crianças autistas.

http://www.gadgetsdna.com/10-revolutionary-ipad-apps-to-help-autistic-children/5522/

Quem tiver conhecimento de algum aplicativo semelhante em português envie a informação para colocarmos no blog.

SEMINARIO REDES COMUNITÁRIAS - TIJUCA/RJ

Gratuito: Seminário Redes Comunitárias, dias 24 e 25 de novembro, no Sesc Tijuca

imageO programa Redes Comunitárias foi lançado pelo Sesc Rio há dez anos com uma proposta básica e eficiente: reunir mensalmente moradores de comunidades em situação de vulnerabilidade social, dar voz a todos, identificar o que estão procurando e o que têm a oferecer, juntando forças e buscando soluções, levantando ofertas e demandas e oferecendo mediação técnica para a efetivação de parcerias. Agora, o Redes Comunitárias chega aos dez anos de existência com números grandiosos: 400 comunidades beneficiadas, 14.500 participantes, mais de 1.500 organizações envolvidas e reuniões mensais em 11 unidades do Sesc Rio em todo o estado (Madureira, Tijuca, Santa Luzia, Niterói, Nova Iguaçu, Barra Mansa, Duque de Caxias, São João de Meriti, Ramos, Teresópolis e Nova Friburgo). Para comemorar a década de atividade, será realizado o Seminário Redes Comunitárias, nos dias 24 e 25 de novembro, no Sesc Tijuca.

O evento vai reunir lideranças, voluntários e organizações sociais que se articulam através das Redes Comunitárias. O ponto alto da programação são as palestras com convidados como o escritor, professor e criador da Escola de Redes Augusto de Franco; a mestre em engenharia de produção e criadora do Modelo Cultural de Cooperatividade Camila Santo, pela Coppe/UFRJ; o economista Sérgio Besserman; a empreendedora social Alice Freitas, criadora da Rede Asta; o jovem líder comunitário Rene Silva, criador do jornal “A Voz da Comunidade”, do Complexo do Alemão; e o presidente da Associação Brasileira de Captação de Recursos, Marcelo Estraviz. A mediação é da jornalista Sônia Araripe, editora de Plurale em revista e Plurale em site.

O seminário será uma celebração dos dez anos do Programa Redes Comunitárias, com o objetivo de trazer visibilidade e reforçar a identidade do Sesc Rio como o principal contribuinte para desenvolvimento comunitário do estado. Além de servir de referência para o terceiro setor, o programa foi objeto de estudo de uma pesquisa da Coppe/UFRJ baseada na ergonomia cognitiva, na Teoria das Redes Sociais e da Cooperação e no método de análise argumentativa. Queremos, agora, dar um passo à frente e disponibilizar o programa como uma excelente ferramenta de mediação entre as necessidades das comunidades e o investimento social privado – comenta a gerente de Responsabilidade Social Corporativa do Sesc Rio, Helen Pedroso.

Ao longo dos encontros, o Redes Comunitárias reuniu representantes de comunidades como Maré, Vila Cruzeiro, Alemão, Piscinão de Ramos e Manguinhos, entre outras, com atuação, também, na Baixada Fluminense, São Gonçalo, Niterói e interior. Durante o seminário, que será aberto ao público, haverá uma feira solidária com produtos de instituições que freqüentam as reuniões das Redes Comunitárias Sesc Rio. Espera-se um público entre 200 e 400 pessoas.

O seminário é voltado para lideranças, voluntários, ONGs, instituições comunitárias e do terceiro setor, órgãos públicos de assistência social e empresas com responsabilidade social. As metas do programa Redes Comunitárias para os próximos anos são aumentar a capilaridade de atuação no estado, fortalecer iniciativas sociais e comunitárias e contribuir para a sustentabilidade das iniciativas sociais.
O projeto Redes Comunitárias Sesc Rio.

Surgido em 2001, a partir do Seminário Ações Sociais Parcerias em Ramos, as Redes Comunitárias vêm promovendo encontros mensais em 11 unidades do Sesc Rio. Um dos seus méritos é ampliar articulações e parcerias sociais com metodologia simples e de fácil replicação. Em encontros mensais, o participante se apresenta e fala o que veio procurar e o que pode oferecer. O compartilhamento da lista de presença e dos classificados sociais (onde se divulgam as ofertas e procuras dos últimos encontros) amplia a possibilidade de parcerias, assim como o café oferecido aos presentes ao final dos encontros. Estima-se que o projeto tenha alcançado mais de 1.500 instituições ao longo de sua duração.


