domingo, 3 de junho de 2012

Japonesa posa nua em calendário para ir à Paralimpíada

Sem recursos para bancar treinamentos e próteses, corredora Maya Nakanishi resolveu posar nua para um calendário, vendido a 1,2 mil ienes

Contando apenas com um financiamento enxuto do governo japonês para custear seus treinamentos, a corredora paralímpica Maya Nakanishi, de 26 anos, resolveu buscar outras formas de arrecadar fundos para concretizar o sonho olímpico. A atleta lançou, em fevereiro deste ano, seu próprio calendário, onde aparece nua em várias fotos.

A japonesa perdeu a perna aos 21 anos, após sofrer um acidente de trabalho. Antes uma tenista iniciante, ela acabou entrando para o atletismo paralímpico, e tornou-se a recordista asiática dos 200m na categoria T44 – para amputados abaixo do joelho – e do salto em distância.

Nakanish se prepara, desde 2009, no Centro de Treinamento Olímpico dos Estados Unidos, situado na Califórnia. Com recursos exíguos para manter-se treinando e comprar as próteses necessárias para competir em Londres, a atleta produziu sete mil cópias de seu calendário, que está sendo vendido a 1,2 mil ienes. Cada prótese usada pela atleta custa R$ 29 mil, e ela precisa de duas para disputar os Jogos.

Em Pequim-2008, Maya Nakanishi foi a primeira japonesa a figurar numa final paralímpica dos 100m, prova em que é a recordista nacional.

Crianças desaparecidas

imageSP adota medidas para melhorar busca de crianças desaparecidas
02 de junho de 2012 • 19h08

O governo do Estado de São Paulo lançou, na última semana, uma campanha para melhorar o sistema de busca de crianças e adolescentes desaparecidos no Estado. Entre as medidas previstas, está a exigência de identificação por fotografia digitalizada de jovens que se matricularem ou renovarem a matrícula nas instituições de ensino.

A campanha, que envolve as secretarias de Segurança Pública, Justiça e Defesa da Cidadania; Educação; Saúde, Desenvolvimento Social; e dos Direitos das Pessoas com Deficiência, também pretende conscientizar a população sobre a importância da comunicação rápida do desaparecimento, sem a necessidade de aguardar o prazo de 24 horas.

"Muitas vezes, uma dificuldade que ocorre com relação a desaparecimento de crianças e adolescentes é que a família sequer tem uma foto atualizada da criança. Se todo ano isso for um requisito, e as escolas já tiverem uma foto da criança e esta foto estar sempre atualizada no banco de dados da escola, isso vai colaborar com relação às famílias que não têm fotos atualizadas das crianças", disse Ariel de Castro Alves, presidente da Fundação Criança de São Bernardo do Campo e vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O governo paulista também anunciou que vai utilizar a tecnologia de progressão de idade ou de envelhecimento digital, que faz uma simulação de como estas crianças desaparecidas estariam nos dias atuais. É um processo semelhante ao que já vem sendo usado há alguns anos pela Polícia Civil no Paraná.

Apesar de elogiar estas ações, Alves disse ainda considerar as medidas insuficientes. Uma das reclamações é que a campanha deixou de lado a divulgação de fotos dos desaparecidos em locais públicos.

"Essa campanha não traz grande novidade. Nossa expectativa é que, além de divulgar o material no âmbito preventivo, como nas estações de metrô, por exemplo, fosse importante também divulgar fotos das crianças que estão realmente desaparecidas atualmente no Estado de São Paulo. E isso não está previsto. Gostaríamos que, em todas as edições do Diário Oficial do Estado e também nos próprios transportes públicos, essas fotos fossem divulgadas para poderem colaborar com a busca, localização e identificação de crianças e adolescentes desaparecidos", ressaltou.

imageAlém disso, Alves citou que a campanha não se preocupou em criar delegacias especializadas nos municípios paulistas para lidar com o problema. "Também gostaríamos que tivesse as delegacias especializadas da criança e do adolescente vinculada em cada delegacia seccional, para que elas pudessem atender adequadamente as famílias das crianças e adolescentes que desaparecem", disse.

