Não é cena de novela. Um teste no Rio, São Paulo, São Luís, Goiânia e Porto Alegre mostra que ainda há muito a fazer para melhorar o transporte público para portadores de necessidades especiais.
Matéria veiculada no Fantástico, domingo, 28/03/2010.
Não é cena de novela. Um teste no Rio, São Paulo, São Luís, Goiânia e Porto Alegre mostra que ainda há muito a fazer para melhorar o transporte público para portadores de necessidades especiais.
Matéria veiculada no Fantástico, domingo, 28/03/2010.
A campanha conta inicialmente com cartazes e uma cartilha que será oferecida às entidades afiliadas para incentivar o debate. Dados sobre a evolução dos direitos dos trabalhadores com deficiência no Brasil e cláusulas incluídas nas convenções de trabalho negociadas por sindicatos estão no texto apresentado pela CUT.
“Esta campanha representa o começo da intensificação deste debate no interior de nossa Central, pois entendemos que essas lutas específicas não estão descoladas de nossas lutas gerais. Ela deve estar em nosso cotidiano e na cultura de nossos sindicatos”, afirmou Expedito Solaney, secretário nacional de Políticas Sociais CUT.
O coordenador nacional Coletivo de Trabalhadores/as com Deficiência da entidade, Flávio Henrique, destacou que já se fez muito no setor, mas lembrou que ainda não se conhece ao certo como e onde estão os trabalhadores nessa condição. “Tivemos importantes conquistas, como a lei de cotas, a ratificação pelo Brasil da Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, mas ainda é pouco. Para avançarmos ainda mais, precisamos fortalecer este debate na CUT e para isso é necessário ampliar a organização dos coletivos de trabalhadores/ com deficiência nos estados e nos ramos”.
A CUT aderiu também à Campanha de Acessibilidade Siga Essa Ideia, organizada pelo Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade), órgão que integra a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. O vice-presidente do Conade destacou que as reivindicações pelos direitos das pessoas com deficiência têm estado presentes em diversos encontros, sempre discutindo a questão da melhoria da comunicação e da conscientização da sociedade a respeito do tema.
“Isso deve se estender a outros espaços, já que esta luta não deve estar descolada de nossas lutas gerais. Temos que ocupar os conselhos, conferências e levar nossas propostas, afinal, estamos presentes em todos os segmentos da sociedade”, ressaltou.
Fonte: Rede Brasil Atual
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/trabalho/cut-lanca-campanha-em-defesa-de-trabalhadores-com-deficiencia
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência assina convênio hoje, às 16 horas, em Cubatão (SP), com a SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para implementação do Projeto Acessa Fácil em todos os municípios da Baixada Santista. A SABESP repassará o valor de 3,8 milhões de reais para a AGEM (Agência Metropolitana da Baixada Santista), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Economia e Planejamento.
A finalidade do recurso financeiro é desenvolver e executar obras necessárias para instalar 139 esteiras que facilitarão o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida ao mar. A consultoria técnica do projeto é da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
O coordenador de Programas da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Flávio Scavassin, participará da cerimônia de assinatura, representando a Secretária Dra. Linamara Rizzo Battisttella. Também participam o vice-governador do estado de São Paulo Alberto Goldman, o presidente da Sabesp Gesner Oliveira e a Secretária de Estado de Saneamento e Energia, Dilma Pena.
SERVIÇO:
ASSINATURA DE CONVÊNIO ENTRE SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA E A SABESP
Dia: 26/03/2010
Horário: 16h00
Local: Rua Waldemar Luiz Martins, s/n
Bairro Afonso Schimidt – Sítio Capivari
Cubatão – SP
Fonte: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br
Atualmente, 35 veículos atendem pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, principalmente aquelas que utilizam cadeiras de roda.
O serviço Táxi Acessível completa um ano de funcionamento na cidade de São Paulo e supera as dificuldades iniciais de implantação, como a escassez de passageiros. A cooperativa com maior número de carros em circulação (16) já recebe cerca de mil solicitações de corridas por mês.
Para o secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, embora o investimento inicial para compra e adaptação do veículo seja elevado (cerca de R$ 100 mil), o serviço tem potencial para ser expandido. “As pessoas com deficiência estão buscando cada vez mais a sua autonomia. E este serviço oferece mais uma opção de mobilidade e conforto a estas pessoas. A cidade conta hoje com mais de 3.900 ônibus adaptados, além dos 35 táxis acessíveis, sendo as maiores frotas do Brasil”.
