segunda-feira, 24 de junho de 2013

Alunos com deficiência continuam sem ir às aulas em Itapetininga, SP

23/06/2013 10h37 - Atualizado em 23/06/2013 10h37

Situação é enfrentada pelas famílias há dois meses.
Segundo prefeitura, processo de transporte está em licitação.

Do G1 Itapetininga e Região

Alunos  de alguns bairros da Zona Rural de Itapetininga (SP) estão sem frequentar as aulas desde abril de 2013. O estudantes especiais, que frequentam a Apae e o Centro de de Pesquisa e Reabilitação Visual, o Ceprevi, não contam mais com o transporte especial que era oferecido pela prefeitura.

De acordo com os pais dos alunos, o benefício foi cortado sem aviso prévio e voltaria a ser utilizado no dia 1 de maio, mas até o momento nada mudou.

Segundo a escriturária, Rita Almeida de Freitas, que é mãe de Marco Antônio e moradora do bairro Gramadinho,, o  jovem é portador de síndrome de down e frequentava a instituição há 19 anos. “Em todos esse anos ele nunca ficou sem frequentar. Ele sente muita falta”, explica.

Estudantes estão sem transporte escolar em Itapetininga (SP). (Foto: Reprodução TV TEM)

De acordo com a dona de casa, Joselene de Souza Souto, mãe de uma menina de 8 anos portadora de deficiência visual, ficar sem o transporte é prejudicial. A menina frequentava o Ceprevi  desde janeiro de 2013 e está perdendo o tratamento.

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Itapetininga, a linha de transporte dos alunos da zona rural matriculados na Apae está em processo de licitação. Ainda segundo a assessoria, a Secretaria Municipal de Educação deve viabilizar temporariamente um veículo da prefeitura para atender aos alunos, mas a data não foi informada.

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Estudantes estão sem transporte escolar em Itapetininga (SP). (Foto: Reprodução TV TEM)

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2013/06/alunos-com-deficiencia-continuam-sem-ir-aulas-em-itapetininga-sp.html

Romário critica Ronaldo e cobra ingressos da Copa a deficientes

23 de Junho de 2013•20h53 •atualizado em 23 de Junho de 2013 às 21h16

 

A troca de farpas entre Ronaldo e Romário continua. Depois de o Fenômeno ter sugerido no sábado que o Baixinho pode estar se aproveitando das manifestações para aparecer, o deputado federal emitiu uma carta aberta com críticas ao integrante do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014.

ng2618802"Ronaldo, meu camarada. Se tem alguém se aproveitando dessa situação de indignação popular, certamente, não sou eu. Desde 2011, quando assumi meu mandato, tenho me informado sobre tudo que acontece no Brasil na área de esporte para contribuir com minha experiência", escreveu o deputado.

Romário se tornou um dos mais ferrenhos críticos da realização dos grandes eventos esportivos no País. Com isso, as divergências com Ronaldo só aumentaram. Enquanto o Fenômeno evita declarações mais fortes ao desafeto, o Baixinho faz novas críticas ao pentacampeão e questiona sobre bilhetes que seriam destinados a torcedores portadores de necessidades especiais."Nós da Frente Parlamentar em Defesa da Pessoa com Deficiência ainda esperamos os 32 mil ingressos para a Copa do Mundo prometidos publicamente por você, em nome do COL, para as pessoas com deficiência de baixa renda", acrescentou.

O deputado ainda alegou que visitou todas as cidades que receberão partidas da Copa de 2014, participando também da discussão para tentar impedir regalias à Fifa por meio da Lei Geral da Copa. Além disso, Romário reiterou sua intenção de instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a Confederação Brasileira de Futebol.

Confira abaixo a carta na íntegra:

Carta aberta a Ronaldo:

Ronaldo, meu camarada

Se tem alguém se aproveitando dessa situação de indignação popular, certamente, não sou eu. Desde 2011, quando assumi meu mandato, tenho me informado sobre tudo que acontece no Brasil na área de esporte para contribuir com minha experiência. O primeiro impacto negativo que tive foi a Lei Geral da Copa, que dava poderes excessivos à FIFA. Trabalhei junto com outros deputados para tornar aquele texto mais favorável ao Brasil. Em um dos artigos, por exemplo, sugeri que a FIFA deixasse no Brasil 10% do seu lucro, de R$ 4 bilhões, para investimento no futebol de base e outros esportes praticados por pessoas com deficiência. Entre outros projetos que você, certamente, pode conferir posteriormente.

Como você também deve saber, estou tentando instalar um CPI da CBF na Câmara, para que possamos por fim aos desmandos daquela instituição e resgatar a verdadeira função do futebol, que é fortalecer este esporte tão amado por mim, por você e por milhões de brasileiros.

Uma coisa que você não deve saber, é que uma das funções de deputado é fiscalizar, além da CBF, entidades como a que você faz parte, o Comitê Organizador Local (COL). E ninguém pode dizer que não tenho feito isso. São incontáveis os relatórios divulgados por mim sobre o excesso de gastos. Visitei TODAS as cidades-sedes para fiscalizar obras de mobilidade, aeroportos, estádios e acessibilidade. Minha função não permite ações mais efetivas, fica a cargo do Executivo dar a canetada final.

Para finalizar, parceiro, não é só governo que contribui com o bem da população de seu país, empresários e cidadãos bem intencionados também compartilham desta inestimável generosidade.

Aliás, nós da Frente Parlamentar em Defesa da Pessoa com Deficiência ainda esperamos os 32 mil ingressos para a Copa do Mundo prometidos publicamente por você, em nome do COL, para as pessoas com deficiência de baixa renda.

Com apreço,

Romário

Fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/romario-critica-ronaldo-e-cobra-ingressos-da-copa-a-deficientes,0ae09ec05cb6f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Romero reduz tarifa de ônibus em CG e implementa Passe Livre para deficientes auditivos

20/06/2013 | 13h00min

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) anunciou na manhã desta quinta (20) a redução da passagem de ônibus e passe livre para deficientes auditivos.

