quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PALESTRA

Desafios no mercado de trabalho para pessoas com deficiência será tema de palestra

clip_image001

Legenda: João Ribas coordena Programa de Empregabilidade

de Pessoas com Deficiência

Crédito da foto: Instituto ETHOS

O tema “Desafios e soluções para empregabilidade de pessoas com deficiência no Brasil”, será apresentado no dia 15 de março de 2011, na Fundacentro, em São Paulo.

Em uma única palestra, o antropólogo João Batista Ribas, doutor em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), falará sobre legislação, definição de deficiência de acordo com a OMS, lógica e razão capitalista, entre outros temas de relevância.

No âmbito da segurança e saúde do trabalhador, o palestrante vai discorrer sobre as diferenças entre doença e deficiência, limite e alcance, incapacidade e capacidade. Vai abordar ainda o exame médico admissional, a segurança das pessoas com deficiência no ambiente de trabalho e o plano de abandono das edificações em caso de sinistro.

Ribas é autor de livros e artigos sobre inclusão profissional e social de pessoas com deficiência. Já foi professor universitário, e atualmente é consultor da Secretaria de Educação Especial e da  Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico do Ministério da Educação, do Departamento Nacional do SENAI e da Fundação Banco do Brasil. Também coordena o Programa de Empregabilidade de Pessoas com Deficiência da empresa Serasa Experian.

Para a coordenadora do evento Eliane Vainer Loeff, servidora da área de Educação da Fundacentro, o tema é de fundamental importância por abrir espaço para a discussão da temática segurança e saúde junto a esses profissionais. “Os agentes multiplicadores são os principais responsáveis por levar para dentro das empresas informações que atualizem e despertem esses trabalhadores para a prevenção”, diz Eliane.

A palestra, com entrada franca, é dirigida a psicólogos, médicos, engenheiros e facilitadores. O horário será das 10h às 12h.

A Fundacentro está situada à rua Capote Valente, 710, Pinheiros.

Clique aqui para se inscrever.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

LAZER E TURISMO

Alguns materiais para download:

Roteiros turisticos para pessoas com necessidades especiais.

image

Clique aqui para ler online ou baixar para seu computador

Áreas públicas acessíveis para portadores de deficiencia visual – Parques e praças

image

Clique aqui para ler online ou baixaClique aqui para ler online ou para baixar para seu computadorr para seu computador

 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

RETINA ARTIFICIAL

14/02/2011 - 19h21

Retina artificial pode ajudar alguns cegos a enxergar

DA ASSOCIATED PRESS

Por duas décadas, Eric Selby não enxergava e dependia de um cão-guia para se locomover. Mas depois de receber o implante de uma retina artificial em seu olho direito, ele pode detectar coisas normais, como o meio-fio e a calçada enquanto caminha pela rua.

"Basicamente, são flashes de luz que você tem que traduzir em seu cérebro, mas é incrível que eu possa ver alguma coisa", disse Selby, um engenheiro aposentado de Coventry, na região central da Inglaterra.

Martin Cleaver/AP

Eric Selby, 68, recebeu o implante de retina artificial chamado de Argus 2

Eric Selby, 68, recebeu o implante de retina artificial chamado de Argus 2

Há mais de um ano, o homem de 68 anos recebeu um implante artificial chamado de Argus 2, feito pela empresa norte-americana Second Sight, inserido cirurgicamente em seu olho direito. Reguladores holandeses são esperados nas próximas semanas para decidir sobre o pedido da empresa para comercializar o aparelho na União Europeia. Se a reposta for positiva, o implante será a primeira retina artificial disponível para venda.

Ele funciona com uma câmera de vídeo minúscula e um transmissor, instalados em um par de óculos e um pequeno computador wireless.

O computador processa as cenas captadas pela câmera e as converte em informações visuais na forma de um sinal eletrônico que é enviado ao implante. O dispositivo estimula as células sadias que restam na retina, fazendo com que elas retransmitam os dados para o nervo óptico.

Em seguida, a informação visual move-se para o cérebro, onde é traduzida em padrões de luz que podem se transformar na forma do contorno de um objeto. Os pacientes precisam aprender a interpretar os flashes de luz. Por exemplo, eles podem decodificar três pontos brilhantes como os três pontos de um triângulo.

O implante é indicado apenas para pessoas com um tipo específico de problema de retina, hereditário, quando as pessoas ainda têm algumas células funcionais. Elas devem ter sido capazes de enxergar no passado e seus nervos ópticos devem estar a funcionando. Cerca de uma em 3.000 pessoas são cegas devido a um deste grupo de doenças hereditárias, chamada retinite pigmentosa, e podem se tornar potenciais beneficiárias pela retina artificial.

O dispositivo custa um preço muito alto --cerca de US$ 100.000. Na Inglaterra, o serviço nacional de saúde, por vezes, paga caro por novas tecnologias para um pequeno número de pacientes, segundo Lyndon da Cruz, um dos médicos que testou a retina artificial, do Moorfields Eye Hospital, em Londres.

Ele disse que se a retina artificial permite que os pacientes sejam mais auto-suficientes, o implante pode sair mais barato do que os gastos com saúde dos governos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/875617-retina-artificial-pode-ajudar-alguns-cegos-a-enxergar.shtml 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

INDENIZAÇÃO

Banco terá que indenizar deficiente visual por falha na prestação do serviço

Rio - O juiz Flavio Citro, do 23º Juizado Especial Cível da Capital, condenou o Banco Itaú a pagar R$ 5 mil de indenização, a título de dano moral, a uma deficiente visual por não prestar serviços adequados que possibilitem sua autonomia, conforme determinação legal.