Os veículos adaptados têm identificação visual própria e os motoristas receberam treinamento para lidar com os equipamentos (plataforma elevatória e sistemas de fixação da cadeira de rodas) e auxiliar os passageiros. Os carros são equipados conforme as normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito.O valor das tarifas do Táxi Acessível é idêntico ao cobrado pelos carros convencionais e o usuário pode solicitar o serviço por meio das Centrais de Operação abaixo:
* Associação das Frotas de Táxis
Rua Alfredo Maia, 533 – Ponte Pequena
Fone: 3229-7688 / 3228-1400 / 3326-0505
endereço eletrônico: www.alotaxi.com.br
* Associação dos Taxistas Autônomos – Fuji Táxi 2
Fone: 5073-3600 / 5077-3999
endereço eletrônico: fujitaxi@uol.com.br
* Associação Delta Comum Rádio Táxi 1
Fone:5072-4499
endereço eletrônico: comercial@teletaxi.sp.com.br
* Metrópole SP Rádio Táxi Ltda. – ME 1
Fone.: 5575-6681
endereço eletrônico: metropole_sp@yahoo.com.br
* Associação Super Táxi dos Taxistas Autônomos 1
Fone.: 3982-6414
endereço eletrônico: supertaxi@supertaxi.com.br
Mais informações:
DTP (Departamento de Transporte Público)
Telefones: 2692-3302 / 2291-5416 e 2692-4094
Fonte: Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/pessoa_com_deficiencia/noticias/?p=16450
A professora de linguagem do curso de fonoaudiologia da UNIJORGE e
fonoaudióloga Institucional do Espaço Via Ponte, ambos em Salvador, está oferecendo atendimento fonoaudiológico na Clínica Escola da Unijorge.
O estágio de genética está precisando de pacientes e com
certeza existem muitos pais buscando atendimento.
Os interessados devem entrar em contato pelo email: julyrocha.fono@gmail.com
Além do atendimento ser gratuito, estão sem lista de espera.
Mais informações pelos telefones:
Cel: 71 9169-6262
Tel: 71 9207-6261
DIA 27 de Março de 2010, sábado, das 13h00min às 15h00min
O Clube das Mães e Pais oferece um espaço para orientação em grupo a pais de filhos com Autismo, Asperger e Rett.
Objetivos:
1. Compreensão dos limites da doença e das expectativas da família
2. Treino, estimulação e educação apropriados para que sejam trabalhadas as habilidades e aptidões possíveis.
3. Como buscar uma comunicação um pouco melhor com seu filho
Professora responsável: Dra. Márcia Gabriel da Silva Rego
Mestrado e Doutorado em Psicologia (Neurociências e Comportamento) pela Universidade de São Paulo. Atualmente é Professor Adjunto I da Universidade Paulista e Psicólogo do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Neuropsicologia. Atuando principalmente nos seguintes temas: Síndrome de Asperger, Compreensão da leitura, Psicolingüística, Neurolingüística, Linguagem.
Coordenadora ESPAÇO RESIDIR /São Paulo - www.espacoresidir.com.br
VAGAS LIMITADAS
RESERVAS ANTECIPADAS
Taxa de participação: R$ 40,00
Associados do Clube: R$ 25,00
E-mail: clubedasmaes_e_pais@litoral.com.br
Rua Benjamin Constant, 61 - Tel.: 32718522 / 32711065.
As pessoas com deficiência motora vão poder usar o computador sem as mãos, apenas com movimentos do rosto, como piscar de olhos e abrir e fechar de boca. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a empresa espanhola Indra fizeram um acordo para distribuir gratuitamente dois softwares que dispensam o uso manual do teclado e do mouse. Os programas Headmouse e Teclado Virtual poderão ser baixados a partir de hoje nos sites dos Correios www.correios.com.br) e do Ministério das Comunicações www.mc.gov.br).
O estudante de jornalismo Eduardo Sousa dos Santos George, de 22 anos, que possui uma má formação congênita e mobilidade reduzida, fez hoje uma demonstração do software, durante a cerimônia de lançamento da parceria entre Correios e a empresa espanhola que desenvolveu o programa. Eduardo, que antes usava uma vareta presa à boca para acionar o teclado, navegou sozinho, com movimentos faciais, pelo site dos Correios e consultou o número do CEP da casa dele, em Interlagos, São Paulo.