A redução ocorre no dia em que a cidade adere ao movimento nacional de protestos. A manifestação está prevista para acontecer as 17h na Praça da Bandeira. Organizado pelo facebook, o evento já conta com mais de 16 mil pessoas confirmadas.

A coletiva de imprensa foi concedida no auditório da Vila do Artesão. O prefeito argumentou que foram feitos estudos através de uma tabela que relacionava a redução do ISS com o preço final da tarifa dos transportes. Ao fim chegou-se a conclusão de que para a tarifa ficar mais barata seria necessário zerar o imposto sobre o serviço.

O projeto já está pronto para o prefeito assinar e será enviado para a Câmara de João Pessoa que se reunirá de forma extraordinária para que a redução já seja implementada em primeiro de julho.  

Na prática a passagem ficará em R$ 2,10. O prefeito espera com essa medida, ao menos em parte, atender às reivindicações de grupos de manifestantes, estudantes e grupos não governamentais que pedem tarifas mais justas.

Essa discussão deve ser feita também pelas empresas de transporte público, Romero disse que a situação é bastante complicada e as empresas por si só não poderiam baixar. A outra notícia é a implementação do passe livre para portadores de deficiência auditiva.

http://www.paraiba.com.br/2013/06/20/36480-romero-reduz-tarifa-de-onibus-em-cg-e-implementa-passe-livre-para-deficientes-auditivos

Mãe deficiente mental e filha são escravizadas, em novo caso de terror nos EUA

Dois homens e uma mulher foram presos nesta terça-feira em Ohio, EUA, e serão processados por terem escravizado e mantido uma portadora de deficiência mental e sua filha reféns, anunciaram autoridades.

Após uma longa investigação, os três terminaram detidos por acusações de tráfico humano. As vítimas foram mantidas em cativeiro em uma casa em Ohio (norte).

A mãe deficiente conseguiu fugir em outubro de 2012, quando foi pega roubando um doce. Ela disse aos policiais que preferia ser presa a voltar para casa, porque seus companheiros eram "ruins" com ela, informou a promotoria.

Por dois anos, mãe e filha foram mantidas no porão, com cobras e pitbulls, alimentando-se apenas de enlatados, ou de restos de comida. A mãe era obrigada a fazer as tarefas domésticas e sofria maus-tratos.

Na casa, em Ashland, moravam outras duas mulheres, os quatro filhos de uma delas e um homem.

"Mais uma vez, nós nos vemos obrigados a admitir que a escravidão moderna existe", disse o promotor do distrito norte de Ohio, Steven Dettelbach.

"As vítimas nesse caso passaram por violência, ameaças, condições de vida subumanas e outros atos horrendos", afirmou.

A mulher, cuja identidade não foi divulgada, ouvia repetidas ameaças. Se não fizesse o que seus captores queriam, sua filha (hoje com cinco, ou seis anos) seria ferida, ou tirada dela.

Inicialmente, as duas foram obrigadas a dormir no chão, em um porão onde também vivia uma iguana. Ambas era repetidamente espancadas, ameaçadas com pitbulls e cobras e vigiadas por vídeo, por meio de uma babá eletrônica.

Em pelo menos três ocasiões, ela foi seriamente ferida para conseguir receita médica de analgésicos para Jordie Callahan, de 26, e Jessica Hunt, de 31, que moravam na mesma casa.

Jordie e Jessica também rasparam a cabeça da deficiente, no estilo moicano, e escreveram "slut", "whore" e outras palavras do gênero (vagabunda e prostituta, em português) em seu rosto e no peito, com um marcador permanente.

A menina só podia usar o banheiro depois que sua mãe terminasse a faxina na casa. Entre as tarefas domésticas, estava cuidar de cobras venenosas.

A mãe também era obrigada a entregar os cartões dos benefícios sociais oferecidos pelo governo e raramente recebia algum dinheiro, acrescentou a promotoria.

A vítima contou à polícia que era obrigada a esperar até as oito da noite para poder dar qualquer coisa para sua filha comer. Enquanto ambas eram proibidas de comer qualquer alimento que fosse fresco, a mãe era forçada a alimentar a iguana com frutas e vegetais.

Várias testemunhas confirmaram a história da mulher deficiente. Uma testemunha disse ter visto Jordie Callahan arrastar a mulher escada abaixo pelos cabelos e esfregar seu rosto nas fezes de um dos cachorros.

"As ruas estão muito mais seguras com essas pessoas presas", declarou o chefe de polícia de Ashland, David Marcelli.

Daniel Brown, de 33, também teria participado do abuso.

Esse caso de horror vem à tona um mês depois da descoberta de três jovens mantidas por mais de dez anos em cativeiro em Cleveland, período em que foram agredidas e violentadas sexualmente.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Evento chama atenção, no Brasil, para o dia Mundial do Orgulho Autista

Para lembrar o Dia Mundial do Orgulho Autista, que será comemorado amanhã, a Associação Brasileira de Autismo, Comportamento e Intervenção do Distrito Federal (Abraci-DF) organizou ontem em Brasília uma atividade para esclarecer o que é o transtorno e conscientizar as famílias da importância do diagnóstico precoce. O autismo é caracterizado pela dificuldade de socialização. Em geral, os primeiros sinais, como isolamento, dificuldade para falar e repetição de movimentos aparecem por volta dos 2 ou 3 anos de idade.