Seminário Redes ComunitáriasProgramação
24 de NOVEMBRO
9h – 9h30
Credenciamento - lanche
9h30 – 10h
Feira de Integração
10h – 12h30
Palestra de Abertura “Redes Sociais: Desafios à Cooperação”
Augusto de Franco e Camila Santo; mediadora Sonia Araripe
12h30 – 14h
Almoço
14h– 16h
Painel: Redes e Organização Comunitária
Samuca do CCHC / Vila Aliança e Lucinha do Banco Comunitário CDD
16h – 16h30
Café
16h30 – 18h
Painel: Jovens, Redes Sociais e Comunicação
Rene Silva - Voz da Comunidade e Silvana Vale - Banco da Providência
18h – 18h30
Apresentação musical Grupo Toque de Prima
25 de NOVEMBRO
9h00 – 10h
Feira de Integração
10h – 12h30
Palestra Plenária “Economia Solidária”
Sérgio Besserman e Alice Freitas rede ASTA; mediadora Sonia Araripe
12h30 – 14h
Almoço
14h – 16h
Encontro de Redes
1. Redes Comunitárias
2. Rede Comunicação
3. Desenvolvimento Comunitário
16h– 16h 30
Café
16h30 – 18h
Workshop - Captação de Recursos: cenários e fontes
Marcelo Estraviz - Presidente da ABCR e Ana Flávia Godoi - Núcleo ABCR Rio
18h – 18h30
Apresentação musical Grupo Jongo da Serrinha

SERVIÇO
Seminário Redes ComunitáriasDias 24 e 25 de novembro de 2011Sesc Tijuca: Rua Barão de Mesquita 539. Tel.: 3238-2100O evento é gratuito e aberto ao público.

http://www.redescomunitarias.org.br/

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

PAI CRIA MAQUINA PARA FILHO APRENDER A ANDAR

Menino de 7 anos aprende a andar com máquina criada pelo pai

Um mecânico de carros na Argentina inventou uma máquina que permitiu que seu filho de sete anos conseguisse caminhar, apesar de todos os prognósticos pessimistas dos médicos.

Jorge Cardile, que trabalha em uma oficina em Buenos Aires, construiu um "reabilitador de caminhadas" em um mês, feito a partir de uma bicicleta e tábuas de madeira.

Com o tempo --e com todas as suas economias--, ele foi aperfeiçoando a invenção até chegar ao protótipo que permitiu que o filho exercitasse os músculos das pernas e corrigisse a postura.

Ao ver o sucesso do filho, Cardile convidou outros pacientes a testarem a invenção.

Agora dezenas de pacientes estão procurando a pequena clínica que montou.

O mecânico diz que sua invenção ajuda todas as pessoas com problemas motores.

Ele está agora em busca de uma empresa que o ajude a produzir a invenção em escala.

Sua inspiração, nas suas palavras, é o seu ídolo --o filho-- que agora caminha, apesar de todos os prognósticos negativos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1007236-menino-de-7-anos-aprende-a-andar-com-maquina-criada-pelo-pai.shtml

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

TECNOLOGIA E DEFICIENTES VISUAIS

Tecnologia ajuda deficientes visuais

Saiba como deficientes visuais a vencerem as dificuldades do dia a dia com ajuda da revolução tecnológica.
Micheli Nunes

Lucas Radaelli, de 20 anos, é estudante de ciências da computação e faz estágio na Universidade Federal do Paraná. Muito ativo na internet, tem perfis no YouTube, Twitter e Facebook, em que posta vídeos, fotos e informações sobre seu cotidiano. A única diferença entre ele e a maioria dos seus amigos é o fato de ser deficiente visual. Por motivos ainda desconhecidos, Lucas nasceu cego do olho esquerdo e, aos quatro anos, teve um descolamento de retina no outro olho, perdendo completamente a visão. Hoje, com a ajuda de smartphones e afins, consegue levar uma vida sem tantas restrições. Aqui, ele conta como a tecnologia está mudando a vida dos cegos de 20 e poucos anos conectada com o mundo digital.