Para a utilização do software, é preciso ter uma câmera (webcam) instalada no computador para captar os movimentos faciais. O cursor do mouse e a função “arrastar” são acionados pelo movimento da cabeça e a função “click” é ativada por gestos, como piscar de olhos. “Ajudou bastante. Eu antes usava uma ponteira”, disse Eduardo, que dispõe de computador em casa, mas só tem acesso discado à internet, por causa dos preços altos da banda larga.
Durante a cerimônia, o estudante recebeu um convite para trabalhar como monitor dos Correios na divulgação dos softwares. Os Correios colocarão à disposição dos interessados uma equipe de suporte para esclarecer dúvidas sobre a instalação e o funcionamento das ferramentas.
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, lembrou, na cerimônia, que 24,5 milhões de pessoas no Brasil têm algum tipo de deficiência. Ele ressaltou que o Ministério tem no seu quadro de funcionários 80 pessoas com necessidades especiais. Costa citou ainda o projeto que permitiu a instalação de 1.800 telefones desenvolvidos para deficientes auditivos em escolas frequentadas por alunos com necessidades especiais.
Fonte: A Tarde
http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=1425108
Zhang Yongqing mostrou sua invenção em parque em Pequim.
Objetivo é aumentar a mobilidade de cuidadores e de idosos.
O chinês Zhang Yongqing, de 83 anos, mostra sua invenção, uma mistura de cadeira de rodas e bicicleta dobrável, em parque em Pequin nesta sexta-feira (19). Zhang afirmou que a bike ‘multifuniconal’ tem como objetivo ajudar na mobilidade de cuidadores e de idosos que não conseguem caminhar. (Foto: AP)
Fonte: G1 Globo
Escadas e calçadas sem adaptação especial são verdadeiras amardilhas para os deficientes visuais que vivem na capital paulista. Para mostrar esse problema básico e vital de acessibilidade, o Centro Universitário Senac (zona sul) expõe uma mostra com 20 fotos feitas por quem tem conhecimento do assunto.
Todos os sete deficientes visuais autores das imagens participaram, em 2008, do projeto gratuito Alfabetização Visual --capacita estudantes de bacharelado dos cursos de fotografia com o objetivo de torná-los educadores em projetos sócio-culturais.
As informações são do site Catraca Livre, idealizado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, colunista da Folha.
Com o nome de "Acessibilidade", a exposição terá fotografias também desenhadas em alto relevo, com legendas e texto em braille, para que sejam apreciadas pelo público que não enxerga. O evento abre em 7 de abril, com visitação das 14h às 17h. Uma visita guiada será realizada às 15h.
Quem perder a visita guiada terá uma segunda chance no dia 14, às 17h. Também nessa data, das 14h às 16h, acontece um workshop de fotografia que será conduzido pelos alunos deficientes visuais, com o tema Acessibilidade e Percepção. Os palestrantes levarão seus convidados munidos de acessórios como tapa olhos e bengalas. As atividades serão gratuitas e as vagas limitadas.
Informações sobre eventos gratuitos e populares podem ser consultadas no site Catraca Livre.
Centro Universitário Senac - campus Santo Amaro - av. Engenheiro Eusébio Stevaux, 823, Santo Amaro, região sul, São Paulo, SP. Tel. 0/xx/11/5682-7300. Seg. a sex.: 8h às 20h. Abertura: 7/4. Encerramento: 30/4. Grátis. Classificação etária: livre.
Fonte: Folha Online
O Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência (CEAPcD) foi criado em 1984. É vinculado à Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência do governo de São Paulo. É um órgão consultivo, autônomo, com a responsabilidade de assessorar o governo nas questões da pessoa com deficiência.
O Conselho é composto por 20 conselheiros representantes da sociedade civil e dez representantes da área governamental – mais dez suplentes da sociedade e do governo – além de um representante do Ministério Público.
Em todo o estado, o Conselho conta com dez Núcleos Regionais, na capital, em Osasco, Limeira, Sorocaba, Araraquara, São José do Rio Preto/Araçatuba, São José dos Campos, Bauru/Marília/Presidente Prudente, Franca/Barretos e Baixada Santista/Registro. Os núcleos regionais podem desenvolver ações conjuntas com os demais conselhos de cidadania e setoriais organizados.