De acordo com a presidenta da Abraci-DF, Lucinete Andrade, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, maiores as possibilidades de estimulação. “Quando se fala de autismo, não se trata de uma só realidade. Por essa diversidade, o diagnóstico é problemático. Às vezes, o diagnóstico fica errado e isso compromete o desenvolvimento e a estimulação dessas crianças”, avaliou.

logomarca autistaO autismo não tem cura, mas o desenvolvimento dos pacientes pode ser estimulado, além do uso de medicação. Como o transtorno é pouco conhecido, segundo Lucinete, muitos autistas não recebem a estimulação e o tratamento adequados. “Nosso objetivo é chamar a sociedade para dizer que não apenas o diagnóstico é importante, a estimulação também, é ela que vai fazer a diferença entre o diagnóstico e o desenvolvimento desse indivíduo. Hoje, no Brasil, só os pais que podem pagar, com situação financeira melhor é que oferecem a estimulação adequada. E isso tem que ser independente da questão social da família”.

Mãe de um menino de 2 anos e 10 meses diagnosticado com autismo, a dona de casa Luísa Silva diz que iniciativas como essa são importantes para desmistificar o autismo, ampliar o conhecimento sobre a doença e ajudar os pais a identificar os primeiros sintomas.

Não há estimativas oficiais sobre o número de autistas no Brasil, mas organizações não governamentais calculam que o total pode chegar a mais de 1 milhão de pessoas. (agência Brasil)

Dia do Orgulho Autista tem exibição de filme em Volta Redonda, no RJ

17/06/2013 13h26 - Atualizado em 17/06/2013 13h26

'Arthur e o Infinito' tem sessão prevista para as 19 horas.
Ingressos podem ser retirados na Apadem.

Do G1 Sul do Rio e Costa Verde

Dia do Orgulho Autista tem exibição de filme em Volta Redonda, RJ (Foto: Divulgação)

Filme Arthur e o Infinito (Foto: Divulgação)

Para marcar o Dia do Orgulho Autista em Volta Redonda, RJ, será exibido nesta terça-feira (18), no Cine Gacemms 2, na Vila Santa Cecília, o filme Arthur e o Infinito. Com a mensagem de expor a trajetória da mãe de um menino autista, o filme mostra a dedicação integral à criança, passando por dificuldades. Após a exibição, haverá palestra com a diretora da obra, Julia Rufino.

"O momento é fundamental para autistas e familiares. Lutamos por mobilização e políticas públicas, que podem ser alcançadas pela conscientização das pessoas", explicou a representante da Associação de Pais e Autistas de Volta Redonda (Apadem), Cláudia Moraes, organizadora do evento.

Os bilhetes podem ser retirados, de graça, na sede da Associação dos Pais de Autistas e Deficientes Mentais da cidade, que fica na avenida Beira Rio, no bairro Voldac. O local funciona de 8h ao meio-dia e de 13h às 17h. São 120 ingressos, limitados a três por pessoa.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Lei de cotas para deficientes não é cumprida em Itapetininga, SP

Prefeitura está entre os geradores de empregos que não cumprem a lei.
Levantamento foi realizado pelo Ministério do Trabalho.

Do G1 Itapetininga e Região

Segundo um levantamento feito pelo Ministério do Trabalho, a lei de cota de vagas para pessoas com deficientes não é totalmente cumprida em Itapetininga (SP). Até o mês de maio, das 48 empresas pesquisadas, 40 não preencheram os cargos com pessoas com necessidades especiais.

A lei federal número 8.213 estipula cotas de vagas para pessoas com deficiência nas empresas com mais de 100 funcionários.  As empresas que possuem de cem a duzentos funcionários registrados precisam preencher 2% do quadro com deficientes. Já de 201 a 500 funcionários, a cota destinada às pessoas com deficiência é de 3%. De 501 a 1 mil funcionários, 4%. De 1.001 em diante, 5% do quadro de funcionários deve ser preenchido com trabalhadores com deficiência.

Na lista do último levantamento feito pelo Ministério do Trabalho a Prefeitura de Itapetininga também é apontada como irregular. O município deveria ter pelo menos 146 funcionários com alguma deficiência, mas atualmente são 18 pessoas.

Em nota a administração municipal informou que o número corresponde a apenas 12% do que teria de contratar. A justificativa é que essas pessoas com necessidades especiais precisam mostrar interesse e se inscrever em concurso público. Além disso, eles precisam ter qualificação profissional para preencher as exigências dos cargos já que 5% das vagas são para pessoas com deficiência.

Dificuldades
A bacharel em Direito, Kátia Moraes, tem dificuldade para andar e ficar de pé devido a uma doença. A jovem nasceu com uma luxação congênita no quadril. A deficiência não foi obstáculo e ela se formou em Direito e se prepara para a prova da OAB. Independente da formação, ela afirma que encontra dificuldades para se colocar no mercado de trabalho.

Segundo a estudante, o principal problema para conseguir uma vaga é porque as empresas não se adaptam para receber os deficientes. “As dificuldades são em relação à adaptação. As empresas não se adaptam às necessidades dos portadores de deficiência de acordo com o grau de dificuldade apresentado por cada um. Muitas pessoas falam que no mercado de trabalho os deficientes são privilegiados, mas na verdade há uma dificuldade muito grande em encontrar trabalho”, afirma.

Quem também fala das dificuldades para se colocar no trabalho é o desempregado Lucas Prado. Ele conta que tem muita dificuldade para enxergar, por isso, usa uma lente de contato no olho direito para tentar corrigir sete graus de miopia. Já a visão do olho esquerdo foi totalmente perdida.

Segundo o jovem, conseguir uma vaga em que possa exercer a função sem dificuldades está cada dia mais difícil em Itapetininga. “Eles falam que depois ligam, mas nunca acontece de ligarem”, reclama.

O vereador Etson Brum, que tem deficiência visual, afirma que é importante cobrar das empresas o cumprimento da cota. “Qualquer pessoa que souber do não cumprimento deve denunciar as empresas ao Ministério Público ou à Junta do Trabalho. É importante essas empresas saberem que hoje a gente tem noção de quantos funcionários elas têm. Precisamos saber quais são as empresas que têm responsabilidade social e quais não têm”, comenta.

O vereador Fernando Rosa Junior ressalta que a lei federal estabelece todas as diretrizes para o deficiente no Brasil e propõe uma comissão de apoio na Câmara. “A nossa propositura é que a nossa Casa de Leis possa ter uma comissão para restabelecer um resguardo para todos os deficientes do nosso município”, comenta.