Durante ato em solidariedade às pessoas desaparecidas ocorrido ontem na Assembleia Legislativa, entidades reclamaram da falta de preparo dos agentes públicos e de um sistema interligado de informações para lidar com o problema.

"Precisaríamos realmente ter um cadastro estadual de pessoas desaparecidas, o que ainda não foi lançado. Precisaríamos de um cadastro automático, ou seja, a partir do momento em que se fez o boletim de ocorrência e a família levou a foto da pessoa (desaparecida), isso imediatamente iria para um sistema, um cadastro estadual. Mas isso até agora não foi anunciado e não fez parte desse pacote que foi lançado pelo governo", alertou.

Em 2010, o governo federal criou um Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, mas ele também não está totalmente integrado com as delegacias de todo o País. "Nem o cadastro nacional ainda tem essa integração. E o governo federal justifica que os Estados não encaminham informações para que exista o sistema que integre todos", completou.

No Brasil, atualmente, cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano. Desse total, nove mil são crianças e adolescentes que desaparecem em São Paulo. Segundo a Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, 16% dos casos são de jovens que apresentam algum tipo de deficiência.

Em caso de desaparecimento, a campanha orienta para que se acione imediatamente o telefone 190. Segundo o governo, é importante descrever todos os detalhes que identifiquem a pessoa. Se possível, com fotos recentes ou documentos que possam identificá-la. Não é necessário esperar o prazo de 24 horas para comunicar um desaparecimento. Mais informações podem ser obtidas no site do programa do governo de SP.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/SP+adota+medidas+para+melhorar+busca+de+criancas+desaparecidas.html

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Rato paralítico volta a andar

Técnica usa próteses e reabilitação para superar lesões na medula espinhal

Uma técnica revolucionária que une estimulação neuronal e reabilitação com auxílio de uma espécie de vestimenta cibernética permitiu que ratos que perderam os movimentos das patas por causa de lesões graves na medula voltassem a andar e até correr em pouco tempo, em uma nova esperança para pessoas com paralisia. O experimento mostrou que a parte lesionada da espinha pode se recuperar quando sua inteligência e capacidade regenerativa inatas são ativadas, em um tipo de “cérebro espinhal”, como definiu Grégoire Courtine, da Escola Politécnica Federal de Lausane (EPFL), na Suíça, e principal autor de artigo sobre o método, publicado na edição de hoje da revista “Science”. — Esta é a Copa da Mundo da neurorreabilitação — comemorou Courtine. — Nossos ratos viraram atletas quando poucos semanas antes estavam completamente paralisados. Estou falando de cerca de 100% de recuperação dos movimentos voluntários.

image

Neuroplasticidade dormente

O estudo, iniciado há cinco anos na Universidade de Zurique, pode levar a uma mudança profunda na maneira como a ciência entende o funcionamento do sistema nervoso central. Sabe-se que o cérebro e a medula podem se adaptar e se recuperar de lesões moderadas, uma capacidade chamada de neuroplasticidade. Até agora, porém, a espinha havia demonstrado pouca plasticidade após sofrer lesões severas, impossibilitando sua regeneração.A pesquisa de Courtine, no entanto, provou que sob determinadas condições a recuperação é possível nestes casos, mas apenas se as capacidades “dormentes” da medula forem despertadas.

Para isso, Courtine e sua equipe injetaram nos ratos uma solução contendo antagonistas de monoaminas — uma família de neurotransmissores que inclui a norepinefrina, a serotonina e a dopamina. Estas substâncias provocam respostas dos neurônios ao se ligarem aos receptores dos neurotransmissores nestas células. O coquetel químico, então, substitui os neurotransmissores normalmente liberados pelos processos cerebrais de indivíduos saudáveis, preparando os neurônios para coordenarem o movimento dos membros quando necessário. Cinco a dez minutos após as injeções, os pesquisadores estimularam eletricamente a medula com eletrodos implantados na superfície do canal espinhal, conhecida como espaço epidural.