Composição
Atualmente o presidente do Conselho é José Oliveira Justino, do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Ribeirão Pires. O vice-presidente é Dejair Gonçalves de Andrade, do Conselho Municipal de Promoção e Integração da Pessoa co Deficiência de Ribeirão Preto. Carlos Roberto Perl, do Instituto Nacional de Inclusão Social de Pessoas com Deficiência, é o 1º Secretário. E a Secretaria Executiva fica a cargo de Ida Célia Palermo, do Centro de Vida Independente (CVI).
Os Conselheiros titulares da Sociedade Civil são: Maria José do Prado, José Oliveira Justino, Ida Célia Palermo, Antônio José Camargo Fontes, Dejair Gonçalves de Andrade, Márcia Paes Gori, Wanderley Marques de Assis, Luciano Marques de Souza, Doralice Pereira Simões, Willian Paulo da Silva, Carlos Roberto Perl, Edgar Venâncio, Josefa Aparecida Neri Guido, Carlos Botelho, César Augusto Ferreira, Iranilson Alves da Silva, Eurico Fernandes, Waldir Thereza, Rogério Soares Augusto, Carlos Eugênio Bakos. Os suplentes da Sociedade Civil são: Malcom César Ramos, Ricardo de Oliveira Pedroso, Paulo Toledo Lima, Vera Lúcia Rodrigues Oliveira, Bruno Roberto Macedo, Sonia Maria Montesino da Silva, Claudia Sofia Indalécio Pereira, Rosa Maria Pompeu Ferreira e Eliane da Silva Pavret.
Os Conselheiros Governamentais titulares são: Magali Terezinha da Silva, Talma Bernardo Ribeiro, Martha de Paula Cintra, Patrícia Bittencourt Pereira, Guilherme Assis de Almeida, Cássia Marinho Tubone, Yara Savine, Sarah Regina White, Silvana Paula Pereira e Bruno Sendra de Assis. Os suplentes são: Telma Ferreira dos Santos, Marinei Alves de Lima, Tânia Sheila Griecco, Mariana de Sylos Rudge, Cíntia Regina Béo, Mirsa Elisabeth Dellosi, Luciana de Abreu Nascimento, Chafic Buchaim Filho, Alan Pereira de Oliveira e Elizabete Maria de Aguiar Azevedo.
Reuniões Ordinárias
Mensalmente, o CEAPcD realiza reuniões ordinárias para discutir assuntos levantados por conselheiros para a pauta mensal. As reuniões reúnem os 50 conselheiros de todo o estado, que têm direito a voto. O espaço é aberto a qualquer pessoa que queira participar não necessitando agendamento prévio, porém, para sugerir assuntos para a pauta, pessoas da sociedade civil, ONGs, governo e empresas devem realizar solicitação até quinze dias antes da reunião desejada. Confira abaixo o calendário de reuniões ordinárias para 2010.
Reuniões ordinárias do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência
Data: Última quinta-feira do mês (ver calendário abaixo)
Horário: Das 10h às 16h
Local: Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564, portão 10 – Barra Funda – São Paulo – SP – próximo à estação do Metrô e da CPTM
Calendário de reuniões para 2010
Março: 25
Abril: 29
Maio: 27
Junho: 24
Julho: 29
Agosto: 26
Setembro: 30
Outubro: 28
Novembro: 25
Dezembro: 16
Fonte: Secretaria do Direitos da Pessoa com Deficiência
http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=561&c=31
É inaugurado o “Saúde da Mulher com Deficiência”, no Hospital Municipal Maternidade-Escola de Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo.
O projeto consiste em instalações de equipamentos para atendimento médico, tais como camas especiais para exames ginecológicos, um mamógrafo que permite a realização do exame sem que a paciente precise sair da cadeira de rodas, leitos que mudam de altura por comando eletrônico e lifters – espécie de guindaste para transferir a paciente para o leito.
O secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marcos Belizário, ressaltou no evento que é necessário a adaptação de hospitais para as mulheres com deficiência que têm a vida sexual ativa e precisa cuidar da saúde e prevenir doenças ginecológicas como endometriose, câncer de mama e útero, infecções pelos vírus HPV, HIV, entre outras.
“O projeto visa a qualidade de vida e esse programa vai beneficiar muitas mulheres com deficiência”, afirma o prefeito Gilberto Kassab, que visitou as instalações do Hospital acompanhado pelo diretor Carlos Alberto Ruiz.
