quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Filme sobre Autismo: Um amigo inesperado

Repasso mais uma publicação, desta vez de um ótimo site Caraminhadas, segue na íntegra.

Um olhar “aditivo” para o processo de aprendizagem

Baseado em livro que narra uma história verídica, o filme conta a vida de Kyle, um menino autista de seis anos, que vive em seu próprio mundo, entregue a algumas (poucas) atividades, dentre as quais se destaca assistir vídeos de animação que têm como protagonista um trem, de nome Thomas, muito popular entre as crianças inglesas.

Os pais de Kyle encontram dificuldades em se relacionar com ele (e entre si também, principalmente no que diz respeito ao que fazer com o filho), mas a avó materna parece encontrar maneiras de fazê-lo realizar algumas ações. É dela a ideia de usar um boneco para dizer ao neto que ele deve fazer alguma coisa, como comer, ou parar de fazer alguma coisa porque é hora de ir embora. Com esse estratagema, ela consegue que o menino a obedeça.

Também é dela a ideia de dar um cachorro para Kyle, o qual é imediatamente nomeado de Thomas por ele. Com isso, fica evidente que ele, nesse momento, transfere para o cachorro o vínculo positivo que dispensava para o personagem do desenho animado, atitude esta que traz bons presságios.

E de fato, desde o início da convivência com Thomas, Kyle começa a apresentar notáveis avanços, como brincar, realizar ações rotineiras (ir para a cama, comer, pedir para fazer xixi), conversar e até mesmo desenhar, embora todos os avanços estejam fortemente conectados com o cachorro, o que ainda deixa os pais um pouco de fora da vida do filho.

O foco desta Cineminhola é refletir sobre a direção em que o processo de aprendizagem deve ocorrer, principalmente nos casos de crianças que têm uma maneira muito particular de ver e de viver o mundo, carreguem elas qualquer rótulo que seja – autismo, dislexia ou mesmo alguma das síndromes que hoje tanto tiram o sono das escolas. Independentemente do diagnóstico que as caracterize, o fato é que podemos olhar para essas crianças com olhos educativos de natureza “subtrativa” ou “aditiva”.

O olhar de subtração é o que observa tudo aquilo que a criança ainda não faz e mede o quanto suas condutas e suas aprendizagens se distanciam do “normal” e do esperado. O olhar aditivo, pelo contrário, se encanta com cada nova aprendizagem, vai somando-a às anteriores e deixa escancarada a expectativa de que outras tantas virão, mesmo que custem a chegar ou que acabem não vindo.

Particularmente, penso que é melhor apostar que novas aprendizagens são possíveis do que colocar todas as fichas em uma certeza (baseada em que bola de cristal?) de que o futuro é sombrio porque o processo de aprender irá estagnar ou já fechou as portas. Neste momento, parece-me oportuno relembrar uma deliciosa frase do poeta francês Jean Cocteau: “não sabendo que era impossível, foi lá e fez”.

Crianças como Kyle precisam de adultos que se dirijam para dentro de seu universo e de lá de dentro comecem a trazê-las para o universo cá de fora. No caso específico deste menino, no entanto, quem cumpriu esse papel inicialmente foi um cachorro, sendo que seus pais, ao perceber que podiam se comunicar com o filho fazendo-se passar pelo animal, conseguiram entrar em cena e assumir as rédeas desse longo e doloroso percurso de um universo ao outro.

O menino verdadeiro (chamado Dale Gardner), que inspirou o personagem do filme, declarou, aos 18 anos, que se os pais não tivessem se comunicado com ele por meio do cachorro, teria parado de falar completamente, tal era o pavor que experimentava ao se deparar com a complexa variedade de feições faciais e corporais que as pessoas utilizam ao se comunicar. Em oposição a isso, a simplicidade das expressões faciais do cachorro foi o que permitiu Dale, na vida real, sentir-se confiante o suficiente para iniciar seu processo de comunicação e, por conseguinte, de aprendizagem.

Enfim, a mim me parece que o caminhar educativo sobre crianças e jovens que vivem em outros mundos ou usam óculos diferentes da maioria para ver o mundo de cá, seja qual for a problemática que os aprisiona, deve começar com a iniciativa do adulto se movendo na direção da criança ou do jovem para buscar entender, pelo lado de dentro de seu universo, a construção do seu sistema de significações e, de lá, vir acompanhando-o, em atitude permanentemente aprendente, o passo a passo de sua jornada para o universo de cá, sem jamais deixar de acolher as conquistas obtidas com olhos aditivos em vez de subtrativos.

Ficou curioso?

O filme feito para TV “Meu Filho Meu Mundo” (no original, Son-Rise, A miracle of Love, de Glenn Jordan, EUA, 1979) também retrata uma história verídica de autismo, que redundou na criação de uma metodologia revolucionária para cuidar de pessoas autistas.

Veja o filme agora

Filme sobre Dislexia

Divido com vocês uma postagem do blog Prática Pedagógica sobre dislexia, na verdade é sobre um filme que aborda o tema, chamado: Como Estrelas na Terra.

Leia na íntegra o texto da Ana Paula Pacheco autora do blog.

“Assisti esse filme e considerei muito bom, por isso gostaria de dividir com vocês. Vale a pena conferir.

Taare Zameen Par – conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida.Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma.Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida…”

Assista ao filme agora

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Açafrão com ômega 3 ajuda a reconstruir medula espinhal

02/07/2012 - Redação do Diário da Saúde

Açafrão com ômega 3 ajuda a reconstruir medula espinhal

A curcumina, presente no açafrão, é um poderoso antioxidante que, além de evitar inflamações, é um reforçador do sistema imunológico, destrói células do câncer e está sendo usado também contra o câncer de pele.

Dieta nervosa

Uma combinação de alimentos inusitada permitiu que animais de laboratório se recuperassem de danos neurológicos na medula espinhal, equivalentes a doenças debilitantes no ser humano.