De acordo com o Tribunal de Justiça, a instituição financeira também terá que emitir para Kátia de Sousa Lima cartão bancário, extratos, faturas e comprovantes de transações, entre outros documentos, em linguagem em braile. Além disso, o banco terá que efetuar as adaptações necessárias nos caixas eletrônicos, ao menos na agência da autora, e disponibilizar fones de ouvido para fornecimento de informações necessárias à prestação dos serviços.

De acordo com o magistrado, de nada adianta o acesso físico ao serviço se não é dada autonomia e segurança ao portador de necessidades especiais para que possa utilizá-lo. “É notória a grandiosidade empresarial da parte ré no mercado financeiro, não sendo admissível que ainda não tenha disposto os meios corretos e necessários para atender aos portadores de necessidades especiais”, destacou.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

MULHER COM PARALISIA INFANTIL RECEBE MULTA POR ESTACIONAR EM VAGA EXCLUSIVA

09/02/2011 15h33

Mesmo sendo portadora de necessidades especiais, Inês Soares Martins Bittencourt, de 51 anos já recebeu duas multas por estacionar seu veículo em vagas reservadas a portadores de deficiência, em Nova Andradina.

De acordo com a reportagem do Nova News, em uma das ocasiões o agente só percebeu que Inês era portadora de necessidades especiais após aplicar uma multa de R$ 50 e prometeu cancela-lá, o que segundo a mulher não aconteceu.

O segundo caso ocorreu quando a mulher estacionou em frente a um banco da cidade, onde mais uma vez recebeu uma multa de R$ 53.

Ainda de acordo com a reportagem, Inês possui carteirinha de indentificação que fica exposta no para-brisas do veículo, o que comprova que a mesma é portadora de necessidades especiais. Ato que não foi percebido pelos agentes que acabaram gerando as multas.

Orientação

A orientação repassada pelo Departamento Municipal de Trânsito de Nova Andradina (Demtran), foi a de que as pessoas portadoras de necessidades especiais procurem o Demtran a fim de solicitar o Documento de Identificação da Pessoa com Deficiência, que deve ser fixado no para-brisas do veículo. Caso a pessoa já possua o documento e mesmo assim venha a receber multas, ela deve recorrer junto ao órgão para cancelar a multa e reaver os valores pagos indevidamente.

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/mulher-com-paralisia-infantil-recebe-multa-por-estacionar-em_98848/

domingo, 6 de fevereiro de 2011

DIOGO MAINARDI ESCREVE LIVRO SOBRE PARALISIA CEREBRAL DO FILHO

04/02/2011 - 17h10

VAGUINALDO MARINHEIRO
DE VENEZA

"Sou uma excelente babá, o que os americanos chamam de 'soccer mom'. Acompanho meus filhos em todos os lugares. Levo para treinar futebol e fico lá, esperando, no frio."

Essa com certeza não é a primeira imagem que vem à mente quando alguém pensa em Diogo Mainardi, o colunista mais ácido dos anos Lula, aquele que chamava o ex-presidente, entre outras coisas, de gordinho oportunista. Mas é, segundo o próprio, a que melhor define sua vida hoje.

Mainardi, 48, mudou? Em vários aspectos, sim. 2010 foi um ano de abandonos. Abandonou o gosto de escrever sobre política nacional e de interferir no debate do país em uma coluna semanal que teve na "Veja" por quase 12 anos. Abandonou o Rio de Janeiro, onde morava desde 2003.

"Passei a dar ainda mais valor à minha introspecção familiar. Tudo tem dimensão microscópica na minha vida hoje, e meus interesses são bastante pequenos", afirma.

Voltou a morar em Veneza, num prédio construído no século 15 e que fica no Grande Canal, a principal "avenida" da cidade, se tivesse avenidas em vez de canais. De suas três janelas, observa o esplendor da arquitetura renascentista.

É com essa paisagem que trabalha no livro que escreve sobre o filho mais velho, Tito, de dez anos. Espera lançá-lo neste ano.

Ruy Teixeira

Tito, Nico e Diogo Mainardi na sala usada como local de trabalho e campo de futebol, em Veneza, na Itália

Tito, Nico e Diogo Mainardi na sala usada como local de trabalho e campo de futebol, em Veneza, na Itália

"É sobre a minha experiência de ter um filho com paralisia cerebral. Não quero parecer pretensioso, mas é um pequeno ensaio sobre a diversidade. Terá comentários sobre essa experiência fascinante e absolutamente revolucionária na minha vida. Ela mudou tudo. Colocou tudo do avesso. Todas as minhas veleidades foram para o brejo."

Tito nasceu em 2000, nessa mesma cidade, onde Mainardi morava com a mulher, Anna, uma veneziana especializada em história da arte.

"Era um sábado, pegamos uma obstetra que estava com vontade de ir embora para casa. Tentou acelerar tudo e fez uma enorme bobagem."

A bobagem foi a compressão do cordão umbilical, o que interrompeu a oxigenação. Como resultado, o menino tem problemas de locomoção e de fala. Mas é um garoto sorridente, que adora fazer amigos e brincar com computadores e celulares.

Numa coluna de 2001, chamada "Meu Pequeno Búlgaro", Mainardi contou aos leitores sobre o filho. Na época, se perguntava se o menino depois não se incomodaria de ter sido exposto publicamente.

Hoje, diz não ter mais esse medo. "Meu filho sabe que estou escrevendo sobre ele. Não o incomoda de jeito nenhum. Quando a exposição não é exibicionista, não há por que ter medo. Além disso, a paralisia cerebral é tão dele quanto minha."

Mainardi afirma não ter interesses pedagógicos com a obra. "Na época da coluna, eu tinha alguns propósitos, como quebrar o estigma contra as pessoas com paralisia. Eu não vivi essa situação com dor. Quando você vê de fora, deve imaginar que é uma tragédia, um drama para a família. Eu achava pedagógico mostrar que não era assim. Agora, é apenas especulação intelectual."