Depois de algumas semanas de neurorreabilitação com uma combinação de um suporte robótico e estimulação eletroquímica, nossos ratos não só começaram a andar voluntariamente como rapidamente estavam correndo, subindo escadas e desviando de obstáculos — contou Courtine.

Em um artigo anterior, publicado na revista “Nature Neuroscience” em 2009, Courtine já havia relatado que, quando estimuladas, as medulas de ratos totalmente isoladas do cérebro por lesões desenvolviam-se de maneira surpreendente, assumindo as funções de modular o movimento das patas quando os animais eram colocados sobre uma esteira. O andar, no entanto, era involuntário, com o rolar da esteira provocando uma resposta sensorial, que fazia o “cérebro espinhal” tomar o controle do processo sem a necessidade de ordens diretas do cérebro dos animais. Isso fez os pesquisadores especularem se bastaria apenas um sinal fraco do cérebro para que a movimentação fosse iniciada por vontade própria dos ratos.

Para testar essa hipótese, no novo experimento Courtine substituiu a esteira por um sistema robótico que sustentava os ratos e só entrava em ação se e quando os animais perdiam o equilíbrio, dando a eles a impressão de terem uma medula saudável. Isso encorajou os ratos a decidirem cruzar uma plataforma para alcançar uma isca de chocolate.

Este treinamento da vontade traduziu-se em uma quadruplicação do número de fibras nervosas entre o cérebro e a espinha, um crescimento que prova o tremendo potencial da neuroplasticidade mesmo após lesões severas no sistema nervoso central — disse Janine Heutschi, que também contribuiu para a pesquisa.

Desenvolvimento como na infância

Courtine batizou este crescimento de “nova ontogenia”, um tipo de duplicação do que acontece durante a fase de desenvolvimento de uma criança. Os pesquisadores descobriram que as novas fibras nervosas formaram um atalho em volta da lesão original na medula, permitindo que os sinais do cérebro alcançassem a espinha despertada pelo processo eletroquímico. Além disso, estes sinais eram fortes o suficientes para que os ratos começassem a se mover em direção à isca sobre uma superfície fixa, e não uma esteira, suportando todo o próprio peso nas suas patas, o que significa que andar era voluntário.

A princípio, a reação da medula espinhal dos ratos ao tratamento dá aos pesquisadores razões para acreditarem que pessoas com o mesmo tipo de lesão possam se beneficiar do processo. Courtine pretende começar testes clínicos com humanos em um prazo de um a dois anos, período no qual pesquisadores da EPFL, em conjunto com o projeto NeuWalk, que recebeu 9 milhões de euros em financiamento, esperam desenvolver um sistema de próteses robóticas neuronais similar ao implantado nos ratos para uso em seres humanos.

Veja este vídeo que mostra um pouco sobre a técnica

Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia/nova-esperanca-na-luta-contra-paralisia-por-lesoes-na-medula-5083712

terça-feira, 29 de maio de 2012

Arthur e o Infinito - Um olhar sobre o autismo

 

http://www.facebook.com/arthureoinfinito

O vídeo apresenta em 3 minutos e 30 segundos o projeto do filme curta metragem Arthur e o Infinito - Um olhar sobre o Autismo, da diretora Julia Rufino.

Marina e César são os pais de duas crianças, Sofia de 10 anos e Arthur, de 6 anos. Quando Arthur tinha um ano e meio de idade, começou a apresentar um comportamento diferente das outras crianças, como por exemplo a sua comunicação era precária, parecia não ouvir quando seus pais o chamavam e quase não tinha contato visual. Essas características levaram os pais a procurarem médicos e especialistas. A longa busca dos pais só terminou quando Arthur completou seis anos, e foi diagnosticado como autista. Marina sente maior responsabilidade sobre o menino e decide se dedicar unicamente a tentar desenvolve-lo o máximo possível. A família passará por momentos difíceis e desafiadores, onde Marina colocará em questão a sua capacidade de lidar com seu filho.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Evento São Bernado

Direito das pessoas com deficiência em foco

image“Um olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da ONU: Novas perspectivas e desafios” é o tema da III Conferência Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, promovida pela Prefeitura de São Bernardo.