Para isso, eles foram alimentados com uma dieta enriquecida com o popular ácido graxo ômega-3 e com curcumina, um composto encontrado no açafrão (ou cúrcuma).

Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia de Los Angeles, o suplemento ajudou a reparar as células nervosas e manter a função neurológica depois de danos degenerativos na região do pescoço.

No ser humano, danos similares são causados pelo envelhecimento.

Com isso, os cientistas apontam mecanismos preventivos de combate à condição por mudanças na dieta, em vez de tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos posteriores, que geralmente não alcançam os resultados esperados.

Açafrão com ômega-3

"O envelhecimento natural frequentemente estreita o canal espinhal, fazendo pressão sobre a medula espinhal e danificando os tecidos," explica o Dr. Langston Holly, coordenador do estudo.

"Embora uma cirurgia possa aliviar a pressão e evitar danos maiores, a cirurgia não consegue reparar danos às células e às fibras nervosas. Nós queríamos ver se uma suplementação dietética poderia ajudar a medula espinhal a reconstruir-se a si própria," completa.

E por que eles escolheram o açafrão e o ômega-3?

O ácido docosahexanoico (DHA) é um ácido graxo com poder para reparar as membranas celulares - ele vem apresentando bons resultados também para prevenir o Mal de Alzheimer.

Já a curcumina é um poderoso antioxidante que, além de evitar inflamações, é um reforçador do sistema imunológico, destrói células do câncer e está sendo usado também contra o câncer de pele.

Mielopatia cervical

Nas cobaias, os pesquisadores simularam a mielopatia cervical, uma condição progressiva que é a principal causa de dificuldades de andar em pessoas com idade acima dos 55 anos.

A mielopatia cervical pode levar a sintomas neurológicos debilitantes, como problemas para andar, dores no pescoço e nos braços e fraqueza nos membros.

A dieta conseguiu eliminar o problema nas cobaias.

"O DHA e a curcumina parecem acionar vários mecanismos moleculares que preservaram as funções neurológicos nos animais," disseram os pesquisadores. "Este é um primeiro passo encorajador para entender o papel da dieta na proteção do corpo contra doenças neurológicas."

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=acafrao-omega-3-medula-espinhal&id=7916&nl=sit

segunda-feira, 25 de junho de 2012

É COM MUITO CARINHO QUE PEDIMOS A COLABORAÇÃO PARA A COMPRA E DIVULGAÇÃO DESTA FEIJOADA BENEFICENTE.
TRATA-SE DE UMA ARRECADAÇÃO PARA O EXAME DE UM GAROTINHO QUE ESTÁ SERIAMENTE DOENTE.
NÓS ESTAMOS TENTANDO AJUDAR ESTA MÃE E JÁ CONFERIMOS PESSOALMENTE TODAS AS INFORMAÇÕES.
CASO QUEIRAM TIRAR MAIS ALGUMA DÚVIDA ENTREM EM CONTATO POR EMAIL:
apoiosocialbrasil@gmail.com
OU NO PRÓPRIO FACEBOOK DO ISAAC - O NOME DA MÃE É CRISTINA
http://www.facebook.com/isaacmatheusaraujo?ref=ts


OBRIGADA PELA COLABORAÇÃO!!!



sexta-feira, 22 de junho de 2012

Instituto Pró-Cidadania - Vagas

imageO Instituto Pró-Cidadania é uma organização não governamental, sem fins lucrativos.

Nosso principal objetivo é a inclusão social de Pessoas com Deficiência, através do desenvolvimento e capacitação profissional, facilitando a sua inclusão em vagas de empresas, e também preparar as empresas para receber este público especial, com alta capacidade produtiva.

Seguindo o princípio da igualdade entre os seres, o Instituto Pró-Cidadania trabalha para reduzir preconceitos e disseminar a ideia de que a limitação humana é algo normal e comum a todas as pessoas, mesmo as que não apresentam deficiências aparentes.

Acesse para se informar sobre vagas: https://www.vagas.com.br/PagEmpr.asp?e=ipc&t=3554

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Comer peixe pode reduzir os sintomas de depressão

    09 de maio de 2012

    Uma pesquisa anterior sugeriu que o consumo de certas variedades de peixes ricos em ômega-3 os ácidos graxos, o ácido eicosapentaenóico (EPA) e docosahexaenóico (DHA) pode ajudar a aliviar sintomas da depressão.Em um novo estudo, os cientistas analisaram essa conexão através da análise dos dados de 10.480 homens e mulheres que participaram da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição de 2005-2008. A informação incluída consumo de peixe ao longo de um período de 30 dias ea ingestão de EPA e DHA.

    Os resultados mostraram que o consumo de peixe empanados resultou em mais graves sintomas de depressão. No entanto, o aumento do consumo de EPA e DHA em peixes frescos foi significativamente associada com a experiência menos sintomas de depressão.

    Os autores concluíram que a ingestão de peixes ricos em ômega-3 os ácidos gordos podem beneficiar pessoas que sofrem de depressão. No entanto, mais estudos são necessários para confirmar esses achados.

    Os principais ácidos graxos na dieta humana são omega-3 e ômega-6. Fontes alimentares de ômega-3 são ácidos graxos de óleo de peixe e certas plantas e óleos de nozes. Os ácidos graxos ômega-6 na dieta vem principalmente de óleo de palma, soja (soja), óleo de colza e girassol. Os ómega-9 ácidos gordos não são considerados essenciais, porque podem ser produzidos no interior do corpo. As fontes de ómega-9 ácidos gordos incluem gordura animal e de óleo. O óleo de peixe contém ômega-3 ácidos graxos docosahexaenóico (DHA) e ácido eicosapentaenóico (EPA). Algumas nozes, sementes (linho) e óleos vegetais (canola, soja, linhaça e oliva) contêm ácido alfa-linolênico (ALA), que o corpo pode converter em EPA e DHA.