O autor diz estar se lixando para aqueles que vão enxergar no livro um processo catártico. "Estou fazendo o livro de um jeito amplo. Falo de muitas coisas, de infanticídio durante o nazismo à arquitetura veneziana."

O filho é responsável por muitas das suas mudanças. Em 2002, o menino necessitava de fisioterapia intensiva e diária.

"Aqui não tinha. O sistema de saúde público da Itália é uma porcaria e não há opção de encontrar um bom profissional privado, que atenda em casa. Descobrimos uma ótima fisioterapeuta no Rio. Ao mesmo tempo, recebi uma proposta para trabalhar no Manhattan Connection, e minha participação podia ser gravada no Rio. Juntaram as duas coisas: meu filho faria o tratamento e eu teria mais um emprego para juntar uma herança que garantisse o futuro dele."

A volta para Veneza também tem a ver com o filho. "Foram outras combinações de fatores: a fisioterapia já não faz mais diferença para ele. Além disso, o Tito, enfim, ganhou o processo contra o hospital onde ocorreu o parto, e a indenização já garante o futuro dele. Não preciso mais de um triplo emprego. E hoje posso gravar o Manhattan daqui, da minha sala."

O programa é exibido às 23h de domingo na Globo News. Fora isso, escreverá um texto por mês para a "Veja" sobre cultura.

Em 2005, Mainardi teve um outro filho, Nico, um carioca que adora futebol mas já está esquecendo o português. "Outro dia, ele disse que o prato típico do Brasil era a 'feijãozeira'."

Não se enganem aqueles que pensam que essa versão família seja uma espécie de "Dioguinho paz e amor". Provocado, ele rearma a metralhadora de adjetivos depreciativos que marcam seu estilo. Seus alvos preferenciais continuam a ser os petistas e aqueles que se identificam com a esquerda no Brasil.

Dilma é apenas uma "funcionária pública de terceiro escalão que fará um governo parecido com o de Lula, mas com menos graça, menos cor". Lula, por sua vez, "provocou uma regressão do país ao estado mais bárbaro da política". O cinema é "só bobagem, produzida para crianças".

O ex-estudante de economia (largou o curso no primeiro ano) também não vê com bons olhos a fase atual da economia brasileira: "Vivemos um novo ciclo da borracha. O Brasil vende matéria-prima, que está com preço alto. Então, vamos de cartola à ópera. Nós já passamos por isso. Sabemos como funciona. Ocorre um avanço tecnológico ou aparece um novo fornecedor, e vamos nós para um novo período de decadência."

Os anos de colunismo e a mão muitas vezes pesada ao escrever fizeram Mainardi colecionar mais de 300 processos na Justiça brasileira. A maioria por difamação.

Há casos curiosos, como o de 120 acrianos que se sentiram ofendidos por ele ter dito que devolveria o Acre à Bolívia em troca de um cavalo.

"Fui condenado a pagar algumas indenizações. Mas só me condenaram os juízes que deram a sentença sem ouvir minhas explicações. Quem me escutou, me inocentou", afirma.

Muitos dos seus críticos o acusam do mesmo mal: ser irresponsável e publicar acusações sem ouvir a versão dos envolvidos.

Ele, claro, discorda, com o uso de argumentos que não seriam abonados por manuais de jornalismo. "Eu não sou repórter, não tenho que ouvir lado nenhum. Dou o meu lado."

Entre aqueles que o processaram estão o ex-ministro Franklin Martins e o jornalista Paulo Henrique Amorim.

Martins era comentarista político da Rede Globo quando Mainardi o acusou de "promiscuidade com o poder", uma vez que sua mulher era assessora da liderança do governo no Senado, e seu irmão, diretor da Agência Nacional do Petróleo.

A Justiça condenou o colunista a pagar R$ 35 mil de indenização por dano moral. Houve recurso, e a condenação foi anulada.

Amorim foi acusado de receber do PT para defender o partido e o governo na internet. Desta vez, a Justiça determinou indenização de R$ 285 mil. Houve novo recurso, e agora caberá ao Supremo Tribunal Federal definir se mantém a condenação.

Mainardi diz que nunca foi condenado por ter mentido, mas por ter feito piada. "Minha intenção sempre foi a ironia. Todos os meus processos são pela frase a mais, a frase de efeito. Eu sempre tentei caricaturar o outro. É quase a charge, em que se exagera no tom, mas tratando de fatos reais."

Então o colunista exagerado e agressivo é apenas um personagem forjado para agradar a alguns? "Sei que fui muito violento na coluna. Não há dúvidas de que não fui um doce. Mas não é um personagem. Esse já era meu estilo como romancista."

Muitos de seus inimigos e detratores estão felizes que a coluna se foi. Ele, mais uma vez, diz estar se lixando.

Vai em busca da aprovação de um outro público, que está mais perto e tem outros critérios de julgamento. "Filho, de zero a dez, que nota você dá para mim como pai?", pergunta a Tito. "Dez", responde o garoto.

Como uma "soccer mom", ele se emociona. Como babá, ganhou o dia.

"Esta é minha cidade, me sinto em casa"

Veneza já é pequena, mas a de Diogo Mainardi é menor ainda. Sua vida se resume a poucas ruelas perto de sua casa, no bairro de Dorsoduro.

Após sete anos no Rio de Janeiro, ele voltou para o mesmo apartamento em que vivia antes, no palácio Bárbaro, uma construção do século 15.

São 190 metros quadrados, com dois quartos e uma sala grande, em L, onde trabalha e brinca com os filhos. Há poucos móveis. Apesar de se dizer ateu, uma das poucas peças de decoração de sua sala é um oratório de madeira com a imagem de São Francisco. "É brasileiro, presente da minha mãe."

Ao lado de sua residência fica o museu Peggy Guggenheim, onde o filho mais novo vai às vezes brincar. A pouco mais de 300 metros fica seu museu preferido, Accademia, onde se encontra o que considera um quinteto fantástico: Bellini, Ticiano, Veronese, Giorgione e Tintoretto.