Prefeitura está na lista de geradores de empregos que não cumprem a lei de cotas. (Foto: Reprodução TV TEM)

Prefeitura está na lista de geradores de empregos que não cumprem a lei de cotas. (Foto: Reprodução TV TEM)

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2013/06/lei-de-cotas-para-deficientes-nao-e-cumprida-em-itapetininga-sp.html

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Camapanha pelo fim da violência contra as mulheres

Capturar

Para visualizar ou baixar o folheto clique aqui.

Aluna deficiente precisa de colo

2/06/2013 05:48

Elevador de escola foi depredado por vândalos que invadiram um colégio da Zona Sul, no início do ano ADRIANA CHAVES
especial para o diário

Um elevador quebrado se tornou um transtorno na vida de uma aluna com deficiência física da EE (Escola Estadual) Feitiço da Vila, no Capão Redondo, Zona Sul. Desde que o equipamento parou de funcionar, Yezza Sousa, de 16 anos, estudante do 2 ano do ensino médio, precisa ser carregada pelos colegas para subir ou descer algum dos três andares da escola.

Segundo Yezza, vândalos depredaram o elevador no início do ano. “Os meninos me levam no colo, correndo perigo de cair. Sem contar que é chato ficar dependendo dos outros. Se pelo menos tivesse rampas, seria mais tranquilo.”

Problema A aluna tem um problema congênito e usa próteses nas duas pernas desde bebê. Ela consegue caminhar, mas o movimento de dobrar as pernas é prejudicado. Yezza estuda no colégio há dois anos, desde que concluiu o ensino fundamental em um CEU da região. “Nunca tive problemas antes do elevador quebrar.”

Ela disse que estava estudando no 2 andar e anteontem, dia em que o DIÁRIO fez o primeiro contato com a escola, a turma foi transferida para o térreo. Mesmo assim, seu acesso a outras áreas da escola, como o laboratório, continua limitado. “Teríamos de ir às salas dos professores, mas eles vão na nossa por minha causa.”

Fonte: http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/51955/Aluna+deficiente+precisa+de+colo

Respeito ao diferente

Quinta feira, 13 de junho de 2013

A resistência de algumas escolas públicas em aceitar alunos portadores de deficiência, revela na verdade a grande dificuldade que muitos têm em olhar e aceitar o diferente. Isso é sempre um desafio para boa parte das pessoas, seja lá a diferença com que tenham que lidar, principalmente se isso diz respeito ao que entendem e aceitam como “normal”.

É sabido que há tempos atrás muitas famílias que tinham em seu meio pessoas deficientes, acabavam por torná-las reclusas, mais pelo fato da não aceitação dos outros – daqueles que consideram ‘normais’ – do que pela incapacidade de aprendizado e convivência dos deficientes, até porque sabe-se que eles não são incapacitados, têm apenas um ritmo diferente de aprendizado. Nessa época, alunos deficientes fora das escolas ditas ‘especiais’ era algo totalmente descartado; em escola pública, então, nem pensar. E nem todos podiam ter acesso às escolas especiais. Reflexo da dificuldade de se olhar e aceitar o diferente.

Hoje, o panorama é outro, mas a diferença está mais na forma como as famílias aprenderam a encarar e escancarar aquilo que muitas vezes era tratado como tabu. Elas aprenderam que os filhos deficientes são pessoas normais, apenas com algumas limitações. Pessoas que merecem respeito e que têm os mesmos direitos que qualquer cidadão. A sociedade também aprendeu a conviver com os que considera diferente, mas esse aprendizado ainda está apenas começando. Há muito por fazer. Exemplo disso é o despreparo e a falta de vontade de muitos diretores e professores de escolas públicas de promover a inclusão dos deficientes.

Causa revolta e tristeza essa situação, afinal os educadores deveriam ser os primeiros a batalhar por essa inclusão. É uma tarefa difícil, mas os resultados, com certeza, são compensadores. Optar pelo mais fácil, como muitas escolas estão fazendo ao não aceitar os deficientes, não demonstra somente despreparo, mas também preconceito em relação ao diferente.

Educar é antes de mais nada respeitar a individualidade de cada um, com todas as diferenças que possa ter. Talvez, esses diretores e professores que insistem na não inclusão dos deficientes, tenham que repensar os seus conceitos de educar, ou quem sabe trilhar caminho em outra profissão.

*TÂNIA NARA MELO é editora de Opinião do Diário

http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=433441

Empresa em Portugal que emprega deficientes corre risco de fechar

Está em risco de fechar portas a empresa que em Ovar emprega quase na totalidade cidadãos portadores de deficiência. A DeficiProdut é uma fábrica de marroquinaria que funciona há 17 anos teve mais de 50 funcionários e chegou a facturar quase 1 milhão de euros ao ano. Neste momento conta apenas com 13 funcionários, e devido à crise está em risco de encerrar.

Fonte site de Portugal http://portocanal.sapo.pt/noticia/1913/

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Empregado com deficiência não tem direito à estabilidade

O Tribunal Regional do Trabalho de Campinas (SP) negou provimento ao recurso de um trabalhador portador de deficiência física que pleiteava reintegração no quadro de funcionários. Ele argumentava que a empresa não comprovou o preenchimento da cota para deficientes prevista no artigo 93 da Lei 8.213/91. Segundo a 6ª Câmara do TRT-15, a obrigatoriedade de manter a proporção não dá direito à estabilidade aos empregados beneficiados.

O autor da ação também alegou que os documentos apresentados pela empresa, que comprovam a contratação de outra funcionária, não poderia servir de prova do cumprimento da lei. De acordo com o reclamante, a nova empregada foi admitida em dezembro de 2010, enquanto ele foi dispensado em 4 de janeiro daquele mesmo ano.