O conselheiro Sebastião de Souza, o Cabelo, membro do CSE na Mercedes-Benz, convida a todos para participar deste debate, que acontece na próxima segunda-feira, dia 28, às 8h, no auditório Sigma do Campus Rudge Ramos, da Universidade Metodista de São Paulo. O Campus fica na Rua do Sacramento, 230, Rudge Ramos, São Bernardo.

Fonte: http://www.smabc.org.br/smabc/materia.asp?id_CON=29390&id_SUN=94

Vagas PNE - Várias regiões de SP

imageVárias Regiões - Avape abre 193 vagas para pessoas com deficiência

A Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape) está com 193 oportunidades de emprego voltadas para pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. A maioria das oportunidades para o mês de maio refere-se às funções de escriturário e teleatendentes. Os salários vão de R$ 650,00 a R$ 2.100,00, com benefícios que variam de acordo com o setor.

As vagas são abertas por empresas parceiras que, para cumprir a Lei de Cotas (Lei 8.213/91), contratam a instituição com o objetivo de mapear e/ou capacitar talentos para os seus quadros de funcionários.

No caso da procura por escriturário, são 30 oportunidades em que o contratado exerce atividades administrativas, como atendimentos presenciais, por telefone e conferência de documentos. Para se candidatar, é preciso ter ensino médico completo, conhecimento em informática e experiência em atendimento público. Já para operador de teleatendimento, são 50 vagas com pré-requisito apenas de ensino médio.

Para se candidatar às vagas de emprego, é preciso entrar em contato com a instituição pelo telefone (11) 4993-9205 ou enviar o currículo para os e-mails: cristiane.arruda@avape.org.br; rosana.figueiredo@avape.org.br; carina.romero@avape.or.br; cintia.moreira@avape.org.br ou jose.marconi@avape.org.br.

Confira a descrição das vagas abertas:

- Assistente Administrativo
2 vagas para atuar em Santos, Baixada Santista de São Paulo
Salário variável conforme a experiência administrativa de R$ 800 a R$ 1.500 mais benefícios Necessário ensino médio completo, desejável superior completo ou cursando

- Operador de Rádio
12 vagas para atuar em Itaquaquecetuba / São Paulo
Salário de R$ 1.200 mais benefícios.
Necessário ensino médio completo, sexo masculino, com experiência com rádio/nextel
Disponibilidade para horário 6 x 2.

- Operador Comercial
5 vagas para atuar em Sorocaba, interior de São Paulo
Salário de R$ 850 mais benefícios
Necessário ensino médio completo ou cursando
Disponibilidade para horário 6 x 1

- Aprendiz com deficiência
4 Vagas para jovens a partir de 16 anos, ambos os sexos, com ensino médio (cursando ou completo)
Atuação na região do ABC

- Aprendiz
6 Vagas para jovens a partir de 16 anos, ambos os sexos, com ensino médio (cursando ou completo)
Atuação na região do ABC

- Operador de Teleatendimento
50 Vagas para atuação no ABC, com faixa salarial de R$ 900 e benefícios, como convênio médico e vale-transporte
Pede-se ensino médio

- Ajudante de produção
15 Vagas para atuação no Ipiranga, Zona Sul de São Paulo
Salário inicial de R$ 700 mais benefícios
Necessário ser alfabetizado.

- Escriturário
30 vagas para atuação na Liberdade, região central de São Paulo
Salário inicial de R$ 1.000 mais benefícios
Necessário ensino médio completo mais conhecimentos de informática e experiência com atendimento ao público

- Assistente administrativo
5 vagas para atuação na Avenida Paulista, em São Paulo
Salário com variação de R$ 1.200 a R$ 2.100 mais benefícios
Necessário ensino superior completo ou cursando, conhecimentos de informática e vivência na área administrativa

- Atendimento
15 vagas para atuação na Grande São Paulo e interior
Salário de R$ 650 mais benefícios
Necessário ensino médio completo e conhecimentos de informática e vivência com atendimento telefônico

- Auxiliar de depósito
10 vagas para atuação em shoppings da Grande São Paulo
Salário de R$ 852 mais benefícios
Necessário ensino fundamental completo e disponibilidade para trabalhar aos finais de semana
Disponibilidade para horário 6 x 1.