DIÁRIO_ Como foi a sua educação e quais foram as maiores dificuldades neste período?

LUCAS RADAELLI_ Sempre estudei em escolas normais. Meus pais me deram um notebook na quarta série e eu conciliava os estudos com materiais digitais com os em braille. Meus pais ainda escaneavam todos os livros e faziam adaptações para que eu pudesse entender totalmente o conteúdo. Por exemplo, se havia uma imagem no meio do livro, eles a descreviam. Mas o processo de escanear os materiais para que eu os tivesse em formato digital não era rápido, demorava muito. Acredito que essa foi uma das maiores dificuldades.

Quais são os principais benefícios da tecnologia na sua vida hoje?

Existe uma frase que diz: “A tecnologia torna as coisas mais fáceis para as pessoas. Para as pessoas com deficiência, torna as coisas possíveis”. Eu realmente gosto desta frase porque ela resume bem o que é a tecnologia para mim hoje. Os cegos usam o computador com a ajuda de um programa chamado leitor de telas. Com comandos no teclado (nunca usamos o mouse), navegamos nas opções disponíveis. Cada comando dado tem uma resposta em áudio do leitor de telas, que lê o texto selecionado, o item de menu e por aí vai. Como disse, uso um notebook para estudar desde a quarta série. Agora, com o iPhone, tenho a ajuda da tecnologia em qualquer lugar. Por exemplo, quando chego em um restaurante e não tem cardápio em braille, vejo as dicas que as pessoas deixaram no aplicativo da rede social 4Square e escolho meu prato.

Os cegos são unidos na internet. Você faz parte disso?


Sim, há muitas comunidades. Eu tenho um site (www.acessibilidadeapple.com), em que posto coisas relacionadas ao mundo Apple e à acessibilidade. Sem falar nas várias listas de discussão das quais participo, tanto brasileiras quanto internacionais. Esse contato com as pessoas faz as informações circularem mais rápido, o que também ajuda muito.

Antes das novas cédulas de real com tamanhos diferenciados, como você lidava com o dinheiro?
Era complicado. Antes de sair de casa, sempre organizava as notas na minha carteira em uma certa ordem. Ao receber um troco, perguntava quais eram as notas que havia recebido e guardava na mesma ordem. Incrivelmente, nunca fui enganado.

Como é pegar ônibus e andar nas ruas hoje?

Os ônibus em Curitiba, onde moro, anunciam qual será o próximo ponto em que vão parar. Quando me mudei para cá, notei que isso era uma coisa mais do que incrível. Deveria ser assim em todos os outros lugares. Semáforos sonoros, para sabermos a hora correta de atravessar a rua, seria outro avanço grande. E também uma melhor manutenção das calçadas, com maior fiscalização, a fim de que sejam respeitadas as normas de segurança.

Você sempre conta no Twitter que algumas pessoas ficam chocadas com o fato de você ir ao cinema, mandar SMS, assistir à televisão...
Acredito que as pessoas têm esse tipo de pensamento porque imaginam que, se fossem cegas, não conseguiriam realizar algumas atividades. Isso acontece porque elas não conhecem as tecnologias que existem para ajudar os deficientes visuais e porque não tiveram um tempo de adaptação. O fato é que, para a maioria, à primeira vista, as habilidades que eu tenho são grandes coisas, mas, depois que conhecem o meu mundo um pouco melhor, acabam percebendo que são as mesmas habilidades que outra pessoa com 20 anos por aí pode ter. Gosto de contar para os outros sobre o cotidiano na perspectiva das pessoas cegas. Ajuda a desmistificar o nosso mundo e também a mostrar como ele está mais próximo da vida das outras pessoas do que se imagina.

Fonte: Diário de S. Paulo - 01/11/2011

CONSUMINSMO NA INFÂNCIA - TDAH

A droga do consumismo na infância

Foto

As crianças precisam crescer sendo elas mesmas

Conheci o Fernando na infância. Era o desassossego em pessoa, não parava quieto na carteira, tinha dificuldade de se concentrar nas leituras e vivia todo esfolado de tanto escalar as árvores do pomar do colégio, os bolsos sempre rasgados por não comportarem sua colheita incansável de frutas de todo tipo. Sim, nosso recreio era mesmo num pomar enorme ligado à escola. E não havia ainda a moda da Ritalina e outras substâncias que têm sido receitadas para crianças diagnosticadas com TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção por Hiperatividade.