A desembargadora Ana Paula Pellegrina Lockmann ratificou o entendimento do Juízo da 2ª Vara do Trabalho de Jundiaí (SP), que julgou improcedente o pedido de reintegração. A corte entendeu que a empresa "comprovou que contratou outra pessoa, também portadora de deficiência, em substituição ao ora recorrente" e que o novo empregado "é portador de deficiência e foi admitido no período de aviso prévio cumprido pelo reclamante, na forma preconizada no § 1º do artigo 93 da Lei 8.213/91".

O acórdão concluiu, portanto, não haver previsão legal de estabilidade aos trabalhadores com deficiência física. A 6ª Câmara complementou que a lei exige apenas que o empregador mantenha "a proporção estabelecida" e que, quando o legislador conferiu direito à estabilidade, fez de modo expresso. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-15.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2013-jun-10/empregado-cota-deficientes-nao-direito-estabilidade-trt-15

domingo, 9 de junho de 2013

Einstein lança cursos gratuitos na área de saúde

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O Hospital Albert Einstein lança, amanhã 15/5, uma plataforma de cursos on-line gratuitos na área de saúde. Inspirado em gigantes como o Coursera – que no ano passado ganhou destaque no mundo ao oferecer Moocs dessa área –, o centro médico, considerado um dos mais importantes da América Latina, passa a oferecer 30 cursos de capacitação profissional para médicos e enfermeiros, ministrados pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. A meta é chegar até 200 cursos, em 2014.

“Decidimos acabar com esse conceito de ensino proprietário, guardado entre quatro paredes. Percebemos que havia no hospital uma série de conteúdos de alta qualidade, que se restringiam ao público interno, mas que poderiam ser de interesse comum a vários profissionais e intuições do país”, afirma Felipe Spinelli, diretor de ensino do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa.

De acordo com Spinelli, ao longo do ano, o instituto, que desenvolveu mais de 400 cursos na área para formação interna de seus funcionários, irá disponilizar, gradativamente, 200 deles na plataforma. “A intenção é que esse conteúdo possa viralizar pelas instituições de ensino de saúde, escolas técnicas, entre outras, para que usem esses materiais de qualidade para treinar seus profissionais e alunos, para melhorar a assistência médica. E isso também vale para qualquer outro profissional interessado em aprender autonomamente”, diz.

A primeira leva contará com 30 cursos. Alguns deles, sobre amamentação, prevenção e controle de infecção, emergências obstétricas, dengue, sepse [tipo de infecção gerada por germes], protocolo de AVC (Acidente Vascular Cerebral), entre outros.

cursoseinstein

A plataforma terá cursos teóricos, que serão oferecidos a partir de animações e imagens, com indicações sobre procedimentos e práticas.

Segundo Júlio Cesar Martins Monte, gerente médico de ensino do Einstein, esses cursos ajudarão muitos profissionais a se atualizarem no diagnóstico precoce e a aprender como lidar com inúmeras doenças, como o AVC – que é considerada a primeira causa de morte no Brasil. “Cada minuto é decisivo. A abordagem depende do tempo e da sincronicidade entre os funcionários, para que haja sinergismos dentro de uma entrada de emergência até chegar ao setor de hemodinâmica”, afirma o médico.

A plataforma, que servirá como uma espécie de repositório de conteúdos, terá cursos teóricos, que serão oferecidos a partir de animações e imagens, com indicações sobre procedimentos e práticas. “Os conceitos são teóricos básicos, mas dão apoio aos estudantes para que eles verifiquem se estão, na prática, executando os procedimentos de maneira correta”, diz Spinelli. O projeto contempla também webconferências, como a UTI Compartilhada, que compartilha práticas e protocolos com profissionais de saúde de todo o país.

Os cursos poderão ser acessados sem nenhuma restrição, durante qualquer horário e período – seja um dia ou durante meses. Os estudantes também podem escolher ou não realizar as provas. Mas só recebe o atestado de conclusão do curso o estudante que passar nos testes e tiver um tempo mínimo de permanência no sistema. “O certificado, no entanto, não tem peso acadêmico que equivalha a horas de treinamento de cursos de graduação e pós-graduação”, pontua Spinelli, que espera galgar novos passos. “Nosso sonho é que esses cursos possam servir de crédito no futuro. Agora estamos dando o primeiro passo, que é abrir o conteúdo.”

Ainda segundo ele, a inspiração do projeto, que agora começa a ganhar corpo, vem das ações que acontecem em grandes universidades como MIT, Stanford, entre outras. Aqui no Brasil, no fim do mês passado, foi a vez da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) lançar sua plataforma de conteúdos abertos.

Acesse os cursos aqui.

sábado, 11 de maio de 2013

Piauiense lança livro sobre inclusão social da pessoa com deficiência

O escritor Salvador de Castro lançará o livro "Adaptação, A Força do Amor", na próxima quinta-feira (09), às 19h30, no BNB Clube, em São Raimundo Nonato.

A obra é um romance, baseado em fatos reais, com uma forte mensagem de apoio à inclusão social da pessoa com deficiência e luta contra o preconceito. Segundo Castro, o livro pretende despertar uma crítica pessoal em cada leitor, sobre o tamanho da contribuição que cada ser humano pode dar à própria vida, a fim de contribuir para melhoria da qualidade de vida.

Sobre o autor

Salvador de Castro é piauiense de São Raimundo Nonato e São Lourenço do Piauí. Acometido por uma doença genética neurológica, ele é cadeirante desde 2002. Sempre enfrentou de cabeça erguida todos os problemas consequentes de sua deficiência física e vem passando as rodas de sua cadeira sobre as dificuldades, porque entende que veio ao mundo para ser feliz e, portanto, nada vai impedi-lo de conseguir isso. O autor já escreveu de mais três romances: “A Vida é uma Constante Luta” (2000); “Amor Infrator” (2004); e “Contraste Perfeito” (2007). Seus livros são marcados pela denúncia ao preconceito social, sobretudo contra a pessoa com deficiência.