    A razão óptima de omega-6 e omega-3 é de 4:1, enquanto que a dieta Americana proporciona geralmente uma razão de 20-30:1. Verificou-se que, nos Estados Unidos, a percentagem de DHA e EPA são mais baixos do que em outros países com menos incidência de doenças cardíacas, tais como Japão.

    Tem sido desde há muito conhecido que os ácidos gordos ómega-3 desempenham um papel crítico no crescimento, mas, mais recentemente, tem sido sugerido que proporcionam uma vasta gama de benefícios para a saúde, vários dos quais são bem suportados na literatura, reduções, incluindo no risco de doença cardíaca e regulação do colesterol. Vários estudos que investigam o tratamento de outras condições, tais como câncer e certos distúrbios neurológicos ou psicológicos (depressão e transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH)), também mostraram resultados iniciais promissores. Devido a estes e outros benefícios de saúde alegados, óleo de peixe, naturalmente ricos em ômega-3 os ácidos gordos, ganhou popularidade como um suplemento dietético.

    Vida e Saúde: Source

    O ácido fólico importante para reduzir o risco de autismo

    O ácido fólico importante para reduzir o risco de autismo

    12 jun 2012

    Um novo estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, mostram que as mães de crianças com autismo referem ter tido menos de ácido fólico durante a gravidez.

    As atuais recomendações são cerca de 600 microgramas por dia. Se tomado corretamente, o risco no primeiro mês de gravidez caiu 38% de ter filhos com autismo ou síndrome de Asperger.

    Ácido fólico Atualmente é recomendado para mulheres porque este reduz o risco de formação de defeitos do tubo neural ou espinha bífida. Mas os pesquisadores afirmam que a relação entre autismo e ácido fólico seria ainda controversa. Aparentemente, o estudo mostra que o primeiro mês de gravidez seria a mais importante. O governo dos Estados Unidos decidiu fortificar a maioria de seus cereais com esta vitamina para minimizar o impacto para a saúde.

    O ácido fólico também é encontrada em cereais enriquecidos ou grãos integrais, legumes, nozes, beterraba, frutas e sucos.

    Dr. Arnaldo Hurtado | Especialista em Nutrição Clínica

    O ácido fólico, folacina ou ácido pteroil-L-glutâmico, também conhecido como vitamina B9 ou vitamina M, é uma vitamina hidrossolúvel pertencente ao complexo B necessária para a formação de proteína sestruturais e hemoglobina.

     

    Benefícios

    O ácido fólico é efetivo no tratamento de certas

    • Pode manter espermatozóides saudáveis.
    • É um dos componentes indispensáveis para uma gravidez saudável.
    • Reduz risco de mal de Alzheimer.
    • Pode ajudar a evitar doenças cardíacas e derrame.
    • Ajuda a controlar a hipertensão.

    Encontrado em vísceras de animais, verduras de folha verde, legumes, frutos secos, grãos integrais e levedura de cerveja. Ele se perde nos alimentos conservados em temperatura ambiente e durante o cozimento. Ao contrário de outras vitaminas hidrossolúveis, é armazenado no fígado e sua ingestão diária não é necessária. Sua insuficiência nos seres humanos é muito rara.

    No Brasil, há uma lei que determina que a farinha de trigo seja enriquecida com ferro e ácido fólico (e produtos derivados, como o pão) para diminuir a ocorrência de anemia principalmente em crianças.

    Se a mulher tem ácido fólico suficiente durante a gravidez, essa vitamina pode prevenir defeitos de nascença no cérebro e na coluna vertebral do bebê, como a espinha bífida. Pois o ácido fólico participa na formação do tubo neural no feto.

     

    Sinais e sintomas de níveis anormais do nutriente

    Hipovitaminose: anemias, anorexia, apatia, distúrbios digestivos, cansaço, dores de cabeça, problemas de crescimento, insônia, dificuldade de memorização, aflição das pernas e fraqueza.

    Hipervitaminose: euforia, excitação e hiperatividade.

    A fórmula molecular do ácido fólico é C19H19N7O6.

     

    Prevenção na gravidez

    O ácido fólico atua na prevenção de anomalias congênitas no primeiro trimestre da gestação. Ele é recomendado na prevenção primária da ocorrência de defeitos do fechamento do tubo neural, que entre os dias 18 e 26 do período embrionário transforma-se na espinha. Defeitos do tubo neural são malformações que ocorrem no início do desenvolvimento fetal, sendo os principais: anencefalia e espinha bífida. As doses diárias recomendadas são de 0,4 a 0,8 mg no período de no mínimo um mês antes da concepção até três meses ou 12 semanas de gravidez (1º trimestre).

    O principal problema desta prevenção reside no fato de cerca de metade das gestações não serem planejadas e, assim, quando as mulheres descobrem que estão grávidas já é tarde para se fazer a suplementação com o ácido fólico. Por este motivo o principal foco é que as mulheres em idade reprodutiva tenham uma alimentação balanceada que contenha alimentos ricos em ácido fólico. As principais fontes deste nutriente são as vísceras, o feijão e os vegetais de folhas verdes como o espinafre, aspargo e o brócolis, além de abacate, abóbora, carne de vaca, carne de porco, cenoura, couve, fígado, laranja, leite, maçã, milho, ovo e queijo.

    quinta-feira, 14 de junho de 2012

    As respostas para 20 dúvidas sobre inclusão

    Dúvidas sobre inclusão na escola. Foto: Raoni Madalena

    A professora Roberta Villaça e Isabely dos Santos, da EMEB Helena Zanfelici da Silva, em São Bernardo do Campo, SP

    A revista Nova Escola deste mês traz um reportagem sobre a experiência de sete professoras que garantem a aprendizagem de seus alunos com deficiência em turmas regulares. Mas nós sabemos que incluir de verdade ainda é um desafio.

    Por isso, respondemos às principais dúvidas sobre a legislação em relação à matrícula, ao currículo, à avaliação e aos recursos necessários para a inclusão. Também preparamos uma série de textos explicando as características das deficiências e síndromes mais conhecidas e listamos alguns livros e sites para você pesquisar e se aprofundar no tema.