Fernando, ou infernando, como a maioria por fim o apelidava, dava realmente muito trabalho. Mas dava também alegrias. Surpreendia nas provas com boas notas, era líder nas brincadeiras e, quem sabe para se exorcizar da fama de endiabrado, era coroinha na missa aos domingos. Por motivos óbvios, a função que mais lhe cabia era a de agitar o Turíbulo(vaso de metal preso por correntes utilizado para incensar o ambiente), coisa que ele fazia com claro entusiasmo a ponto de deixar a igreja tão enfumaçada quanto as baladas de hoje. Embora eu e a garotada vizinha nos queixássemos de suas travessuras para nossas mães e professores, no fundo, tínhamos inveja da paciência da mãe do Fernando. Apesar das broncas e reprimendas contínuas ao filho, ela explicava: “Isso é coisa de criança, logo, logo ele cresce e endireita”.

Fernando me veio à lembrança há poucos dias enquanto lia uma entrevista na Folha de S.Paulo, com a Dra. Márcia Angell, psiquiatra americana e professora titular do Departamento de Medicina Social da Escola Médica de Harvard. Considerada pela revista Time como uma das 25 personalidades mais influentes nos EUA, Márcia diz haver um excesso de diagnósticos sobre as crianças: "Estamos dando veneno para as pessoas mais vulneráveis da sociedade". Suas palavras fazem coro com as do psiquiatra brasileiro Raul Gorayeb, coordenador do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Unifesp: “Na sociedade do consumo, a dor, o sofrimento, a angústia são sentimentos socialmente inaceitáveis. Ninguém mais suporta enfrentar medos e problemas”. E indo mais além ele completa: “O que eu tenho visto são crianças cada vez mais empobrecidas de espírito. Uma das expressões disso é o consumismo”.

Temos que reconhecer que não é fácil educar uma criança e que nem sempre os pais e professores têm a disponibilidade de tempo e recursos para essa tarefa. E embora existam casos em que a única solução é medicar, temos que refletir sobre os custos posteriores das tantas soluções práticas que em geral são adotadas para se “acalmar” as crianças. Se, ao diagnosticar uma criança como hiperativa, a medicamos, temos que ter em mente que talvez não venhamos a conhecer a pessoa que ela viria a ser em sua plenitude. Se vale pensar que sendo medicada a criança percorreria melhor o caminho de seu desenvolvimento, vale pensar também o inverso.

E isso me lembra novamente o Fernando que, sem remédio nenhum, chegou a idade adulta cumprindo a previsão de sua mãe. Sem qualquer explicação aparente, ele simplesmente “endireitou” dentro do que, para a maioria de nós, significaria ser uma pessoa direita, com bons princípios, valores e conduta exemplar.  Até onde soube notícias, o Fernando se formou e se casou com uma moça do interior, em cuja cidade passou a administrar uma das maiores indústrias paulistas que, aliás, seguiu de vento em popa sob sua notável liderança. Ok, nem todos os casos são assim, mas a pergunta pode ser igual na comparação com todos os casos. E se tivessem medicado o Fernando?

Essa reflexão é válida também para todas as formas de se lidar com as crianças. Será que estamos criando nossas crianças para serem elas mesmas ou para corresponderem a um padrão de comportamento delineado por uma visão consumista do que significa ser uma criança saudável? Não é raro, em reuniões escolares ou familiares, a preocupação de muitos pais em balizarem o desenvolvimento de seus pequenos em relação ao que outras crianças de mesma idade já são capazes ou não de fazer em determinada idade. Apelos comerciais tais como: “Todo mundo está usando, só falta você!” ou “Faça como as pessoas inteligentes, use...” certamente contribuem, sem que percebamos, para a construção desses valores baseados na competição e comparação. Importante computar também a influência das mensagens comerciais que geralmente tentam restringir as perspectivas de vir a ser das crianças em três ou quatro aptidões: seduzir, malhar, se produzir e comprar para as meninas e dominar, intimidar e seduzir para os meninos.