Um pouco mais ao longe está o que qualifica como o conjunto arquitetônico mais bonito do mundo: as construções da piazza de San Marco. A cúpula da igreja ele consegue ver de sua janela.

Quando sai de seu micromundo, vai até o mercado de Rialto, comprar peixes e verduras, à doceria Rosa Salva, ou ao restaurante Da Fiore, gastar um pouco mais. No verão, a família pega sua pequena lancha para ir à praia, no Lido.

domingo, 30 de janeiro de 2011

CENTRAL TELEFÔNICA PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

GRU lança central telefônica para deficientes auditivos

Para realizar atendimento de chamadas para pessoas com deficiência auditiva, o Aeroporto Internacional de Guarulhos instalou um terminal telefônico especial. O sistema é composto por um aparelho telefônico com teclado e uma tela, que permitem a comunicação entre as pessoas pela digitação de mensagens. Os dois usuários precisam usar o mesmo aparelho para se comunicarem.

A Infraero, em parceria com a Telefônica, realizou um treinamento dos operadores da central, que é composta por 17 telefonistas que atendem diferentes demandas tanto do público interno quanto externo, como das informações sobre chegadas e saídas de voos, telefones de empresas instaladas no terminal aeroportuário e localização de lojas e serviços do aeroporto, entre outros. A central funciona por 24 horas e recebe, em média, 45 mil telefonemas diários.

O superintendente da Infraero no local, Antônio Montano, ressalta a importância desse serviço nos aeroportos e afirma que os próximos serão de Congonhas e Campinas. “A instalação da nova central reforça o compromisso da Infraero e do Aeroporto de Guarulhos com a acessibilidade”, destaca ele.

O telefone de contato do Aeroporto de Guarulhos para deficientes auditivos é (11) 2445-2323.

Fonte:http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/gru-lanca-central-telefonica-para-deficientes-auditivos_64599.html

SENSOR ULTRASSÔNICO PARA DEFICIENTES VISUAIS

Sensor Ultrassônico para Deficientes Visuais é considerado o melhor projeto entre todos os Institutos Federais

Qua, 19 de Janeiro de 2011 13:13

O projeto campeão do Prêmio IFMT de Inovação Tecnológica, “Sensor Ultrassônico para Deficientes Visuais” conquistou a primeira colocação no resultado do Concurso Pró-Inovação Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia organizado pelo Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológicos da Universidade de Brasília (CDT/UnB), apoiado pelo Ministério de Educação (MEC). O resultado foi divulgado no dia 20 de dezembro de 2010. O projeto receberá assessoria para redação de um pedido de patente.

A Agência de Inovação do IFMT já registrou o software responsável pelo funcionamento do equipamento, junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), a próxima etapa será a redação do pedido de Patente do “Sensor Ultrassônico para Deficientes Visuais” que será elaborado por uma empresa especializada.

O projeto é de autoria do técnico-administrativo, Edivaldo Amaral Gonçalves que foi auxiliado pelo também técnico-administrativo do Campus Cuiabá Evilázio Ferreira Lopes Junior e o aluno Jonathan de Arruda Rodrigues. O “Sensor Ultrassônico para Deficientes Visuais” é um circuito eletrônico equipado com dois sensores ultrassônicos que mede a distância de objetos. Os dois sensores irão acionar um vibrador quando um objeto for detectado. Quanto mais próximo foi o objeto, mais rápida será a freqüência do vibrador. Possibilitando assim que o usuário perceba a aproximação do objeto enquanto caminhar.

O objetivo do Concurso Pró-Inovação Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia é promover a inovação no país, valorizar a pesquisa desenvolvida em todas as áreas do conhecimento nos 38 Institutos Federais do Brasil com o intuito de apoiar sua transferência para o setor produtivo, para que ocorra o desenvolvimento tecnológico brasileiro. O projeto foi indicado pelo Núcleo de Inovação Tecnológica do IFMT para representá-lo no Concurso.

Entenda o Concurso Pró Inova
Para participar do concurso o proponente deveria encaminhar uma proposta que apresentasse soluções tecnológicas, com potencial de inserção no mercado, e que tenha alta relevância social. O projeto teria que ser formado por um professor ou técnico-administrativo, que pertencesse ao quadro efetivo dos Institutos Federais sediados em território Nacional.

A proposta que cada proponente deveria apresentar teria que ser passível de proteção ou possuir depósito de pedido de proteção, de acordo com a Legislação Brasileira que disciplina a proteção da propriedade intelectual, além possuir relevância e capacidade de contribuição para desenvolvimento econômico-social do país, e possuir potencial de mercado, ou impacto social. A Agência de Inovação do IFMT já registrou o software responsável pelo funcionamento do equipamento, junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial, a próxima etapa será a redação do pedido de Patente do “Sensor Ultrassônico para Deficientes Visuais” que será elaborado pela UnB.

Os projetos submetidos ao Concurso foram avaliados por uma Comissão Avaliadora Multidisciplinar nomeada pelo diretor do CDT/UnB, professor Luis Afonso Bermudez, que desde 2008 apóia as atividades relacionadas à Inovação no IFMT. A Comissão nomeada não tem vínculo com os proponentes e com as empresas parceiras.
Para a coordenadora do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do IFMT, Fernanda Caldeira, o projeto tem grande importância tecnológica e social para o Brasil. “Mostramos que o estado de Mato Grosso também desenvolve tecnologia de ponta, para isso basta investirmos cada vez mais na pesquisa e qualificação de nosso pessoal”, destaca.

Segundo Fernanda Caldeira, a proteção é apenas o primeiro passo nesses casos, após o depósito do Pedido de Patente, essa tecnologia estará disponível para a sociedade e empresas que se interessem em financiar o aprimoramento da tecnologia ou a produção do aparelho.