Com informações Saoraimundo.com

cidades@cidadeverde.com

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Vagas para pessoas com deficiência têm baixa procura

03/05/2013 -- 16h40

A Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Renda, através do Sistema Nacional do Emprego (Sine), informou na manhã de hoje (3) que existem, em Londrina, 51 vagas para pessoas com deficiência, mas a procura por estas oportunidades de emprego estão em baixa. No geral, o sistema disponibiliza essa semana 1.283 vagas.

As vagas para pessoas com deficiência são para auxiliar de cozinha, auxiliar de linha de produção, auxiliar de biblioteca, almoxarife, montador de eletrodoméstico, oficial de serviços gerais, eletricista, técnico em segurança do trabalho, repositor de mercadorias, operador de máquinas fixas, porteiro, técnico de enfermagem, auxiliar de escritório, auxiliar de enfermagem, ajudante de farmácia, copeiro, enfermeiro, faturista, operador de telemarketing, servente de obras, pedreiro, auxiliar de costura, empacotador e operador de caixa.

Elas são válidas a partir de hoje (3) até a próxima sexta-feira (10). Conforme vão sendo preenchidas, elas são retiradas do sistema. Caso não haja procura, a vaga permanece na lista para a semana seguinte. De acordo com o assessor especial da Pessoa com Deficiência, Almir Escatambulo, a baixa procura pelas vagas deve-se a diversos fatores. "Há várias questões envolvidas como, por exemplo, o medo de entrar no mercado de trabalho e não se adaptar no emprego ou o medo de perder o benefício da prestação continuada, que é uma espécie de aposentadoria que o governo federal repassa às pessoas com deficiência ou incapazes. Isso tudo faz com que a procura seja baixa", explicou.

O assessor especial lembrou ainda que aqueles que contam com o benefício da prestação continuada e que conseguem um emprego não perdem o benefício, pois caso ocorra a perda do emprego o governo reativa o pagamento, que fica suspenso durante o contrato empregatício da pessoa com deficiência.

Vagas
Há outras 1.232 vagas para ampla concorrência e que exigem como requisito o ensino fundamental, médio, superior completo ou incompleto, sem exigência de escolaridade, com ou sem experiência.

Os interessados devem se dirigir às sedes da Agência do Trabalhador de Londrina do Sistema Nacional do Emprego (Sine), em três locais da cidade: rua Prefeito Hugo Cabral, nº 301, das 8h às 18h; Terminal Urbano, na rua Benjamin Constant, das 8h às 14h e no Centro Cultural Lupércio Luppi, na avenida Saul Elkind, 790, região norte, também das 8h às 14h.

Todos devem estar munidos de documentos pessoais, certificados de qualificação, de escolaridade e, essencialmente, da carteira de trabalho com o número do PIS. Para mais informações, basta fazer o cadastro no endereço maisemprego.mte.gov.br. O portal possibilita a procura de todas as vagas de trabalho disponíveis no País, inclusive, em Londrina e região.

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-12--26-20130503

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Tecnologia para pessoas com deficiência

Tecnologia para pessoas com deficiência

02/05/2013

A tecnologia para pessoas com deficiência, conhecida como tecnologia assistiva, é uma área que merece grande importância, pois através desse tipo de tecnologia, os deficientes têm a chance de melhorarem as suas funcionalidades, conquistando assim maior qualidade de vida e a inclusão social.

Conheça mais sobre o assunto e saiba quais são as categorias de tecnologias para pessoas com deficiência.

Categorias:

Vida diária: Nesse campo, entram os produtos e materiais que ajudam as tarefas diárias, tais como tomar banho, escovar os dentes, se alimentar.

Comunicação aumentativa – suplementar e alternativa: Nesse campo, estão os recursos que podem ser ou não eletrônicos e que auxiliam a comunicação emitida e recebida entre pessoas que tem limitações ou não falem.

Acessibilidade ao computador: Equipamentos utilizados como alternativas para o uso do computador que contam com softwares especiais, braille, etc.

Controle ambiental: São ações direcionadas às pessoas que têm limitações moto-locomotoras e precisam de um auxiliar para controlar remotamente alguns aparelhos.

Acessibilidade: Correspondem projetos arquitetônicos que podem ser desde uma reforma em casa, até uma mudança empresarial que visa reduzir os obstáculos de locomoção que a pessoa com deficiência enfrenta.

Próteses e órteses:Troca ou melhoria de algumas partes do corpo ausentes, melhorando assim o funcionamento e também auxiliando em limitações cognitivas.

Adequação de postura: Adaptações para sistemas ou cadeiras de rodas que buscam o conforto e a posição correta para estabilidade do deficiente.

Auxílios para mobilidade: Andadores, cadeiras de rodas e outros tipos de veículos que contribuem para a mobilidade do indivíduo.

Auxílio para visão: Lentes, lupas, braille, sistema de TV e outros auxílios para quem é deficiente visual ou possui visão subnormal.

Auxílios para audição: Nessa categoria, estão os recursos que visam melhorar, substituir ou aumentar a funcionalidade da audição. Os auxílios mais famosos são telefones com teclados, aparelhos para surdez, teletipo, etc.

Veículos adaptados: Além das categorias que já citamos, também há uma categoria especialmente destinada para os acessórios e as diversas adaptações que podem ser feitas em um carro, visando a condução do veículo. Nessa categoria também estão os elevadores para cadeiras de rodas, veículos modificados, entre outros.

Fonte: http://mundoconectado.net/noticias/tecnologia-para-pessoas-com-deficiencia/

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Alunos surdos podem cursar ensino regular na rede pública de Imperatriz

12/04/2013 15h26 - Atualizado em 12/04/2013 15h27

 

No município existem cerca de 500 surdos, de acordo com a associação.
Escola bilíngue oferece cursos profissionalizantes e apoio às famílias.