Assim, não é somente com medicamentos que podemos ‘moldar’ a expressão genuína das crianças. Estamos moldando a personalidade delas de forma quase automática quando, para que comam direito, ligamos a televisão para distraí-las. Quando, para que estudem, lhes prometemos presentes. Quando, para compensar nossa ausência, lhes trazemos um brinquedo caro. Quando, para evitar amolações, damos-lhes tudo o que pedem. Quando permitimos que passem horas assistindo TV em lugar de extravasarem sua energia criando suas próprias brincadeiras. Quando, para que não se exponham fora de casa, permitimos que se tranquem no quarto diante das telas com os fones no ouvido e longe do nosso contato. Quando permitimos que as mensagens comerciais falem diretamente a elas, convencendo-as de que consumir é melhor que brincar. E quando, ao alegarem alguma inadequação em seus grupos, tentamos bancar-lhes o pertencimento por meio da ostentação de produtos de marca. Tudo, como explicou o Dr. Gorayeb, para se evitar os desconfortos naturais da vida real.

O imediatismo da visão consumista está nos levando a coisificar nossas crianças como produtos que, se não funcionam com a precisão de seus similares, levamos à oficina para consertar. Precisamos nos voltar mais para elas e abrir espaço, físico e afetivo, para poderem mostrar a que vieram e protegê-las com autoridade e limites, sem ‘engessar’ sua personalidade. Precisamos aceitar que elas sejam elas mesmas sem terem que se parecer com ninguém. Precisamos impedir que o consumismo, este sim comparável a uma droga sedutora, desestabilize a espontaneidade de nossas crianças com o estímulo a comportamentos e hábitos adultos de consumo para os quais elas não estão preparadas, principalmente os não saudáveis. Em lugar de problema, as crianças são o remédio para o futuro da humanidade, ao contrário da velha ganância material que, como lamentou o poeta: “Não tem remédio nem nunca terá”.

Maria Helena Masquetti

Maria Helena Masquetti

Infância Roubada

É psicóloga do Projeto Criança & Consumo do Instituto Alana. Graduada em Psicologia e em Comunicação Social. Tem especialização em Psicoterapia Breve e de Emergência. Realiza atendimento clínico em consultório. Exerceu a função de redatora publicitária durante 12 anos em várias agências de propaganda.

Fonte: http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=33071

VOLUNTÁRIOS PARA PESQUISAS UNIFESP

Unifesp recruta voluntários para pesquisas Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), reconhecida pelo desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, oferece vagas para voluntários em diversas áreas de saúde

Os candidatos terão gratuitamente todos os exames clínicos e físicos previstos na terapia.

1 - Programa de intervenção interdisciplinar em obesidade na adolescência 

O Grupo de Estudos da Obesidade (GEO), do Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp), recruta adolescentes obesos, com idade entre 15 e 19 anos e disponibilidade de horário no período da tarde, para participarem como voluntários do Programa de Intervenção Interdisciplinar em Obesidade. Os candidatos terão gratuitamente todos os exames clínicos e físicos previstos na terapia, que terá duração de um ano, com início em janeiro de 2012 e término em dezembro de 2012.

Os custos com transporte e alimentação são por conta do voluntário. Os interessados devem entrar em contato pelo telefone (11) 5572-0177, das 9h às 16h, para agendar uma entrevista. As inscrições acontecem até o dia 15 de dezembro. O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) está localizado à Rua Francisco de Castro, 93, Vila Clementino (próximo ao metrô Santa Cruz). 

2 - Meditação e TDAH

O Departamento de Psicobiologia da Unifesp está recrutando pacientes com diagnóstico médico de Transtorno do Déficit de Atenção (TDAH) para participarem de uma Pesquisa com duração de dez semanas que visa investigar os efeitos da prática da meditação com atenção plena e de tratamento psicoterápico cognitivo-comportamental (TCC) sobre a atenção, o humor e a qualidade de vida. 