“O IFMT não está aquém das grandes universidades do país quando o assunto é inovação, o que ainda é tímido em nossa instituição é o desenvolvimento de protótipos e a proteção. Precisamos cada dia incentivar nossos pesquisadores para tirar seus projetos do papel, construí-los na bancada e transferi-los para o balcão. Trazendo assim benefícios para a sociedade”, diz Fernanda.

“Os inventores desse projeto estão de parabéns, pois o “Sensor Ultrassônico para Deficientes Visuais” poderá se tornar um grande destaque de nosso catálogo de tecnologias. A equipe que elaborou conquistou o primeiro lugar no Prêmio IFMT de Inovação Tecnológica e recebeu cada um dos participantes um Netbook. Agora teremos um dos melhores escritórios especializados do país para redigir essa patente,” finaliza Fernanda Caldeira.

Assessoria de Comunicação
Reitoria – IFMT

Fonte: http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=19675:sensor-ultrassonico-para-deficientes-visuais-e-considerado-o-melhor-projeto-entre-todos-os-institutos-federais&catid=56:ciia-e-tecnologia&Itemid=75

VAGAS PREFERENCIAIS – MOGI DAS CRUZES

Campanha pede respeito para as vagas preferenciais

Daniel Carvalho

Engepark ampliou a fiscalização e melhorou a sinalização de solo

O Mogi Shopping lançou uma campanha de conscientização dos clientes para que respeitem as vagas no estacionamento destinadas a idosos e deficientes físicos. O direito a estas vagas é garantido por lei, que determina 5% do total de espaços sejam para idosos e 2% para deficientes. Foram afixados displays nas cancelas de entrada do centro comercial e adesivos nos terminais de emissão de tíquetes do estacionamento.

Edmar Oliveira, supervisor da Engepark, empresa que administra o estacionamento do Mogi Shopping, disse que o número de reclamações de pessoas que utilizam as vagas preferenciais aumentou nos últimos meses. Segundo ele, idosos e deficientes relatam que não encontram vagas porque outros motoristas estão usando o espaço indevidamente.

O shopping destina 45 vagas para idosos e 18 para os deficientes físicos. Além dos avisos pedindo respeito às vagas especiais, a Engepark ampliou a fiscalização em horários de pico e fez melhorias na sinalização de solo. A campanha traz duas mensagens principais: "Esperto é quem respeita a sinalização" e "Seja educado, não estacione nas vagas especiais".

A medida adotada pelo shopping foi aprovada pela presidente do Conselho Municipal do Idoso, Juraci Fernandes de Almeida, e pela coordenadora do Trabalho de Apoio ao Deficiente (Tradef), Rita Ferreira.

Juraci disse que vai encaminhar um ofício parabenizando à direção do centro de compras pela iniciativa: "O shopping está fazendo uma ação que não é comum nos estacionamentos privados. A fiscalização é importantíssima, porque muitos motoristas só vão respeitar a lei a partir disso e também com a aplicação de multas, caso contrário o desrespeito vai continuar".

A coordenadora do Tradef reforçou a necessidade de que campanhas como essas sejam permanentes, pois, em sua opinião, ainda faltam conscientização e respeito da maioria dos motoristas sobre o tema. Ela também defende a aplicação de multas para disciplinar de vez o assunto.

Fonte:http://www.moginews.com.br/materias/?ided=1096&idedito=83&idmat=83972 

INDENIZAÇÃO POR DISCRIMINAÇÃO

27/01/11, 20:31

Empresa no Piauí paga indenização por discriminar deficiente

Pessoas com deficiência visual e auditiva foram as vítimas. Um deles teve uísque servido em copo de plástico.

A Promotoria da Pessoa com Deficiência e do Idoso penalizou um restaurante de Teresina por discriminar um grupo de deficientes. Após acordo com o empresário, o Ministério Público Estadual determinou o pagamento de 300 cestas básicas em punição pelo crime, ocorrido este mês.

Seis pessoas com deficiência visual e auditiva foram jantar no restaurante e se sentiram discriminados no atendimento. Segundo a denúncia, os garçons não respondiam aos chamados dos clientes, que teriam sido tratados como pedintes.

O fato mais marcante da denúncia foi o atendimento diferenciado. Um dos deficientes teve uísque servido em copo descartável, de plástico, enquanto os clientes das outras mesas tinham copos de vidro.

O nome da empresa, que reconheceu o erro dos garçons e chegou ao acordo, não foi divulgado pela Promotoria.

A pena será paga em 100 cestas para a Associação dos Deficientes Físicos de Teresina e 200 para o Conselho Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência.

Yala Sena (flash)

Fábio Lima (da Redação)

redacao@cidadeverde.com

Fonte:http://www.cidadeverde.com/empresa-no-piaui-paga-indenizacao-por-discriminar-deficiente-72146

TRICICLO ADAPTADO

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 20:30

Triciclo adaptado é opção para deficientes físicos

Marília Montich
Do Diário OnLine

Na onda da acessibilidade, a Sol Metal, empresa situada em Diadema, disponibiliza no mercado uma nova opção de transporte para os deficientes físicos: um triciclo adaptado.

Trata-se de uma adaptação de uma Burgman 125cc, da Suzuki. Nos triciclos convencionais, a rodagem dupla é traseira. Já no Sun Trike, como é chamado, as duas rodas estão localizadas na parte da frente, o que proporciona mais agilidade e estabilidade, segundo um dos idealizadores do produto, o mecânico Cleber Chamelet.

A ideia surgiu após um dos irmãos de Chamelet sofrer um acidente de parapente, em 2003, que o deixou paraplégico. "Ele era meu companheiro de motocross e, depois do acidente, sentiu vontade de andar de moto de novo. Por isso, elaboramos esse modelo adaptado, que passou a atrair a atenção de muitas outras pessoas", conta.