Alunos surdos de Imperatriz vão ter oportunidade de cursar o ensino regular nas escolas da rede publica. Segundo a Associação dos Surdos de Imperatriz, no município existem cerca de 500 surdos, mas esse número pode ser maior, já que muitos deficientes auditivos vivem praticamente isolados, apenas no convívio familiar.

“Nós sabemos que os surdos são minoria linguística dentro da própria família, e se a família não aprende a língua de sinais, pode criar uma barreira com essa pessoa. Isso é péssimo”, diz a vice-presidente da Associação dos Surdos de Imperatriz, Maria Ivanilde de Oliveira.

Durante mais de duas décadas de atuação a Associação conseguiu firmar parcerias importantes com outros setores da sociedade. Mesmo assim, algumas metas ainda precisam ser alcançadas. Uma delas é conseguir que todos os surdos assistidos pela associação sejam bilíngues. Isso ocorre quando a comunicação é feita com a língua de sinais, quanto na modalidade escrita ou oralizada.

Uma das parcerias da Associação dos Surdos é com a escola bilíngue. Por meio da associação, a escola oferece cursos profissionalizantes e apoio às famílias. O objetivo é contribuir com a inclusão dos surdos na sociedade e no mercado de trabalho.

Na escola bilíngue de Imperatriz existem alunos matriculados desde a Educação Infantil até o quinto ano do Ensino Fundamental. Na escola, os alunos aproveitam o contra turno para participar das atividades oferecidas na sala de recursos.

A associação dos Surdos de Imperatriz oferece gratuitamente o curso de libras para familiares dos surdos buscando com isso promover a comunicação necessária também no ambiente familiar o que muitas vezes não acontece.

Fonte: http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2013/04/alunos-surdos-poderao-cursar-ensino-regular-na-rede-publica-de-imperatriz.html

terça-feira, 7 de maio de 2013

São Bernardo oferece escola para surdos

  segunda-feira, 15 de abril de 2013 18:45

A rede de ensino de São Bernardo inclui cada vez mais crianças, jovens e adultos com deficiência auditiva nas Escolas Municipais de Educação Básica (Emebs) da rede. Desde 2011, a Secretaria conta com três escolas polos, sendo uma na educação infantil e duas no ensino fundamental, além dos alunos do Centro de Qualificação Profissional (CQP), atendidos pelo programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Localizada na Vila Euro, a Emeb Professora Neusa Macellaro Moraes, é uma das unidades polo do ensino fundamental, com nove alunos surdos matriculados. Para a dirigente de ensino da unidade, Lucília Aparecida Rodrigues, a inclusão de crianças com deficiência auditiva no ensino regular transforma a vida de todos os envolvidos.

"Os ganhos são imensuráveis. Pais, professores e alunos convivem com uma constante troca de experiências. Desde cedo nossas crianças aprendem a viver com o diferente e multiplicam o conhecimento", explica a vice-diretora da Emeb.

Daniela Cezar de Oliveira, do 3º ano do ensino fundamental, é um exemplo dos benefícios dessa modalidade de educação. Foi graças a esse atendimento personalizado por parte de equipe da escola que a mãe da aluna, Marina Cezar de Oliveira, recebeu da professora um bilhete com o seguinte texto, "mãe, fala para Daniela parar de falar", um recado inusitado para uma menina surda.

De acordo com a mãe, foi um momento de grande alegria. "Não me contive de tanta felicidade e comecei a chorar. Graças ao ensino de Libras na escola e o esforço dos professores, tenho certeza que minha filha terá uma vida normal", ressalta dona Marina.

Já Fabiana Magalhães, de 31 anos e mãe da aluna Lohrana, lembra da resistência que tinha antes de conhecer o trabalho da escola Polo. Segundo ela, a convivência em sala de aula regular vem contribuindo para o desenvolvimento da filha. "Tive muita resistência em aceitar que minha filha estudasse nessa escola. Hoje, vejo o quanto a convivência com os alunos do ensino regular faz bem para minha filha", constata.

Fonte: http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/395121/sao-bernardo-oferece-escolas-polos-para-surdos/

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Após ser barrada em parque, criança deficiente ganha brinquedo e fichas

16/04/2013 07h00 - Atualizado em 16/04/2013 07h00

 

Após ser impedido de brincar, shopping determinou adaptação de parque.
Legislação pede que 5% de brinquedos sejam adaptados para deficientes.

Uma criança de 11 anos com deficiência física, acompanhado da mãe, foi impedido de brincar em um parque de diversão montado em um shopping de Juazeiro do Norte, no Ceará. Segundo a mãe de Pedro Lucas, ele não pôde brincar em nenhum dos brinquedos do local. O fato aconteceu em 7 de abril. Após o episódio, Arlene fotografou a placa e resolveu postar a indignação em uma rede social. O que surpreendeu a mãe da criança foi que, depois da repercussão na internet, representantes do shopping e do parque a procuraram para pedir desculpas. O menino ganhou um urso de pelúcia de presente e fichas para voltar ao parque e utilizar os brinquedos.

“Eu perguntei: 'Moça, eu queria saber onde eu compro as fichas para o Lucas brincar?' Aí, a moça respondeu: 'Não, ele não pode brincar porque ele é deficiente'”, conta a atriz Arlete Almeida. Pedro Lucas tem mobilidade reduzida. Quando nasceu, uma falta de oxigênio atingiu o desempenho físico da criança, que se locomove com cadeira de rodas.

A mãe disse que ficou incomodada quando a atendente informou que o filho não podia ter acesso a nenhum dos brinquedos do parque. “Me mostraram a placa dizendo que presença de deficientes físicos não era recomendada em um dos brinquedos. Mas, aí a placa passou de recomendado para o proibido quando ele não pode frequentar nenhum. A inclusão a gente vê na teoria, mas não na prática”.

Arlene conversou com os donos de shopping e do parque, mas ainda está com medo de levar o filho para o parque. “Estou meio receosa porque acho que não adianta ir agora. Minha preocupação é com o shopping também. Acho que tem responsabilidade. Fazer rampas e banheiro, não é inclusão, não é acessabilidade”.