Os voluntários podem ser de ambos os sexos, com idade entre 18 e 40 anos, ter pelo menos oito anos de escolaridade, não ter experiências anteriores com meditação ou TCC e devem estar com dosagem de Metilfenidato (Ritalina) estável há pelo menos um mês. Não podem participar do estudo portadores de doenças neurológicas ou psiquiátricas.   Os interessados devem entrar em contato com Viviane Freire Bueno pelo telefone (11) 8243-1467 ou pelo e-mail vivianefbueno@gmail.com. 

3 - Restrição crônica do sono

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) está recrutando voluntários para identificar as consequências da restrição crônica de sono.   A sociedade moderna tem levado as pessoas a mudarem seus hábitos de vida, dentre eles a quantidade de tempo dedicado ao sono, porém é preciso considerar que diferentes pessoas necessitam dormir mais ou menos tempo para bem desempenhar suas atividades. O débito crônico de sono pode causar transtornos como dificuldade de memória e concentração, irritação, cansaço e diminuição do rendimento no trabalho. 

Estão disponíveis 30 vagas para homens com idade entre 25 e 35 anos, com escolaridade mínima de oito anos, com boa saúde, não dependentes de álcool e drogas, não obesos e que não trabalhem a noite ou em turno. Os voluntários serão divididos em três grupos, da seguinte forma:   Número de Voluntários Horas de sono por Noite 10 Menos de 6 10 Entre 7h e 8 10 Mais do que 9h 

Os indivíduos selecionados precisam ter disponibilidade de comparecer ao CEPE para a realização dos procedimentos da pesquisa nos dias previamente agendados, alem de dormir no laboratório por 9 noites, para a realização de polissonografias, sendo 7 delas em dias seguidos. Ao acordar, os voluntários passarão por novas avaliações. 

Os interessados podem entrar em contato com a pesquisadora Sandra Queiroz, pelo telefone (11) 5572-0177 ou pelo e-mail sqsandra@cepebr.org, colocando no assunto a palavra “VOLUNTÁRIO”. Serão reembolsadas duas passagens de transporte público por dia de atividade e, ao término da pesquisa, os participantes receberão uma cópia dos exames realizados e terão direito de freqüentar a academia do CEPE três vezes por semana, em horário comercial, durante três meses. 

Os testes podem ocorrer em três endereços: Rua Marselhesa, nº 500, Rua Napoleão de Barros, nº 925 e Rua Francisco de Castro, nº 93, todos na Vila Clementino, próximos à Estação Santa Cruz do Metrô. 

4 - Tratamento contra cancer de cabeça e pescoço

A Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Universidade Federal de São Paulo está recrutando voluntários para participar de uma pesquisa sobre a combinação de raios laser e quimioterapia para tratamento do câncer de cabeça e pescoço.  Podem participar do estudo homens e mulheres com idade entre 21 e 70 anos, que tenham cânceres recorrentes de cabeça e pescoço resistentes ao tratamento por cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia.  

Os voluntários passarão por uma avaliação preliminar com os médicos responsáveis pela pesquisa e os candidatos selecionados farão exames pré-operatórios e serão internados no Hospital São Paulo para serem submetidos a uma sessão de quimioterapia e laser terapia sob anestesia geral no centro cirúrgico (tempo do procedimento: 1 hora). 

O tratamento visa melhorar as condições locais do câncer e a qualidade de vida. Os interessados podem entrar em contato nos telefones (11) 8752-4598 ou (11) 8729-7268, ou no endereço eletrônico mpaiva@unifesp.br, ou j.ribeiro@unifesp.br

5 - Enxaqueca e distúrbios do sono em crianças - grupo controle

O Setor de Investigação e Tratamento das Cefaléias, do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, está recrutando crianças de ambos os sexos com idade entre 6 e 12 anos sem queixas de enxaqueca, exceto as decorrentes de processos infecciosos agudos, como gripe, amigdalite e otite para analisar a relação entre enxaqueca e distúrbios de sono nas crianças. 

O sono, tanto qualitativamente como quantitativamente, tem uma influência muito importante no controle das crises de enxaqueca. Os participantes serão avaliados através de exame de Polissonografia, que será feito no Instituto do Sono. As crianças terão que dormir uma noite no Instituto, juntamente com um responsável. 