    Você também pode tirar suas dúvidas sobre inclusão de alunos com deficiência com a professora Rossana Ramos, da Universidade de Pernambuco (UPE). Basta enviar seu comentário para o nosso fórum. Boa leitura!

    Legislação e prática pedagógica

    1. Existem parâmetros curriculares nacionais para se promover a inclusão nas escolas?
    2.
    Que documentos a escola deve receber dos pais para matricular um aluno com deficiência?
    3.
    Alunos com deficiência devem ser matriculados de acordo com a faixa etária ou com o desenvolvimento intelectual?
    4.
    Crianças com deficiência intelectual cumprem a mesma carga horária que os colegas na escola regular?
    5.
    As escolas são obrigadas a manter um tradutor de Libras nas salas de aula para os alunos com deficiência auditiva? O que fazer se a escola não tiver esse profissional?
    6.
    Como avaliar as aprendizagens dos alunos com deficiência?
    7.
    A escola deve redigir documentos específicos de diagnóstico e avaliação de alunos com deficiência?

    Orientações sobre as deficiências e síndromes

    8. O que é e como lidar com a deficiência física?
    9.
    O que é como lidar com a deficiência visual?
    10.
    O que é e como lidar com a deficiência auditiva?
    11.
    O que é e como lidar com as deficiências intelectuais?
    12.
    O que é e como lidar com as deficiências múltiplas?
    13.
    O que é e como lidar com a surdo-cegueira?
    14.
    O que é o autismo?
    15.
    O que são os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)?
    16.
    O que é Síndrome de Down?
    17.
    O que é Síndrome de Rett?
    18. O que é Síndrome de Asperger?
    19.
    O que é Síndrome de Williams?
    20.
    O que é e como lidar com a paralisia cerebral?

    Quer saber mais?

    Bibliografia
    Caminhos Pedagógicos da Inclusão, Maria Teresa Eglér Mantoan, 243 págs., Ed. Memnon, tel. (11) 5575-8444, fora de catálogo.
    Educar para a diversidade, Cláudia Regina de Paula, 138 págs., Ed. Ibpex, tel. (41) 2103-7306.
    Inclusão na Prática, Rossana Ramos, 128 págs., Summus Editorial, tel. (11) 3872-3322, 32,90 reais.
    Inclusão: Reflexões e Possibilidades, Maria Sirley dos Santos, Maria Regina Viana Pannuti e Herculano R. Campos, 144 págs., Edições Loyola, tel. (11) 3385-8500.
    Inclusão: Um Guia para Educadores, Susan e William Stainback, 456 págs., Ed. Artmed, tel. 0800 703 3444, 79 reais.
    Passos para a Inclusão, Rossana Ramos, 64 págs., Ed. Cortez, tel. (11) 3611-9616, 13 reais.
    TDAH nas Escolas, George J Du Paul , 280 págs., Ed. M.Books, tel .(11) 3645-0409, 65 reais.
    Internet
    Em
    ww.educacaoonline.pro.br, entre em Artigos, clique em Educação Inclusiva e digite na busca caminhos para ter acesso ao artigo "Caminhos Pedagógicos da Inclusão", Maria Teresa Eglér Mantoan.
    Em
    http://abr.io/mecinclusao, encontre as publicações produzidas pelo Ministério da Educação (MEC).
    Em
    http://abr.io/inclusiva, leia a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
    Em
    www.assistiva.com.br, conheça recursos da tecnologia assistiva.

    terça-feira, 5 de junho de 2012

    1º aluno com Down da UFG

    Aprovado no vestibular, 1º aluno com Down da UFG rompe preconceito
    23 de fevereiro de 2012 19h19

    Kallil comemorou a aprovação ao lado da irmã, Kamilla Assis Tavares. Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação

    ANGELA CHAGAS

    Ser aprovado em uma faculdade pública é um sonho de muitos jovens que se tornou realidade para Kallil Assis Tavares, 21 anos, que na próxima segunda-feira começa a estudar geografia no campus de Jataí da Universidade de Goiás (UFG). Para a instituição, a conquista de Kallil é ainda mais importante e precisa ser reverenciada, já que ele é o primeiro aluno com Síndrome de Down a ingressar na universidade. "Isso demonstra que nós estamos conseguindo superar o preconceito, que infelizmente ainda existe em nossa sociedade", afirma a coordenadora do Núcleo de Acessibilidade da UFG, professora Dulce Barros de Almeida.

    Kallil não teve correção diferenciada, concorreu de igual para igual com todos os outros candidatos. "Apenas pedimos para que a universidade disponibilizasse um monitor para ler a prova e que as letras dos textos fossem maiores porque ele tem baixa visão", disse a mãe do jovem, Eunice Tavares Silveira Lima. Segundo ela, Kallil sempre foi estudioso e desde criança gostava de mapas.

    "No segundo ano do ensino médio ele decidiu que iria fazer vestibular para geografia. Nós apoiamos a escolha, mas ficamos surpresos com a aprovação, era uma prova muito difícil", afirmou Eunice. Ela ainda disse que o filho estudou apenas dois anos em uma escola especial. Com 5 anos de idade ele foi para um colégio privado de ensino regular. "O colégio não tinha nenhum aluno com Down, mas quando há vontade de se trabalhar a inclusão, se dá um jeito. Foi disponibilizado um monitor e os professores sempre apoiaram meu filho", conta.

    Ela acredita que o fato de Kallil ter estudado em uma escola regular vai contribuir com a adaptação na universidade. "Não sou contra as escolas especiais, mas elas devem servir como um apoio, um lugar para onde os alunos vão no contraturno", explica. A mãe ainda disse que não cria expectativas sobre como será o desempenho dele daqui em diante. "Não estamos programando nada especial para o Kallil quando começar as aulas. De acordo com as necessidades que ele apresentar, nós como família e a universidade teremos de nos adaptar", disse ao destacar que o filho pode precisar do auxílio de um monitor durante as atividades em aula.