- Auxiliar administrativo
10 vagas para atuação em São Paulo. Salário variável de R$ 856 a R$ 1.100 mais benefícios
Necessário ensino médio completo

- Agente de atendimento
11 vagas para atuar na região do ABC e São Paulo
Salário de R$ 900 mais benefícios
Disponibilidade para horário 6 x 1
Necessário ensino médio completo ou cursando, boa comunicação e conhecimentos de informática

- Digitador
4 vagas para atuação em São Paulo
Salário de R$ 700 mais benefícios
Necessário ensino médio completo ou cursando

- Monitor de informática
1 vaga para atuação na região do ABC
Salário de R$ 1.300 mais benefícios
Necessário superior completo ou cursando

- Auxiliar de almoxarifado
6 vagas para atuar na região de São Paulo
Salário de R$ 1.276 mais benefícios
Necessário ensino médio completo e conhecimento de informática

- Ajudante de elétrica
4 vagas para atuar na região de São Paulo
Salário de R$ 968 mais benefícios
Necessário ensino médio e experiência na área

- Telefonista bilíngue
2 vagas para atuar em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo
Salário de R$ 1.200 mais benefícios
Necessário inglês fluente
Trabalhar 6 horas ao dia de segunda a sexta-feira

- Assistente de RH
1 vaga para atuar em Alphaville, em Barueri, SP
Salário de R$ 2.000 mais benefícios
Necessário ensino superior (cursando ou completo)

domingo, 20 de maio de 2012

Grávida e paraplégica

imageGrávida e Paraplégica é o novo documentário que será exibido pela Discovery Home & Health, infelizmente não foi possível encontrar mais informações, nem no prório site do canal, veja os horários e dia de exibição .

Claudia fazia compras de Natal como marido e o filho de 4 meses quando seu carro foi atingido por um caminhão. O bebê morreu na hora e Claudia ficou paralítica. No inverno de 2009, ela descobriu que estava grávida e que esperava gêmeos!

Os horários são fornecidos pelas emissoras e estão sujeitos a alterações Discovery Home & Health

27/05 - 23:00 e 28/05 - 04:00

Tetraplégico alcança o sonho olímpico

Bruno, com a parceira Elaine (ao fundo), em treino na represa de Guarapiranga20/05/2012 - 08h35

Tetraplégico, ex-goleiro do São Paulo alcança, na vela, o sonho olímpico

Seis anos depois de sofrer um acidente de carro que o deixou tetraplégico, Bruno, 26, ex-goleiro do São Paulo, estará na Paraolimpíada, em Londres, daqui a três meses, para alcançar o sonho de poder disputar os Jogos.

A informação está na matéria assinada por Lucas Reis, publicada neste domingo. Aíntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Bruno tinha acabado de completar 20 anos quando sofreu o acidente na rodovia Régis Bittencourt, em 2006. Na época, ele era o terceiro goleiro do São Paulo. O atleta passou oito meses internado, três deles sem falar e mais outros três sem comer.

Começou então a fazer fisioterapia ainda no hospital, três vezes por dia. E foi assim, um dia de cada vez. Primeiro mexeu um dedo, depois uma mão, o pescoço já não doía tanto, até que conseguiu mexer os braços para frente e para trás. O suficiente para sentar em um barco adaptado e velejar. Hoje ele treina vela de quinta a domingo, de três a cinco horas por dia. Marisa Cauduro/Folhapress

Bruno, com a parceira Elaine (ao fundo), em treino na represa de Guarapiranga

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1092870-tetraplegico-ex-goleiro-do-sao-paulo-alcanca-na-vela-o-sonho-olimpico.shtml

SAMU X BOMBEIROS

SAIBA QUANDO CHAMAR O SAMU 192 OU OS BOMBEIROS 193

samu

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Chips no cérebro fazem cegos comerçarem a enxergar

Médicos na Inglaterra implantam chips no cérebro de cegos, que começam a enxergar

08/05/12 da BBC Brasil

Dois britânicos que eram completamente cegos por muitos anos tiveram a visão parcialmente recuperada após terem se submetido a uma cirurgia pioneira.