Os voluntários não podem apresentar problema neurológico ou psiquiátrico, como epilepsia, paralisia cerebral, retardo mental, depressão, transtorno de ansiedade ou outro diagnóstico psiquiátrico. Também não podem estar em uso de medicamentos com ação sobre o sistema nervoso central, como Ritalina, ou medicamentos para o controle de crises epilépticas, antidepressivos e calmantes.   O exame da Polissonografia não implica em nenhum ônus ao responsável e na eventualidade de o exame revelar alguma alteração, haverá acompanhamento e orientação clínica. 

Os interessados deverão procurar o Ambulatório de Neurologia - (Cefaléia) Balcão 5 junto à Rua Napoleão de Barros, 771. O atendimento será realizado todas as quintas-feiras das 10h às 12h. O agendamento pode ser feito de segunda a sexta feira, das 09h às 11h com Daniel Eugênio, no telefone (11) 5576-4139 ou pelo endereço eletrônico daniel.eugenio@unifesp.br 

6 - Crises de enxaqueca em adultos

O Ambulatório de Cefaleias da Unifesp recruta voluntários, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 40 anos, que tenham enxaqueca, com crises ocorrendo de duas a 12 vezes por mês (até máximo de três vezes na semana) nos últimos três meses. 

Os interessados, que não devem apresentar outros problemas de saúde, serão atendidos no ambulatório para participação de pesquisa sobre enxaqueca e funções auditivas. São oferecidas 30 vagas.   As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 5576-4778, das 8h30 às 12h, falar com Joni. 

7 - Tratamento de afta recorrente

O Ambulatório de Estomatologia do Departamento de Otorrinolaringologia e Cabeça e Pescoço da Unifesp seleciona homens e mulheres, com idade acima de 18 anos, para participar de uma pesquisa sobre tratamento de afta recorrente.   Os interessados poderão entrar em contato para agendar consulta no telefone (11) 5084-9965, das 7h30 às 16h30, falar Emilly ou Cíntia, ou por e-mail estomatologia@unifesp.br. 

8 - Insônia e exercícios físicos

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE) da Unifesp seleciona homens e mulheres, que tenham entre 30 e 55 anos e sofram de insônia, para participar de estudo com quatro meses de duração sobre o efeito do exercício físico no padrão de sono.   A insônia afeta um terço da população adulta e 10% dos pacientes relatam queixas crônicas, com prejuízos físicos, psicológicos e ocupacionais.   Os interessados podem se inscrever pelo telefone (11) 5572-0177 (com Carolina ou Alexandre) ou pelo e-mail insonia.exercicio@gmail.com

9- Orientação para pais de jovens usuários de drogas

A Unidade de Dependência de Drogas da Unifesp oferece 70 vagas no Ambulatório de Orientação aos Pais de Jovens entre 12 e 25 anos que consumam álcool em excesso ou qualquer outro tipo de droga, mesmo que não sejam dependentes. O ambulatório oferece oito sessões semanais gratuitas às quintas feiras, em horário comercial. 

A tendência, na maioria dos casos, é a negação do uso de drogas dos filhos e a demora para a procura de ajuda. O sentimento de culpa, em muitos casos, impossibilita a busca por ajuda. Isso torna a situação insustentável e com pior prognóstico. 

Alguns atendimentos já realizados pelo grupo indicam que a recuperação dos jovens está diretamente ligada à rapidez com que os pais reconhecem o problema e procuram o tratamento para os filhos. 

Os interessados podem entrar em contato pelo telefone 5549-2500. O serviço está localizado na Unidade de Dependência de Drogas - Uded, na Rua Napoleão de Barros, 1038, próximo ao metrô Santa Cruz. 

10 - Menopausa e qualidade do sono

O departamento de Psicobiologia, da Unifesp, recruta mulheres, com idade entre 50 e 66 anos, que estejam na menopausa há pelo menos um ano e que apresentem, ou não, insônia ou que meditem regularmente há pelo menos três anos. 

Elas participarão de pesquisa clínica com tratamento não farmacológico, aplicando técnicas de relaxamento, com o objetivo de verificar, por meio de testes, a capacidade de memória e a qualidade do sono.   As interessadas não devem tomar medicamentos antidepressivos, indutores do sono, e nem fazer reposição hormonal.   Inscrições: (11) 2149-0162, das 8h às 17h. 