Hoje, a Sol Metal é responsável pela comercialização do triciclo. "Atualmente, somos a única indústria no Brasil a fazer esse trabalho", afirma o sócio-gerente da empresa Armando Ciccone. "É um conceito novo no Brasil. Trata-se de um transporte urbano pequeno, versátil e ágil, que pode servir tanto para cadeirantes como para qualquer outra pessoa", explica.

Além da adaptação da dupla rodagem dianteira, foi feita a diminuição da altura do centro de gravidade. O banco original também foi trocado por um assento mais anatômico e ao mesmo nível da cadeira de rodas, a fim de facilitar a transferência do deficiente, que pode fazê-la sozinho, de forma simples e segura.
Segundo Ciccone, o valor da adaptação, que pode ser feita tanto em uma moto usada quanto em uma 0km, gira em torno de R$ 5 mil.

O Sun Trike já foi aprovado pelo Inmetro e pelo Denatran e, desde abril de 2010, possui código do Renavan. Até agora, treze unidades já foram vendidas. Nenhum morador do Grande ABC, no entanto, fez a aquisição.

"A sensação de liberdade não tem preço. Com o triciclo, você não depende de ninguém pra te proporcionar o prazer de pilotar uma moto e, além disso, é uma opção de transporte diário", afirma Ciccone.

Quem adquiriu o produto, diz não se arrepender. É o caso do aposentado Márcio Silva do Rosário, 35 anos. Cadeirante desde 2002, ele usa o meio de locomoção há cerca de oito meses e garante ter feito um ótimo negócio. "Ganhei mais mobilidade e independência. Agora posso passear, ir à beira da praia... é um ‘brinquedinho'' bem legal."

Fonte:http://www.dgabc.com.br/News/5853646/triciclo-adaptado-e-opcao-para-deficientes-fisicos.aspx#

FALSIFICAÇÃO DE LAUDO PARA COTAS NA UESB

Quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 – 08h55
Preso homem que falsificou laudo médico para entrar na UESB por cotas

Da BandNews FM Salvador

cidades@eband.com.br

A polícia prendeu em flagrante, em Jequié, um homem que tentava se matricular na UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) com um laudo médico falso.

De acordo com a Delegacia de Furtos e Roubos da cidade, Bruno Willian Moreno da Silva tentou se inscrever no curso de medicina na cota para deficientes, afirmando ter problemas auditivos.Ele tem passagens pela polícia por fraude e falsidade ideológica.


Falso médico

O acusado, inclusive, atuava como falso médico em Bocaiúva, em Minas Gerais, com o registro de um outro profissional.
O rapaz já foi preso seis vezes.

Fonte:http://www.band.com.br/jornalismo/cidades/conteudo.asp?ID=100000393626

EDUCAÇÃO FÍSICA E INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

Olá, a cada dia me surpreendo com a quantidade de assuntos que um único tema pode derivar, conseguimos uma quantidade razoável de materiais e estarei postando na medida do impossível! (risos)

Mas este grupo de materiais é bem interessante embora seja específico a uma área, espero que seja de grande proveito, e peço que divulguem para quem possa ser interessante.

Aqui disponibilizamos três materiais (retirados da internet) que falam sobre a disciplina de educação física nas escolas ou mesmo de atividades físicas para o lazer, para pessoas deficientes.

CapturadoManual de orientação para professores de Educação Física

Handbol adaptado e a possibilidade da inclusão

Educação Física e inclusão dos alunos com deficiência

Todos os materiais são em extensão .pdf e em português, é só clicar para ler online ou baixar para seu computador.

Até a próxima.

domingo, 23 de janeiro de 2011

DELEGADO BATE EM CADEIRANTE

Delegado bate em cadeirante em briga por vaga especial em São José dos Campos (SP)

FÁBIO AMATO
DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Um advogado cadeirante apanhou de um delegado em São José dos Campos (91 km de São Paulo), em briga por estacionamento em vaga pública reservada para pessoas com deficiência.

O advogado Anatole Magalhães Macedo Morandini, 35, diz que foi agredido com coronhadas.

Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress

clip_image001

Advogado Anatole Morandini, que foi agredido por delegado em briga por vaga em estacionamento no interior de SP

Já o delegado Damasio Marino, por meio de seu advogado, afirma que não o bateu com arma de fogo, mas que lhe deu "dois tapas".

A briga começou quando Morandini flagrou o delegado, que não tem deficiência, estacionado na vaga especial, em frente a um cartório na região central de São José, e foi tomar satisfações.

"Ele [delegado] me chamou de aleijado filho da puta. Eu fiquei enojado, e a única coisa que consegui fazer foi cuspir no carro dele, porque me senti desrespeitado."

Ainda segundo Morandini, o delegado do 6º Distrito Policial da cidade, além de lhe dar coronhadas, também bateu em seu rosto com a ponta da arma.

Ele mostrou à reportagem uma camiseta com manchas de sangue, que diz ser consequência da agressão. Uma funcionária do cartório também diz que viu Morandini sangrando após a briga.

"Ele apontou a arma, fez mira. A única coisa que eu fiz foi virar o rosto devido ao trauma que já tenho", contou o advogado, referindo-se ao tiro que levou durante um assalto, aos 17 anos, e que o deixou paraplégico.

Já o defensor do delegado diz que ele é que foi intimidado e que estava parado na vaga especial porque sua mulher está grávida.

A corregedoria da Polícia Civil abriu inquérito para apurar a suspeita de lesão corporal dolosa (quando há intenção ou se assume o risco de cometer o crime).

clip_image002

Delegado bate em cadeirante em briga por vaga especial em São José dos Campos, no interior de São Paulo

OUTRO LADO

O advogado Luiz Antonio Lourenço da Silva, que representa o delegado Damasio Marino, negou que seu cliente tenha agredido com coronhadas o também advogado e cadeirante Anatole Magalhães Macedo Morandini.