    A coordenadora do Núcleo de Acessibilidade da UFG concorda sobre a importância de alunos com necessidades especiais frequentarem escolas regulares e diz que a universidade tem a obrigação de atender todas as exigências desses estudantes para que eles cumpram com o direito de fazer um curso superior. "Nós temos um aluno cego no curso de Ciência da Computação que recebe acompanhamento de um monitor. Se essa for a necessidade de Kallil, com certeza estaremos prontos para disponibilizar isso".

    O núcleo para atender alunos com necessidades especiais na UFG foi criado em 2010. De lá para cá, a instituição ganhou 15 estudantes surdos, que fazem o curso de Letras, além do jovem cego. A professora Dulce espera que o caso de Kallil sirva de exemplo para que nas próximas seleções mais estudantes com necessidades semelhantes sintam-se motivados em fazer um curso superior. "Isso incentiva as famílias a acreditar no potencial que essas pessoas têm. E cabe a nós, como educadores, mostrar que o preconceito não pode existir mais", completa.

    Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/

    Estimulação precoce do down

    1estprecEnquanto sua criança cresce e se desenvolve, você provavelmente entrará em contato com uma série de profissionais que podem oferecer ajuda e apoio.

    A estimulação essencial ou precoce simplesmente significa ajuda de profissionais como fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, por exemplo, que vão analisar em que áreas seu filho pode estar passando por dificuldades para criar um programa de apoio.

    Se o seu filho precisar de muito apoio, poderá parecer que sua vida se tornou uma maratona de avaliações e sessões de terapia. Pode ser muito difícil lidar com isso, mas tente mater um espírito positivo pois isso beneficiará seu filho no futuro.

    (Fonte: Downs Syndrome UK)

    Veja no site do Movimento Down uma série de informações de como ajudar seu filho: http://www.movimentodown.org.br/nodequeue/4

    Site Movimento Down

    1mdEntrevista com Maria Antônia Goulart, advogada e diretora do Movimento Down para CBN.

    Ouça a entrevista aqui.

    Lançado há dois meses já teve mais de 10 mil acessos e recebeu cerca de mil perguntas.

    Estímulos a uma criança com Down devem começar desde o nascimento.

    Sobre o site:

    Reunindo dezenas de organizações públicas e da sociedade civil, brasileiras e do exterior, o Movimento Down surgiu para congregar informações e esforços dirigidos às pessoas com síndrome de Down e com deficiência intelectual, com o objetivo de otimizar as ações em prol da inclusão dessas pessoas em todos os espaços da sociedade. Seu objetivo é melhorar a qualidade de vida dos brasileiros com síndrome de Down e de suas famílias.

    É muito desigual em nosso país o acesso à informação de famílias que possuem um filho com síndrome de Down. Em lugares remotos, e mesmo nos grandes centros, muitas noções ainda são antiquadas e muitas vezes a desinformação pode colocar em risco o desenvolvimento e até mesmo a vida de indivíduos com síndrome de Down.

    Trabalhamos no sentido de socializar o conhecimento e ajudar as pessoas com síndrome de Down a desenvolver todo seu potencial através da divulgação de informação e, através de parcerias com diversas entidades, apoio a eles, suas famílias e profissionais.

    http://www.movimentodown.org.br/

    Fonte: http://cbn.globoradio.globo.com

    domingo, 3 de junho de 2012

    Japonesa posa nua em calendário para ir à Paralimpíada

    Sem recursos para bancar treinamentos e próteses, corredora Maya Nakanishi resolveu posar nua para um calendário, vendido a 1,2 mil ienes

    Contando apenas com um financiamento enxuto do governo japonês para custear seus treinamentos, a corredora paralímpica Maya Nakanishi, de 26 anos, resolveu buscar outras formas de arrecadar fundos para concretizar o sonho olímpico. A atleta lançou, em fevereiro deste ano, seu próprio calendário, onde aparece nua em várias fotos.

    A japonesa perdeu a perna aos 21 anos, após sofrer um acidente de trabalho. Antes uma tenista iniciante, ela acabou entrando para o atletismo paralímpico, e tornou-se a recordista asiática dos 200m na categoria T44 – para amputados abaixo do joelho – e do salto em distância.

    Nakanish se prepara, desde 2009, no Centro de Treinamento Olímpico dos Estados Unidos, situado na Califórnia. Com recursos exíguos para manter-se treinando e comprar as próteses necessárias para competir em Londres, a atleta produziu sete mil cópias de seu calendário, que está sendo vendido a 1,2 mil ienes. Cada prótese usada pela atleta custa R$ 29 mil, e ela precisa de duas para disputar os Jogos.

    Em Pequim-2008, Maya Nakanishi foi a primeira japonesa a figurar numa final paralímpica dos 100m, prova em que é a recordista nacional.

    Crianças desaparecidas

    imageSP adota medidas para melhorar busca de crianças desaparecidas
    02 de junho de 2012 19h08

    O governo do Estado de São Paulo lançou, na última semana, uma campanha para melhorar o sistema de busca de crianças e adolescentes desaparecidos no Estado. Entre as medidas previstas, está a exigência de identificação por fotografia digitalizada de jovens que se matricularem ou renovarem a matrícula nas instituições de ensino.

    A campanha, que envolve as secretarias de Segurança Pública, Justiça e Defesa da Cidadania; Educação; Saúde, Desenvolvimento Social; e dos Direitos das Pessoas com Deficiência, também pretende conscientizar a população sobre a importância da comunicação rápida do desaparecimento, sem a necessidade de aguardar o prazo de 24 horas.

    "Muitas vezes, uma dificuldade que ocorre com relação a desaparecimento de crianças e adolescentes é que a família sequer tem uma foto atualizada da criança. Se todo ano isso for um requisito, e as escolas já tiverem uma foto da criança e esta foto estar sempre atualizada no banco de dados da escola, isso vai colaborar com relação às famílias que não têm fotos atualizadas das crianças", disse Ariel de Castro Alves, presidente da Fundação Criança de São Bernardo do Campo e vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

    O governo paulista também anunciou que vai utilizar a tecnologia de progressão de idade ou de envelhecimento digital, que faz uma simulação de como estas crianças desaparecidas estariam nos dias atuais. É um processo semelhante ao que já vem sendo usado há alguns anos pela Polícia Civil no Paraná.