O dono do parque foi procurado pela TV Verdes Mares Cariri, mas não quis comentar o assunto. Em nota, a gerência do shopping lamentou o que aconteceu e disse que já determinou adequações no local.

De acordo com lei federal Nº 10.098/2000, os parques de diversões, públicos e privados, devem adaptar no mínimo 5% de cada brinquedo e equipamento e identificá-lo para possibilitar sua utilização por pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, desde que isso seja tecnicamente possível.

Fonte: http://g1.globo.com/ceara/noticia/2013/04/apos-ser-barrada-em-parque-crianca-deficiente-ganha-brinquedo-e-fichas.html

domingo, 5 de maio de 2013

Surdo lembra obstáculos que enfrentou durante a vida acadêmica

30/04/2013 09h45 - Atualizado em 30/04/2013 11h04

 

Kléber Nascimento teve o primeiro intérprete na faculdade.
Hoje ele é pedagogo e professor de Libras.

Hoje como professor, Kléber é um exemplo para muitos (Foto: Hudson Pimentel/G1 RO)

“Na escola eu nunca tive intérprete e não conhecia nada de Libras”, diz Kléber Nascimento Santos sobre as dificuldades que passou na vida acadêmica por ser surdo. Hoje Kléber é pedagogo e professor de Língua Brasileira de Sinais em Ji-Paraná,RO.

Durante uma das aulas de Libras para mais de 20 alunos, Kleber Nascimento, de 33 anos contou ao G1 sua história de vida.

Segundo Kléber, os desafios começaram cedo pra ele. Logo depois do parto foi descoberto que o menino nasceu cego e surdo. A mãe dele, Ide Nascimento, atualmente com 63 anos, sofria de hipertensão arterial e o filho ficou com as sequelas de uma crise na hora do nascimento. A cegueira foi revertida e a criança recuperou a visão, mas a surdez permaneceria pela vida toda.

Hoje como professor, Kléber é um exemplo para muitos (Foto: Hudson Pimentel/G1 RO)

Aos sete anos Kléber teve que se adequar às aulas dadas pelos professores tradicionais da época. “A metodologia deles era dar aulas mais explicativas com texto no quadro. Eu tentava interagir com meus colegas observando como eles faziam os exercícios e assim fui aprendendo”, relembra.

Sofri muito porque eram 10 disciplinas, cada uma com um professor com um jeito diferente de lecionar, mas todos cobravam para estudar mais"

Kléber Nascimento Santos, pedagogo

Foi olhando e aprendendo que conseguiu chegar à quinta série. Kléber lembra que o desempenho escolar era cobrado pelos professores, mas ele não tinha possibilidade de um bom rendimento como as outras crianças. “Sofri muito porque eram 10 disciplinas, cada uma com um professor com um jeito diferente de lecionar, mas todos cobravam para estudar mais”, comenta.Olga, primeira intérprete de Kléber na faculdade (Foto: Hudson Pimentel/G1 RO)

A surdez na adolescência o fez deixar as brincadeiras com os amigos de lado e se aproximar mais dos familiares. Era em casa com a ajuda dos pais e dos irmãos que Kléber contava para rever o conteúdo das aulas. “Quando acabava a aula você acha que eu ia brincar com os amigos? Que nada, eu pedia aos meus pais e meus dois irmãos que me ajudassem, eram horas e horas de estudo”, diz.

O empenho do único garoto surdo da sala deu resultado. Com notas acima dos demais, o aluno se tornou referência e passou de ajudado para ajudante. “Acabei servindo de exemplo para os outros. Os professores me parabenizavam e perguntavam: vocês que são ouvintes estão perdendo para o Kléber que é surdo?”, comenta Kléber que completa: “eu questionava a mesma coisa, como posso estar melhor se eles ouvem?”.

Olga, primeira intérprete de Kléber na faculdade
(Foto: Hudson Pimentel/G1 RO)

Após dois vestibulares, sem intérpretes, ele ingressou em uma faculdade de pedagogia e passou o primeiro semestre como nas primeiras aulas quando era menino. “No primeiro dia de aula quando eu coloquei a mão na orelha pra demonstrar que era surdo, meu professor fez uma cara como quem dizia, e agora?”, brinca.

“No início do segundo semestre conheci a Olga, foi um alívio”, comenta Kléber se referindo à Olga Maria da Mota, professora de Libras que deixou de ensinar na rede pública para ajudá-lo. “Eu o acompanhei pelos três anos e meio da faculdade, eu meio que me formei novamente com ele”, diz Olga.

O começo, segundo a professora, não foi fácil porque a novidade acabava chamando mais a atenção do que as aulas. “No início era meio constrangedor porque era novidade ter um intérprete. Às vezes deixavam de ver o professor pra ficar me olhando”, lembra.

Segundo Olga, nas primeiras aulas os alunos duvidavam se aquilo que ela dizia era realmente o que Kléber expressava. “Quando tinha apresentação de algum trabalho é que a coisa ficava boa, ele me dizia por Libras e eu apresentava à classe que ficava boquiaberta”, explica.

Formado em pedagogia e professor na primeira escola bilíngue de Rondônia, Kléber dá aula de Libras para crianças surdas e para professores. “Hoje sou muito grato aos meus pais, irmão e aos meus professores que tiveram paciência e me ajudaram a ser o que sou hoje”, ressalta.

Kléber lembra que aula de Libras é muito importante e quem fizer poderá ajudar outras pessoas no futuro. “Da mesma forma que eu me esforcei pra ler e escrever gostaria que se esforçassem para aprender Libras, assim poderemos nos comunicar melhor”, finaliza.

Ao final da história interpretada por Olga, Kléber foi ovacionado sob os aplausos silenciosos da turma.

Fonte: http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2013/04/surdo-fala-dos-obstaculos-que-enfrentou-durante-vida-academica.html

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