De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, as adaptações serão implantadas em mais 4 unidades de saúde ainda neste ano, e até 2012 será concluído a capacitação de toda a rede municipal.
Serviço:
Hospital Municipal Maternidade Escola Vila Nova Cachoeirinha
Av. Deputado Emílio Carlos, 3100
Vila Nova Cachoeirinha – São Paulo – SP
(11) 3986-1000
Fonte: Blog Sentidos
O YouTube está a colocar legendas automáticas em milhões de vídeos, tornando-os acessíveis aos surdos e às pessoas com pouca audição.
Até agora apenas uma pequena percentagem de vídeos continham legendagem (Peter Jones/Reuters)
A Google, que comprou o YouTube em 2006, indicou que este uso de uma tecnologia de reconhecimento de voz é provavelmente a maior experiência online do género.
Até agora apenas uma pequena percentagem de vídeos continham legendagem.
O Youtube referiu ainda que a abertura do conteúdo a todos aqueles que, até agora, não conseguiam realmente aceder a ele marca o início de um processo de democratização da informação.
Inicialmente esta nova aplicação irá estar disponível apenas nos vídeos falados em Inglês, com as restantes linguagens a serem acrescentadas nos meses seguintes.
Em Novembro do ano passado, o YouTube disponibilizou legendas automáticas a uma série de parceiros, incluindo a Universidade da Califórnia, Berkeley, Yale e National Geographic.
Tecnologia de reconhecimento de voz
A tecnologia que está por detrás do reconhecimento de voz já existe há 50 anos, indicou, citado pela BBC, o engenheiro da Google Mike Cohen, explicando que, finalmente, ela se massificou.
“Há já 25 anos que trabalho com a tecnologia de reconhecimento de voz”, indicou Cohen à BBC.
“Tem havido grandes desenvolvimentos e este é o culminar de muitos anos de trabalho. Tivemos que trabalhar numa série de problemas, como as diferenças de sotaque, o barulho de fundo e as variações na linguagem, na pronunciação”, estimou.
A equipa frisou, porém, que o produto não é perfeito. Numa demonstração da tecnologia, o engenheiro de software Ken Harrenstien mostrou como a ferramenta confunde as palavras “sim card” com “salmon” [salmão].
“Esta não é a solução final, mas é um passo no caminho para uma solução real”, disse.
“É difícil fazer com que cada palavra fique exactamente correcta, mas por vezes isso não tem interesse e noutros casos é simplesmente divertido”.
Ken Harrenstien trabalhou neste projecto nos últimos cinco anos. Surdo desde os cinco anos, o lançamento desta tecnologia é para este engenheiro uma grande vitória pessoal. “Isto é incrível. É aquilo que eu sonhei durante vários anos. O facto de agora podermos ir a qualquer video online e ver as legendas é inacreditável e o facto de eu ter feito parte deste processo é óptimo”.
As reacções a esta mudança têm sido muito positivas. Alunos da California School for the Deaf (Escola Californiana para os Surdos), em Freemont, fizeram um vídeo em que explicam a grande diferença que esta nova ferramenta representa para as suas vidas. “Sentíamos que não fazíamos parte do mundo. Sentíamo-nos excluídos”, indicou Angel Harrington.
Entre os dias 25 de fevereiro e 4 de março, o Clube dos Paraplégicos de São Paulo (CPSP) realiza o Campeonato Brasileiro de Basquetebol em Cadeira de Rodas. O evento marca os 50 anos do Basquetebol em Cadeira de Rodas no Brasil. O objetivo principal desse Campeonato é homenagear e relembrar o início das competições de basquetebol em cadeira de rodas no Brasil.
No evento serão homenageados atletas veteranos do Rio de Janeiro e de São Paulo, alguns dos quais participaram da primeira partida da modalidade. Disputada em junho de 1959, entre as equipes Azes da Cadeira de Rodas (SP) e Clube do Otimismo (RJ). No dia 26 de fevereiro às 20h no Clube Escola Ibirapuera, haverá uma partida simbólica entre os veteranos dessas duas equipes. A Cerimônia de Abertura da Competição acontecerá no Ginásio do Clube Escola Ibirapuera, na Rua Pedro de Toledo 1.651, Vila Clementino, São Paulo – SP.