    Apesar de elogiar estas ações, Alves disse ainda considerar as medidas insuficientes. Uma das reclamações é que a campanha deixou de lado a divulgação de fotos dos desaparecidos em locais públicos.

    "Essa campanha não traz grande novidade. Nossa expectativa é que, além de divulgar o material no âmbito preventivo, como nas estações de metrô, por exemplo, fosse importante também divulgar fotos das crianças que estão realmente desaparecidas atualmente no Estado de São Paulo. E isso não está previsto. Gostaríamos que, em todas as edições do Diário Oficial do Estado e também nos próprios transportes públicos, essas fotos fossem divulgadas para poderem colaborar com a busca, localização e identificação de crianças e adolescentes desaparecidos", ressaltou.

    imageAlém disso, Alves citou que a campanha não se preocupou em criar delegacias especializadas nos municípios paulistas para lidar com o problema. "Também gostaríamos que tivesse as delegacias especializadas da criança e do adolescente vinculada em cada delegacia seccional, para que elas pudessem atender adequadamente as famílias das crianças e adolescentes que desaparecem", disse.

    Durante ato em solidariedade às pessoas desaparecidas ocorrido ontem na Assembleia Legislativa, entidades reclamaram da falta de preparo dos agentes públicos e de um sistema interligado de informações para lidar com o problema.

    "Precisaríamos realmente ter um cadastro estadual de pessoas desaparecidas, o que ainda não foi lançado. Precisaríamos de um cadastro automático, ou seja, a partir do momento em que se fez o boletim de ocorrência e a família levou a foto da pessoa (desaparecida), isso imediatamente iria para um sistema, um cadastro estadual. Mas isso até agora não foi anunciado e não fez parte desse pacote que foi lançado pelo governo", alertou.

    Em 2010, o governo federal criou um Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, mas ele também não está totalmente integrado com as delegacias de todo o País. "Nem o cadastro nacional ainda tem essa integração. E o governo federal justifica que os Estados não encaminham informações para que exista o sistema que integre todos", completou.

    No Brasil, atualmente, cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano. Desse total, nove mil são crianças e adolescentes que desaparecem em São Paulo. Segundo a Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, 16% dos casos são de jovens que apresentam algum tipo de deficiência.

    Em caso de desaparecimento, a campanha orienta para que se acione imediatamente o telefone 190. Segundo o governo, é importante descrever todos os detalhes que identifiquem a pessoa. Se possível, com fotos recentes ou documentos que possam identificá-la. Não é necessário esperar o prazo de 24 horas para comunicar um desaparecimento. Mais informações podem ser obtidas no site do programa do governo de SP.

    Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/SP+adota+medidas+para+melhorar+busca+de+criancas+desaparecidas.html

    sexta-feira, 1 de junho de 2012

    Rato paralítico volta a andar

    Técnica usa próteses e reabilitação para superar lesões na medula espinhal

    Uma técnica revolucionária que une estimulação neuronal e reabilitação com auxílio de uma espécie de vestimenta cibernética permitiu que ratos que perderam os movimentos das patas por causa de lesões graves na medula voltassem a andar e até correr em pouco tempo, em uma nova esperança para pessoas com paralisia. O experimento mostrou que a parte lesionada da espinha pode se recuperar quando sua inteligência e capacidade regenerativa inatas são ativadas, em um tipo de “cérebro espinhal”, como definiu Grégoire Courtine, da Escola Politécnica Federal de Lausane (EPFL), na Suíça, e principal autor de artigo sobre o método, publicado na edição de hoje da revista “Science”. — Esta é a Copa da Mundo da neurorreabilitação — comemorou Courtine. — Nossos ratos viraram atletas quando poucos semanas antes estavam completamente paralisados. Estou falando de cerca de 100% de recuperação dos movimentos voluntários.

    image

    Neuroplasticidade dormente

    O estudo, iniciado há cinco anos na Universidade de Zurique, pode levar a uma mudança profunda na maneira como a ciência entende o funcionamento do sistema nervoso central. Sabe-se que o cérebro e a medula podem se adaptar e se recuperar de lesões moderadas, uma capacidade chamada de neuroplasticidade. Até agora, porém, a espinha havia demonstrado pouca plasticidade após sofrer lesões severas, impossibilitando sua regeneração.A pesquisa de Courtine, no entanto, provou que sob determinadas condições a recuperação é possível nestes casos, mas apenas se as capacidades “dormentes” da medula forem despertadas.

    Para isso, Courtine e sua equipe injetaram nos ratos uma solução contendo antagonistas de monoaminas — uma família de neurotransmissores que inclui a norepinefrina, a serotonina e a dopamina. Estas substâncias provocam respostas dos neurônios ao se ligarem aos receptores dos neurotransmissores nestas células. O coquetel químico, então, substitui os neurotransmissores normalmente liberados pelos processos cerebrais de indivíduos saudáveis, preparando os neurônios para coordenarem o movimento dos membros quando necessário. Cinco a dez minutos após as injeções, os pesquisadores estimularam eletricamente a medula com eletrodos implantados na superfície do canal espinhal, conhecida como espaço epidural.

    Depois de algumas semanas de neurorreabilitação com uma combinação de um suporte robótico e estimulação eletroquímica, nossos ratos não só começaram a andar voluntariamente como rapidamente estavam correndo, subindo escadas e desviando de obstáculos — contou Courtine.