Eles tiveram chips eletrônicos instalados na parte de trás de suas retinas, o que permitiu que eles pudessem enxergar a luz e o contorno de algumas formas.

Os chips eletrônicos contêm pixels fotossensíveis que enviam sinais para o nervo ótico e, em seguida, para o cérebro.

Um dos que se submeteram à cirurgia pioneira foi o músico Robin Millar, que disse que agora é capaz de “sonhar em cores”.

Fonte: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/05/medicos-na-inglaterra-implantam-chips-no-cerebro-de-cegos-que-comecam-a-enxergar/

Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista

Mara Gabrilli é relatora de projeto de lei sobre autismo

Ter, 24 de Abril de 2012 17:26

PL institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Deputada pede ajuda da sociedade para discussão do projeto.

A deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) foi designada relatora do Projeto de Lei nº 1.631/2011, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. O projeto de lei, de autoria do Senado Federal, já foi aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados.

Escolhida pela Comissão de Seguridade Social e Família, da qual é integrante, para relatar o projeto, Mara diz que se sente honrada e que vai relatar esse PL de uma forma especial. “O processo ainda não chegou em meu gabinete, mas, desde já, minha equipe e eu estamos cuidando do assunto com muito carinho. Já estou conversando com entidades e pais de pessoas com autismo, e peço a contribuição da sociedade, mandando ideias e sugestões que possam contribuir”.

Para ela, a sociedade ainda desconhece o tema. “Conheço autistas que trabalham, estudam e contribuem para a sociedade, mas esta, por sua vez, ainda teima em fingir que essas pessoas fazem parte de outro universo”.

Em maio de 2011, durante a sketch “Casas dos Autistas”, apresentada pelo Canal MTV, Mara escreveu uma carta criticando a veiculação do programa e participou, junto a entidades representantes da causa, de reunião na emissora (saiba mais clicando aqui).

Quem quiser entrar em contato com a deputada, pode fazê-lo através do e-mail maragabrilli@maragabrilli.com.br .

“Prezados,
Boa noite.
Eu assumi a relatoria do Projeto de Lei nº 1.631/2011 que institui a política nacional de proteção dos direitos das pessoas com autismo. Isso significa que fiquei responsável por oferecer aos demais membros da Comissão de Seguridade Social e Família, onde o projeto está em avaliação na Câmara Federal, uma opinião sobre o projeto de Lei, sugerindo alterações ou ainda a aprovação do projeto como foi apresentado.
Por esse motivo preciso do apoio das organizações e familiares de pessoas com autismo na avaliação desse projeto de lei.
Para isso convido você a participar da reunião para discussão do Projeto de Lei nº 1.631/2011, como segue:
Evento: Discussão do PL nº 1.631/2011
Data: 14/05/2012 (segunda-feira)
Horário: 14h às 17h
Local: Câmara Municipal de São Paulo - Sala Oscar Pedroso Horta - 1º subsolo - Viaduto Jacareí, 100 - São Paulo-SP
O projeto de lei segue em anexo.
Conto com a sua participação.
Cordialmente,
Mara Gabrilli
Deputada Federal”

domingo, 6 de maio de 2012

Neurofeedback: depressão, isquemia e autismo

06.05.2012 | Atualizado em 06.05.2012 - 08:48

Treinamento de neurônios: técnica permite tratar depressão, isquemia e autismo. A técnica ensina a desenvolver a concentração, a aprendizagem, a memorização e o equilíbrio emocional

Carmen Vasconcelos carmen.vasconcelos@redebahia.com.br

imageQuem encontra Felippo Bello conversando ao lado da mãe, participando das atividades escolares ou interagindo com outras colegas pode imaginar estar diante de uma criança como outra qualquer. Desde cedo, no entanto, a família luta para vencer o autismo, uma disfunção geral do desenvolvimento, que compromete a capacidade de comunicação, a socialização e o comportamento, ameaçando a convivência da criança com o mundo.