Silva diz que Damasio deu "dois tapas" em Morandini, mas só depois de ser xingado e receber uma cusparada. Para Silva, "esse cadeirante procurou o confronto."

O advogado também negou que Damasio tenha xingado Morandini ao ser repreendido. Segundo Silva, o delegado reagiu após Morandini cuspir em sua cara.

"Ele [delegado] não entendeu o que estava acontecendo. Desceu do carro e o cara veio com a cadeira de rodas para cima dele. [Morandini] cuspiu de novo e o xingou, então ele [delegado] pegou e deu dois tapas no cara."

CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA DEFICIENTES

21/01/2011 – 13h06

Febraban inscreve para 444 vagas no programa de capacitação profissional para deficientes

Em São PauloA Febraban (Federação Brasileira de Bancos) recebe inscrições para o programa de capacitação profissional que visa incluir 444 pessoas com deficiência no setor bancário.

Os profissionais irão atuar em uma das agências dos bancos participantes no Estado de São Paulo: BANIF, Bicbanco, Bradesco, Citibank, Cruzeiro do Sul, Carrefour Soluções Financeiras, HSBC, Itaú Unibanco, Safra, Santander e Votorantim.

Podem participar pessoas com todo tipo de deficiência (física, visual, auditiva, intelectual e múltipla), que atendam aos critérios do Decreto 5.296/04, sejam maiores de 18 anos e tenham o ensino médio completo.

Os selecionados serão contratados como auxiliares bancários e participarão de um programa de capacitação profissional de 640 horas, com duração de seis meses. Nas atividades de formação, os participantes terão aulas sobre língua portuguesa, matemática financeira, etiqueta empresarial, informática, negócios bancários, negociação e vendas.

Os profissionais cumprirão jornada de 4h diárias - de segunda a sexta - e receberão salário inicial de R$ 760,09. Após 90 dias, a remuneração passa a ser de R$ 833,33. Entre os benefícios estão vale-refeição, cesta-alimentação, participação nos lucros e resultados, vale-transporte, seguro de vida e plano de saúde.

As inscrições podem ser feitas, até o dia 28 de fevereiro, no site da Febraban.  É possível encaminhar currículos para o e-mail oportunidade@avape.org.br ou se cadastrar em uma das unidades do CAT (Centro de Apoio ao Trabalhador):

- Avenida Interlagos, 6122 - Interlagos
- Rua Barão do Rio Branco, 864 - Santo Amaro
- Rua Gregório Ramalho, 12 - Itaquera
- Rua Catão, 312 – Lapa
- Rua Voluntários da Pátria, 1553 - Santana
- Rua Galvão Bueno, 782 - Liberdade
- Rua Prestes Maia, 913 - Centro

As atividades terão início a partir do mês de abril.

Serviço
Programa Febraban de Capacitação Profissional e Inclusão de Pessoas com Deficiência
Central de Atendimento: (11) 4362-9368

sábado, 22 de janeiro de 2011

ARQUIVOS DIVERSOS PARA DOWNLOAD

Capturar

Material sobre paralisia cerebral.

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

Capturar1

Direito dos trabalhadores com deficiencia.

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

 

 

Capturar2

Concepções de mães em relação a filhos portadores da Síndrome de Down.

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

 

 

Capturar3

Estudo sobre acidentes infantis nos centros de saúde – em espanhol.

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

 

 

Capturar4

Síndrome de Down: Avanços e Perspectivas

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

 

 

Capturar6

Cartilha de prevenção de incêndio para crianças

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capturar9

Cartilha abandono de área para crianças

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capturar7

Pervenção de acidentes na infância

Clique para baixar

 

 

 

 

 

 

 

Capturar8

Cartilha de prevenção de incêndio para crianças

Clique para baixar

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

MENINO SEM PERNAS DA EXEMPLO DE SUPERAÇÃO

Por BBC, BBC Brasil, Atualizado: 12/1/2011 9:43

Menino sem pernas dá exemplo de superação ao competir em vários esportes

Menino sem pernas dá exemplo de superação ao competir em vários esportes

BBC Brasil

"Cody competindo em natação com atletas sem deficiência (foto: James Ambler / Barcroft USA)"

Cody McCasland já acumulou uma coleção de mais de 20 próteses

O menino americano Cody McCasland, de 9 anos, vem ganhando fama como exemplo de superação ao competir em várias modalidades esportivas apesar de não ter as duas pernas.

Cody teve os membros amputados ainda bebê, por causa de uma condição congênita chamada agenesia sacrococcígea, que provoca má-formação.

Desde então, acumulou uma coleção de mais de 20 próteses, com as quais aprendeu a andar e competir.

Nascido em um parto prematuro de emergência em outubro de 2001, o menino enfrentou meses de internações e 15 cirurgias, incluindo a retirada da bexiga e tratamento regular para uma condição que enfraquece os ossos.

Decisão

Cody superou as dificuldades para competir em vários esportes

Cody nasceu também sem a tíbia e os ossos do joelho. Era incapaz de dobrar as pernas, que pendiam de maneira torta, em uma posição desconfortável, a cada vez que ele se sentava.

Seus pais então tiveram que decidir entre deixá-lo com membros sem função, condenando-o a ficar preso a uma cadeira de rodas, ou amputar as pernas e permitir que ele pudesse aprender a andar com próteses.

O menino, que tem uma irmã de quatro anos sem deficiências, surpreendeu os pais e os médicos ao adaptar-se quase imediatamente à prótese, dando seus primeiros passos já no primeiro dia em que as testou, aos 17 meses.

Superando todos os problemas, o menino não só aprendeu a andar como se tornou esportista, competindo em várias modalidades, incluindo natação, futebol, atletismo, golfe, beisebol, caratê e equitação.