Para participar do campeonato, foram convidadas 16 equipes de Goiás, Distrito Federal, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Os times serão divididos em duas séries de oito, segundo a classificação no Ranking Nacional. As competições acontecem no Clube Escola Ibirapuera e no Ipê Clube (R. Ipê, 103 – a duas quadras do Clube Escola Ibirapuera).
Serviço
Campeonato Brasileiro de Basquetebol em Cadeira de Rodas
Data: 25 de fevereiro a 4 de março
Horário: Das 9h às 18h
Locais: Clube Escola Ibirapuera e Ipê Clube
Endereço: R. Pedro de Toledo, 1651 – Vila Clementino – São Paulo – SP (Clube Escola Ibirapuera) e R. Ipê, 103 – Vila Clementino – São Paulo – SP (Ipê Clube)
Mais informações:
Site: http://www.cpsp.com.br/index2.html
E-mail: cpsp.sp@terra.com.br
Telefone: (11) 5575.6675
Fonte: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência
http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=549
Justiça dá 15 dias para sair norma sobre trabalho de motoristas deficientes
Denatran deve regulamentar atuação de deficientes como motoristas.
Motoristas profissionais deficientes poderiam usar veículos adaptados.
Do G1, com informações da Agência Estado
A Justiça Federal deu prazo de 15 dias para que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) edite norma para que pessoas com deficiência possam dirigir profissionalmente. A decisão é do juiz Rogério Volpatti Polezze, da 10ª Vara Federal Cível de São Paulo, com base numa outra decisão, liminar, datada de 2007.
O prazo de 15 dias começa a valer a partir do dia em que os servidores responsáveis forem notificados da decisão da Justiça Federal. Em caso de descumprimento, os servidores podem responder por desobediência.
Em 4 de dezembro de 2007, o juiz da 10ª Vara Federal Cível de São Paulo ordenou que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em 30 dias, publicasse uma resolução para regulamentar as adaptações a serem feitas em veículos de categorias profissionais (categorias "C", "D" e "E", da Carteira Nacional de Habilitação). As adaptações possibilitariam o exercício da profissão de motorista por pessoas com deficiência que necessitassem de veículos adaptados, após uma análise de suas limitações.
Apresentadora de TV, Juliana Santos aprendeu a viver com limitações causadas pelo lúpus
DENISE MENCHEN
da Folha de S.Paulo, no Rio
A náusea que acometeu a então estudante de publicidade Juliana Carvalho dos Santos em maio de 2001 foi inicialmente vista como consequência de uma festa da véspera. À época com 19 anos, ela tinha exagerado na bebida e não estranhou quando não conseguiu conter o vômito após o jantar.
Jefferson Bernardes/Folha Imagem
Juliana Santos, 28, que recebeu diagnósticos errados até descobrir sua doença
A suposta ressaca, porém, foi sucedida por febre e fraqueza, que se agravaram nos dias seguintes. Cerca de uma semana mais tarde, era internada sob suspeita de meningite. Trinta e sete dias depois, deixava o hospital paraplégica. O diagnóstico era de mielite transversa, uma inflamação na medula espinhal causada por lúpus eritematoso sistêmico, doença que desconhecia ter.
Hoje adaptada à nova condição, Juliana, 28, apresenta o programa "Faça a Diferença", da TV Assembleia do Rio Grande do Sul, sobre pessoas com deficiência. Escreveu, também, um livro em que conta sua história, com lançamento previsto para este semestre.
Entre as memórias está o período de internação. Isolada devido à suspeita de meningite, ela desenvolveu síndrome do pânico. Viu também os membros perderem força até não conseguir sair da cama. Por alguns dias, ficou tetraplégica --mexia apenas a cabeça.
Sem diagnóstico preciso, recebeu antibióticos, corticoides e imunossupressores. Foi submetida ainda à plasmaferese, filtragem do plasma sanguíneo para a remoção de elementos que podem ocasionar doenças. O tratamento surtiu efeito e, com o recuo da inflamação e a ajuda da fisioterapia, ela voltou a mexer os braços.
A cadeira de rodas saiu do hospital com ela. A lesão remanescente na medula, prolongamento do sistema nervoso central que conduz os impulsos do cérebro para o corpo e vice-versa, deixou-a sem movimentos nas pernas e sem sensibilidade dos seios para baixo.
A casa onde morava com os pais e os quatro irmãos em Porto Alegre, repleta de escadas, virou obstáculo. Sem conhecer as mudanças possíveis para tornar a vida mais fácil, esperançosa com a recuperação e em dificuldades financeiras, passou a morar na sala de estar. Durante três anos, dependeu de ajuda para acessar o lavabo, distante três degraus.