11 - Exercício e fibromialgia

A disciplina de Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp está recrutando voluntárias para participarem de pesquisa sobre exercícios e fibromialgia.   Podem participar da pesquisa mulheres com diagnóstico de fibromialgia do com idade entre 18 e 60 anos de idade e que saibam nadar. Estão disponíveis 30 vagas para o estudo. 

Os encontros acontecerão 3 vezes por semana, por um período de 12 semanas. As interessadas deverão entrar em contato com Giovana Fernandes pelo telefone (11) 8498-7581. 

12 - Tratamento da insônia

O Departamento de Psicobiologia, da Unifesp, recrutas voluntários, com idade entre 20 e 64 anos, que tenham dificuldades em dormir, para estudo com o objetivo de tratar a insônia. 

O voluntário realizará exames de sono, responderá a alguns questionários e fará exame laboratorial. O tempo de duração do estudo será de cerca de dois meses e, durante este período, ele deverá comparecer ao centro de pesquisa para quatro visitas.    Inscrições: (11) 5908-7094 / 7344 / 7121 (horário comercial)   

13 - Efeitos de suplementos alimentares em hipertensos

O Departamento de Medicina Translacional, da Unifesp, está recrutando voluntários para pesquisa sobre os efeitos de suplementos alimentares (aminoácido) na pressão arterial pós-exercício em indivíduos hipertensos. 

Podem se candidatar às vagas homens hipertensos, com idade entre 30 e 55 anos, não fumantes, que não façam uso de nenhum tipo de suplemento alimentar, sem problemas ortopédicos e que não pratiquem exercícios físicos (sedentários). Serão realizados exames de sangue e avaliação física gratuitamente. Há 10 vagas disponíveis.  Inscrições: (11) 5576-4983 - ramal 4, das 8h às 17h, ou pelo e-mail marcosanascimento@uol.com.br. 

Fonte: http://www.guiarioclaro.com.br/materia.htm?serial=151000216

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA DEFICIENTES

O Instituto da Oportunidade Social (IOS), mantido pelo TOTVS, inscreve, até 25/11/2011, para capacitação profissional em Administração e Tecnologia da Informação. O curso é voltado para pessoas com deficiência física (salvo cadeirantes), visual (sub-normal ou baixa visão), auditiva (perda bilateral ou parcial) e reabilitados do INSS – com laudo médico atualizado e CID que contemple a Lei de Cotas (pessoas com deficiência). Os candidatos devem ter entre 16 a 40 anos de idade, ensino médio completo (preferencialmente graduandos universitários) e residir em São Paulo.

Os 22 aprovados farão 14 meses de treinamento no Instituto (Núcleo IOS, em Santana), sendo:

– Dois meses iniciais: aulas de segunda a sexta-feira, das 08h00 às 12h00;

– 3º ao 14º mês: aula uma vez por semana, seis horas por dia (demais dias: atuação na empresa com carga horária de 8 horas).

Os alunos serão contratados pela Certisign – maior empresa brasileira em tecnologia com foco exclusivo nas soluções que utilizam Certificação Digital –, para o cargo de auxiliar administrativo, de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 17h30. Local de trabalho: Cerqueira César. O salário é de R$ 1.000,00/mês e os benefícios: vale refeição (R$ 15,80/dia); vale alimentação (R$ 145,80/mês); vale-transporte; seguro saúde (Allianz); assistência odontológica (Amil); convênio com SESC e instituições de ensino.

Interessados: encaminhar currículo para o e-mail inclusao@ios.org.br.

Sobre o IOS: O Instituto da Oportunidade Social busca, apoia e monitora a empregabilidade de jovens e pessoas com deficiência que tenham menor acesso às oportunidades do mercado de trabalho. Fundado em 1998, o IOS já capacitou mais de 20 mil jovens. O Núcleo IOS localiza-se na Rua Alferes Magalhães, 256 – a duas quadras do metrô Santana.

www.ios.org.br

Sobre a Certisign: Fundada em 1996, foi a primeira autoridade certificadora a entrar em operação em solo brasileiro e a terceira no mundo. A Certisign está presente em todas as capitais e principais cidades do Brasil. Endereço de trabalho completo: Rua Bela Cintra, 904 – 16º andar – Cerqueira César – SP (próximo ao metrô Consolação).

www.certisign.com.br/

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