    Em um artigo anterior, publicado na revista “Nature Neuroscience” em 2009, Courtine já havia relatado que, quando estimuladas, as medulas de ratos totalmente isoladas do cérebro por lesões desenvolviam-se de maneira surpreendente, assumindo as funções de modular o movimento das patas quando os animais eram colocados sobre uma esteira. O andar, no entanto, era involuntário, com o rolar da esteira provocando uma resposta sensorial, que fazia o “cérebro espinhal” tomar o controle do processo sem a necessidade de ordens diretas do cérebro dos animais. Isso fez os pesquisadores especularem se bastaria apenas um sinal fraco do cérebro para que a movimentação fosse iniciada por vontade própria dos ratos.

    Para testar essa hipótese, no novo experimento Courtine substituiu a esteira por um sistema robótico que sustentava os ratos e só entrava em ação se e quando os animais perdiam o equilíbrio, dando a eles a impressão de terem uma medula saudável. Isso encorajou os ratos a decidirem cruzar uma plataforma para alcançar uma isca de chocolate.

    Este treinamento da vontade traduziu-se em uma quadruplicação do número de fibras nervosas entre o cérebro e a espinha, um crescimento que prova o tremendo potencial da neuroplasticidade mesmo após lesões severas no sistema nervoso central — disse Janine Heutschi, que também contribuiu para a pesquisa.

    Desenvolvimento como na infância

    Courtine batizou este crescimento de “nova ontogenia”, um tipo de duplicação do que acontece durante a fase de desenvolvimento de uma criança. Os pesquisadores descobriram que as novas fibras nervosas formaram um atalho em volta da lesão original na medula, permitindo que os sinais do cérebro alcançassem a espinha despertada pelo processo eletroquímico. Além disso, estes sinais eram fortes o suficientes para que os ratos começassem a se mover em direção à isca sobre uma superfície fixa, e não uma esteira, suportando todo o próprio peso nas suas patas, o que significa que andar era voluntário.

    A princípio, a reação da medula espinhal dos ratos ao tratamento dá aos pesquisadores razões para acreditarem que pessoas com o mesmo tipo de lesão possam se beneficiar do processo. Courtine pretende começar testes clínicos com humanos em um prazo de um a dois anos, período no qual pesquisadores da EPFL, em conjunto com o projeto NeuWalk, que recebeu 9 milhões de euros em financiamento, esperam desenvolver um sistema de próteses robóticas neuronais similar ao implantado nos ratos para uso em seres humanos.

    Veja este vídeo que mostra um pouco sobre a técnica

    Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia/nova-esperanca-na-luta-contra-paralisia-por-lesoes-na-medula-5083712

    terça-feira, 29 de maio de 2012

    Arthur e o Infinito - Um olhar sobre o autismo

     

    http://www.facebook.com/arthureoinfinito

    O vídeo apresenta em 3 minutos e 30 segundos o projeto do filme curta metragem Arthur e o Infinito - Um olhar sobre o Autismo, da diretora Julia Rufino.

    Marina e César são os pais de duas crianças, Sofia de 10 anos e Arthur, de 6 anos. Quando Arthur tinha um ano e meio de idade, começou a apresentar um comportamento diferente das outras crianças, como por exemplo a sua comunicação era precária, parecia não ouvir quando seus pais o chamavam e quase não tinha contato visual. Essas características levaram os pais a procurarem médicos e especialistas. A longa busca dos pais só terminou quando Arthur completou seis anos, e foi diagnosticado como autista. Marina sente maior responsabilidade sobre o menino e decide se dedicar unicamente a tentar desenvolve-lo o máximo possível. A família passará por momentos difíceis e desafiadores, onde Marina colocará em questão a sua capacidade de lidar com seu filho.

    quinta-feira, 24 de maio de 2012

    Evento São Bernado

    Direito das pessoas com deficiência em foco

    imageUm olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da ONU: Novas perspectivas e desafios” é o tema da III Conferência Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, promovida pela Prefeitura de São Bernardo.

    O conselheiro Sebastião de Souza, o Cabelo, membro do CSE na Mercedes-Benz, convida a todos para participar deste debate, que acontece na próxima segunda-feira, dia 28, às 8h, no auditório Sigma do Campus Rudge Ramos, da Universidade Metodista de São Paulo. O Campus fica na Rua do Sacramento, 230, Rudge Ramos, São Bernardo.

    Fonte: http://www.smabc.org.br/smabc/materia.asp?id_CON=29390&id_SUN=94

    Vagas PNE - Várias regiões de SP

    imageVárias Regiões - Avape abre 193 vagas para pessoas com deficiência

    A Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape) está com 193 oportunidades de emprego voltadas para pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. A maioria das oportunidades para o mês de maio refere-se às funções de escriturário e teleatendentes. Os salários vão de R$ 650,00 a R$ 2.100,00, com benefícios que variam de acordo com o setor.

    As vagas são abertas por empresas parceiras que, para cumprir a Lei de Cotas (Lei 8.213/91), contratam a instituição com o objetivo de mapear e/ou capacitar talentos para os seus quadros de funcionários.

    No caso da procura por escriturário, são 30 oportunidades em que o contratado exerce atividades administrativas, como atendimentos presenciais, por telefone e conferência de documentos. Para se candidatar, é preciso ter ensino médico completo, conhecimento em informática e experiência em atendimento público. Já para operador de teleatendimento, são 50 vagas com pré-requisito apenas de ensino médio.

    Para se candidatar às vagas de emprego, é preciso entrar em contato com a instituição pelo telefone (11) 4993-9205 ou enviar o currículo para os e-mails: cristiane.arruda@avape.org.br; rosana.figueiredo@avape.org.br; carina.romero@avape.or.br; cintia.moreira@avape.org.br ou jose.marconi@avape.org.br.

    Confira a descrição das vagas abertas:

    - Assistente Administrativo
    2 vagas para atuar em Santos, Baixada Santista de São Paulo
    Salário variável conforme a experiência administrativa de R$ 800 a R$ 1.500 mais benefícios Necessário ensino médio completo, desejável superior completo ou cursando

    - Operador de Rádio
    12 vagas para atuar em Itaquaquecetuba / São Paulo
    Salário de R$ 1.200 mais benefícios.
    Necessário ensino médio completo, sexo masculino, com experiência com rádio/nextel
    Disponibilidade para horário 6 x 2.