A volta à faculdade também foi complicada. Com o movimento das mãos debilitado, levava um gravador para o curso. Em casa, tentava passar as informações para o caderno. "Tive que reaprender a escrever, a digitar, a cortar as unhas", lista.
Outro desafio foi retomar o convívio com os amigos em atividades típicas da idade. Ela já nem lembra quantas vezes teve que ser carregada escada acima para participar de festas. "Eu nem ligava para o acesso."
Os remédios também entraram em sua rotina. De perfil autoimune, o lúpus é caracterizado por um desequilíbrio no sistema imunológico: os anticorpos, produzidos para proteger contra infecções, se fixam em alguns órgãos, provocando inflamações. A causa é desconhecida, mas acredita-se que haja relação com fatores genéticos, hormonais e ambientais.
Quando a doença está ativa, os problemas mais comuns ocorrem na pele, articulações, rins e membranas que envolvem pulmão e coração. A inflamação na medula é rara.
Ao longo dos anos, porém, também foram cogitados os diagnósticos de síndrome mista de colágeno e neuromielite óptica. Em comum com o lúpus, o caráter autoimune que pode levar a lesões medulares.
"É comum os médicos discordarem, principalmente nas paraplegias agudas. As hipóteses são diversas e os exames muitas vezes são dúbios", diz o neurologista Ricardo Novis, da Clínica São Vicente, do Rio.
No início, a divergência de opiniões incomodou a apresentadora. "Quando vi que o prognóstico não mudava muito, isso perdeu importância", diz. Hoje, faz o acompanhamento com o reumatologista Henrique Staub, que está convicto de que ela tem lúpus. "A paciente apresentou, no início da doença, dores articulares e anticorpos anti-DNA, compatíveis com o diagnóstico."
O tratamento inclui o uso de imunossupressores e de corticoides para controlar a produção de anticorpos e o processo inflamatório, além de fisioterapia. Juliana toma ainda medicamento para evitar resíduos de urina na bexiga, antidepressivo e anticoagulante. O último foi incluído depois que uma trombose a levou novamente ao hospital --a formação do coágulo ocorreu em 2005 e, segundo Staub, também é uma manifestação do lúpus.
"A trombose me deu uma rasteira. Eu tinha acabado de começar a trabalhar, estava recomeçando a vida e tive que voltar para o hospital. Naquela hora, bateu a revolta do "Por que eu?", não queria mais existir, só pensava em acabar com aquela dor", lembra ela, que tinha sido aprovada em concurso da Assembleia Legislativa.
A crise a motivou a tentar uma vaga na Rede Sarah de reabilitação, em Brasília. Foi internada no fim daquele ano. Quando voltou para a casa, o avanço era visível.
"Voltei a ter privacidade. Antes, tinha que chamar colegas de trabalho que acabara de conhecer para me ajudar a colocar as calças cada vez que ia ao banheiro. O momento em que consegui fazer isso sozinha de novo foi muito marcante."
A internação colaborou para outra redescoberta: a da sexualidade. "Isso sempre foi muito importante para mim, mas de uma hora para outra mudou tudo. Eu estava sem movimento, sem sensibilidade e com a cara do Fofão por causa dos corticoides", brinca ela, que ganhou 20 kg depois da lesão.
A reabilitação na cama veio com o envolvimento com outro paciente. Em uma noite livre, os dois foram a um motel.
"Vê se visualiza a cena, um manco ajudando uma paraplégica a entrar na banheira. Traçamos estratégias, algumas tentativas, e, no final, deu tudo certo. Mas, para sair, outro parto. Pensei até em chamar uma camareira para dar uma força. Como tanto ele quanto eu somos brasileiros e não desistimos nunca, vencemos a porra da banheira! Se eu perder para uma Jacuzzi, vou ganhar de quem?", escreve Juliana no livro, intitulado "Na Minha Cadeira ou na Tua?".
Fonte: Folha Online
A primeira jangada acessível do Brasil partiu para o mar da Pajuçara nesta quarta-feira (dia 3), às 11h, rumo às piscinas naturais. A bordo da embarcação, os alagoanos Luiz Cavalcante e José Batista, cadeirantes que, pela primeira vez, tiveram a oportunidade de conhecer o maior cartão postal da capital alagoana, com segurança e conforto.