Competições

Cody sonha vencer natação e atletismo nos Jogos Paraolímpicos

Cody, que usa atualmente três pares diferentes de próteses, uma para cada situação, já participou de várias competições ao lado de atletas sem deficiências, mas seu sonho é competir nos Jogos Paraolímpicos e ganhar medalhas de ouro em atletismo ou em natação.

O exemplo do menino levou seus pais a estabelecer um fundo de caridade em seu nome, para receber doações para o hospital infantil Texas Scottish Rite, que cuidou dele, e à Fundação para Atletas Deficientes.

BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ESQUELETOS EXTERNOS FAZEM PARAPLÉGICOS ANDAREM

FERNANDA EZABELLA
DE LOS ANGELES

Amanda Boxtel e Alysse Einbender têm pouca coisa comum. A primeira é uma professora de esqui australiana de 43 anos. A segunda, paisagista americana de 50 anos, é mãe de dois meninos.

Em comum, as duas dividem uma tragédia e um quase milagre. Ficaram paraplégicas durante anos, mas voltaram a andar recentemente, graças a aparelhos de duas empresas diferentes.

Amanda se beneficiou do eLegs, produzido na Califórnia e lançado em outubro, e Alysse usou o ReWalk, criado em Israel e presente numa clínica de reabilitação americana desde o ano passado. Ambos usam uma espécie de exoesqueleto ajustado ao corpo do cadeirante que, por meio de sensores, o faz andar com a ajuda de duas muletas.

"Consegui dobrar meus joelhos pela primeira vez após 18 anos", disse Boxtel. "Consegui transferir meu peso, dar mais um passo. E foi tão natural."

Não há data para a comercialização dos aparelhos, mas o ReWalk já é usado num hospital na Filadélfia, e o eLegs estará disponível para centros médicos em 2011.

Um terceiro foi apresentado em julho na Nova Zelândia, num evento que contou até com o primeiro-ministro. A empresa Rex Bionics promete colocá-lo a venda até o final do ano por R$ 255 mil.

Nos últimos dois anos e meio, oito pessoas com lesões na medula e uma com distrofia muscular já passaram por treinamento do Rex. Ao contrário dos dois primeiros aparelhos, o neozelandês é mais pesado, pouco maleável e possui um joystick no lugar de muletas.

"Acreditamos que o uso constante de muletas pode causar lesões nos ombros", diz o diretor de marketing da empresa, Thomas Mitchell.

Assim como o eLegs e o ReWalk, o Rex não pretende substituir totalmente o uso da cadeira de rodas e sim ser uma ferramenta extra para os cadeirantes. "Os usuários dizem que notaram uma mudança no relacionamento com as pessoas, inclusive com crianças, já que elas não ficam mais altas do que eles", diz Mitchell.

Dos três, o eLegs é o mais compacto e dá mais mobilidade ao usuário, que pode dobrar o joelho de forma mais natural e chegar a atingir até 3 km/h. Foi eleito, pela revista "Time", uma das 50 melhores invenções de 2010.

O aparelho funciona com ajuda de sensores que traduzem os gestos do cadeirante para determinar suas intenções e agir de acordo com elas, como uma espécie de software, carregado numa mochila nas costas.

Para usá-lo, é preciso ter entre 1,58 e 1,95 m de altura, pesar até 100 quilos e conseguir se transferir da cadeira de rodas para uma normal.

A tecnologia foi desenvolvida a partir de exoesqueletos hoje usados por soldados -um deles permite que os militares carreguem até 90 quilos por terrenos irregulares, por horas, sem lesões.

10345277

SENADO APROVA PROJETO QUE GARANTE ENSINO A DEFICIENTES EM CASA

O Senado concluiu hoje (14) a votação de projeto de lei que garante educação em domicílio à deficientes que, por incapacidade física que impeça a locomoção, possam frequentar a escola regularmente. O projeto de lei foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Educação e agora vai à apreciação na Câmara dos Deputados.

O autor do projeto, Augusto Botelho (sem partido-RR), destacou que a legislação brasileira que trata da educação da pessoa com deficiência em escolas especiais e em instituições hospitalares onde o aluno esteja internado nada diz sobre o aluno com deficiência que não tenha condições de sair de casa para frequentar a escola.

“É certo que essa dificuldade é real e não pode servir de motivo para que a pessoa com deficiência deixe de ter garantido seu direito constitucional à educação”, acrescentou o parlamentar. Segundo ele, compete ao Poder Público prover todos os meios e recursos para que o estudante tenha seu desenvolvimento educacional garantido, inclusive em sua residência.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/12/14/senado-aprova-projeto-que-garante-ensino-a-deficientes-em-casa.jhtm

sábado, 27 de novembro de 2010

PESQUISADORES DESENVOLVEM CHIP PARA EXERCITAR MÚSCULOS PARALISADOS

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/pesquisadores-desenvolvem-chip-para-exercitar-musculos-paralisados/15073

Sistema pode ajudar vítimas de paralisia a recuperar algumas funções motoras através de impulsos elétricos

Sexta-feira, 26 de novembro de 2010 às 20h44

Um grupo de pesquisadores ingleses do Physical Sciences Research Council, da Universidade de Londres, desenvolveu um novo chip que pode ser implantado em pessoas com paralisia, de acordo com o site Engadget. O chip pode auxiliar essas pessoas a exercitarem os músculos com mais facilidade para acelerar o processo de recuperação de lesões nervosas.

O chip possui o tamanho de uma unha do dedo de uma criança e deve ser implantado na espinha do paciente e conectado com eletrodos ao músculo para ser estimulado. A diferença desse novo sistema é que o implante é feito internamente, diferente das terapias usadas hoje em dia.

O sistema deve gerar energia o suficiente para realizar atividades como remo ou ciclismo. Além disso, a terapia pode ser usada para pessoas que perderam o controle dos músculos da bexiga ou dos movimentos intestinais.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...