    - Operador Comercial
    5 vagas para atuar em Sorocaba, interior de São Paulo
    Salário de R$ 850 mais benefícios
    Necessário ensino médio completo ou cursando
    Disponibilidade para horário 6 x 1

    - Aprendiz com deficiência
    4 Vagas para jovens a partir de 16 anos, ambos os sexos, com ensino médio (cursando ou completo)
    Atuação na região do ABC

    - Aprendiz
    6 Vagas para jovens a partir de 16 anos, ambos os sexos, com ensino médio (cursando ou completo)
    Atuação na região do ABC

    - Operador de Teleatendimento
    50 Vagas para atuação no ABC, com faixa salarial de R$ 900 e benefícios, como convênio médico e vale-transporte
    Pede-se ensino médio

    - Ajudante de produção
    15 Vagas para atuação no Ipiranga, Zona Sul de São Paulo
    Salário inicial de R$ 700 mais benefícios
    Necessário ser alfabetizado.

    - Escriturário
    30 vagas para atuação na Liberdade, região central de São Paulo
    Salário inicial de R$ 1.000 mais benefícios
    Necessário ensino médio completo mais conhecimentos de informática e experiência com atendimento ao público

    - Assistente administrativo
    5 vagas para atuação na Avenida Paulista, em São Paulo
    Salário com variação de R$ 1.200 a R$ 2.100 mais benefícios
    Necessário ensino superior completo ou cursando, conhecimentos de informática e vivência na área administrativa

    - Atendimento
    15 vagas para atuação na Grande São Paulo e interior
    Salário de R$ 650 mais benefícios
    Necessário ensino médio completo e conhecimentos de informática e vivência com atendimento telefônico

    - Auxiliar de depósito
    10 vagas para atuação em shoppings da Grande São Paulo
    Salário de R$ 852 mais benefícios
    Necessário ensino fundamental completo e disponibilidade para trabalhar aos finais de semana
    Disponibilidade para horário 6 x 1.

    - Auxiliar administrativo
    10 vagas para atuação em São Paulo. Salário variável de R$ 856 a R$ 1.100 mais benefícios
    Necessário ensino médio completo

    - Agente de atendimento
    11 vagas para atuar na região do ABC e São Paulo
    Salário de R$ 900 mais benefícios
    Disponibilidade para horário 6 x 1
    Necessário ensino médio completo ou cursando, boa comunicação e conhecimentos de informática

    - Digitador
    4 vagas para atuação em São Paulo
    Salário de R$ 700 mais benefícios
    Necessário ensino médio completo ou cursando

    - Monitor de informática
    1 vaga para atuação na região do ABC
    Salário de R$ 1.300 mais benefícios
    Necessário superior completo ou cursando

    - Auxiliar de almoxarifado
    6 vagas para atuar na região de São Paulo
    Salário de R$ 1.276 mais benefícios
    Necessário ensino médio completo e conhecimento de informática

    - Ajudante de elétrica
    4 vagas para atuar na região de São Paulo
    Salário de R$ 968 mais benefícios
    Necessário ensino médio e experiência na área

    - Telefonista bilíngue
    2 vagas para atuar em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo
    Salário de R$ 1.200 mais benefícios
    Necessário inglês fluente
    Trabalhar 6 horas ao dia de segunda a sexta-feira

    - Assistente de RH
    1 vaga para atuar em Alphaville, em Barueri, SP
    Salário de R$ 2.000 mais benefícios
    Necessário ensino superior (cursando ou completo)

    domingo, 20 de maio de 2012

    Grávida e paraplégica

    imageGrávida e Paraplégica é o novo documentário que será exibido pela Discovery Home & Health, infelizmente não foi possível encontrar mais informações, nem no prório site do canal, veja os horários e dia de exibição .

    Claudia fazia compras de Natal como marido e o filho de 4 meses quando seu carro foi atingido por um caminhão. O bebê morreu na hora e Claudia ficou paralítica. No inverno de 2009, ela descobriu que estava grávida e que esperava gêmeos!

    Os horários são fornecidos pelas emissoras e estão sujeitos a alterações Discovery Home & Health

    27/05 - 23:00 e 28/05 - 04:00

    Tetraplégico alcança o sonho olímpico

    Bruno, com a parceira Elaine (ao fundo), em treino na represa de Guarapiranga20/05/2012 - 08h35

    Tetraplégico, ex-goleiro do São Paulo alcança, na vela, o sonho olímpico

    Seis anos depois de sofrer um acidente de carro que o deixou tetraplégico, Bruno, 26, ex-goleiro do São Paulo, estará na Paraolimpíada, em Londres, daqui a três meses, para alcançar o sonho de poder disputar os Jogos.

    A informação está na matéria assinada por Lucas Reis, publicada neste domingo. Aíntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

    Bruno tinha acabado de completar 20 anos quando sofreu o acidente na rodovia Régis Bittencourt, em 2006. Na época, ele era o terceiro goleiro do São Paulo. O atleta passou oito meses internado, três deles sem falar e mais outros três sem comer.

    Começou então a fazer fisioterapia ainda no hospital, três vezes por dia. E foi assim, um dia de cada vez. Primeiro mexeu um dedo, depois uma mão, o pescoço já não doía tanto, até que conseguiu mexer os braços para frente e para trás. O suficiente para sentar em um barco adaptado e velejar. Hoje ele treina vela de quinta a domingo, de três a cinco horas por dia. Marisa Cauduro/Folhapress

    Bruno, com a parceira Elaine (ao fundo), em treino na represa de Guarapiranga

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1092870-tetraplegico-ex-goleiro-do-sao-paulo-alcanca-na-vela-o-sonho-olimpico.shtml

    SAMU X BOMBEIROS

    SAIBA QUANDO CHAMAR O SAMU 192 OU OS BOMBEIROS 193

    samu

    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...