“Estou emocionado em conhecer as piscinas naturais, e mais ainda porque os portadores de necessidades especiais agora contam com uma jangada adaptada para acesso ao lazer”, explicou Batista.
O projeto da Jangada Acessível, desenvolvido pelo o arquiteto Jorge Luiz, foi idealizado dentro da disciplina de Ergonomia, que disponibiliza ferramentas metodológicas para o desenvolvimento do projeto, que também conta com apoio logístico da Secretaria Municipal de Promoção do Turismo (Semptur), da Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) e da Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal).
O presidente da Adefal, Luiz Carlos Santana, considerou que o projeto é uma conquista de cidadania. “As piscinas naturais são conhecidas nacionalmente, e agora, com esse equipamento, tornam-se acessíveis também para os portadores de necessidades especiais, que têm mais essa opção de lazer”, disse Luiz Carlos. Segundo ele, o apoio da Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, foi essencial para dar o suporte legal ao projeto. “Nossa próxima tarefa é conseguir novos parceiros para construir mais três jangadas”, disse ele.
A turista carioca Luiza Cantuário, que fazia o passeio às piscinas pela terceira vez com seus filhos, considerou o projeto da jangada fantástico. “Quando chegar ao Rio de Janeiro, vou mostrar fotos da jangada acessível de Maceió na escola. Seria ótimo que na minha cidade também tivesse uma jangada assim para democratizar o lazer”, disse Luíza.
Foi o pescador e carpinteiro Sidney Cícero da Silva, conhecido como Dinho, quem construiu a jangada, e ele levou a família para conferir o resultado. “Antes, muitos deficientes tinham medo de fazer o passeio. Em alguns casos era preciso amarrar a cadeira no barco. Agora eles fazem o passeio na sua própria cadeira, com segurança”, diz ele.
Para a secretária Claudia Pessôa, da Semptur, a jangada acessível é uma conquista para os portadores de necessidades especiais. “Estão de parabéns todos os que contribuíram com esse projeto, pelo sucesso da jangada acessível, que foi noticia até em sites nos EUA”, disse ela.
A jangada acessível tem 1,90 de comprimento e 2,50 de largura e pode comportar até dois deficientes físicos com a cadeira de rodas, com acompanhante. Na construção da jangada foram utilizadas as madeiras de pequi, jaqueira, maçaranduba e igapó.
Fonte: Prefeitura de Maceió
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Coordenação do Programa de Atenção à Saúde do Idoso, realizou segunda-feira (8) a palestra “Cuidado com o Idoso”, ministrada pela médica geriatra Fátima Pedrosa, que orientou os cuidadores sobre as funções e cuidados com os pacientes.
Mensalmente, os cuidadores se reúnem na sede da SMS para assistirem a palestras e receber materiais para curativos. O objetivo das reuniões é orientar e capacitar os responsáveis pelo auxílio aos pacientes idosos acamados em seu domicílio. Este ano, as orientações seguirão o Guia Prático do Cuidador, do Ministério da Saúde.
Para Fátima Pedrosa, os idosos não devem ser vistos como inúteis, mas sim estimulados à prática de atividades de lazer e ocupacionais. “É costume vermos as pessoas fazendo tudo para o idoso, mas atividades simples, como debulhar o feijão, integra o idoso à família. O cuidador deve observar e identificar o que a pessoa pode fazer por si, avaliar as condições e ajudá-lo”, disse.
A médica também destacou que alguns hábitos costumam passar despercebidos e precisam ser evitados. “Deixar que o idoso durma até tarde perdendo o sol da manhã ou colocá-lo na frente da TV por horas não devem virar rotina nem serem aceitos como alternativas de lazer. Passear ou mesmo conversar são mais prazerosos que assistir à televisão”, aconselha.
O Programa de Atenção à Saúde do Idoso existe desde 2006 e conta com cerca de 170 cuidadores cadastrados, em sua maioria familiares. Segundo Denyse Lima, coordenadora do programa, o Serviço de Atendimento Domiciliar ao Idoso Acamado acaba sendo um grupo de apoio onde os cuidadores podem trocar experiências e dividir os seus problemas.
“Muitos chegam aqui estressados e sem saber como lidar com certas situações, mas encontram apoio com outros cuidadores que podem ter passado por situações semelhantes”, afirmou a coordenadora.
Fonte: Prefeitura de Maceió