Além do amor abdicado de Adriana, Felippo contou com o auxílio do neurofeedback. A técnica – desenvolvida há 50 anos - consiste numa espécie de treinamento neurológico do cérebro, que ensina a desenvolver a concentração, a aprendizagem, a memorização e o equilíbrio emocional. O processo não utiliza medicamentos, apenas os estímulos.

Com apenas um ano e meio, em meio aos telefonemas diários, a avó de Felippo percebeu que algo havia de estranho com o pequeno. A experiência com a educação de crianças especiais ajudou a identificar o isolamento do mundo. Em seguida, a família percebeu a fala desconexa e  a dificuldade de construir frases.
Desde então, a mãe de Felippo, a empresária Adriana Nogueira, travou uma luta pessoal em busca de mecanismos e tratamentos que facilitassem e emprestassem mais qualidade à vida do filho.

Mesmo diante de diagnósticos confusos que, por vezes, apontavam para a Síndrome de Asperger (que consiste num espectro autista que se diferencia do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo, os portadores são também conhecidos como autistas de alta performance), ela não perdeu a fé de encontrar uma forma de reconectar Felippo.

“Sempre soube que não havia cura para o autismo, mas, através do neurofeedback, descobri que é possível que o portador se desenvolva por meio da interação social e cognitiva, regredindo total ou parcialmente alguns sintomas e comportamentos”, diz Adriana Nogueira.

Neurofeedback
imageO psicólogo especializado em neurofeedback nos Estados Unidos e Mestre em Neurociência pela Universidade de São Paulo(USP), Leonardo Mascaro explica que, na prática, o tratamento consiste, inicialmente, na realização de exames com o tomográfo, que descreve as bases neurológicas de cada paciente.

A partir da leitura eletroencefalográfica, são identificados as estruturas profundas do comprometimento que acomete o cérebro do paciente e, melhor ainda, viabilizam o treinamento destas estruturas cerebrais. “Com o resultado da leitura do mapa, condicionamos os neurônios através de estímulos diversos”, explica.

Leonardo esclarece que, embora clinicamente e do ponto de vista dos sintomas, muitas doenças de cunho neurológico -  como déficit de atenção e TOC, ou dislexia e quadros de anóxia – imitem umas as outras, o exame permite que haja uma diferenciação clara, evitando erros no diagnóstico e, conseqüentemente no tratamento, inclusive, o medicamentoso.

O resultado do tratamento por neurofeedback é demonstrado através de mapas obtidos no início e no final do tratamento de cada paciente, evidenciando cada condição de sua evolução. O tratamento é válido não só para os casos de autismo, mas também no tratamento da dislexia, déficit de atenção, ansiedade, depressão e pânico, além de TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), estresse pós-traumático, fadiga crônica e fibromialgia, insônia, bem como quadros iniciais de Alzheimer, traumatismo crânio-encefálico e de isquemia ou derrame.

“Cada vez mais é possível desenvolver as potencialidades do cérebro. Na última década, a tecnologia permitiu o alcance de uma evolução sem precedentes, fazendo com que o tratamento não medicamentoso dessas diversas condições seja uma realidade”, esclarece Mascaro.

O especialista revela que o neurofeedback não possui contra indicações, nem mesmo para aqueles pacientes portadores de deficiência visual ou auditiva. “Conforme o trabalho acontece, novos mapeamentos são feitos e ajustes no tratamento são destacados”, diz .

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/treinamento-de-neuronios-tecnica-permite-tratar-depressao-isquemis-e-autismo/

sexta-feira, 4 de maio de 2012

PROJETO CÃO-GUIA - SESI/SP

Sesi abre inscrições para trabalhadores candidatos a receber cão-guia

O SESI-SP iniciou na semana passada, no Dia Internacional do Cão-Guia (25/4), as inscrições para deficientes visuais da Indústria de São Paulo se candidatarem a receber gratuitamente um cão-guia.  A seleção será realizada via site por cerca de 30 dias. O objetivo do projeto é proporcionar a estes cidadãos mobilidade autônoma para o trabalho e o desenvolvimento de suas atividades diárias com maior independência e segurança. De acordo com a RAIS 2010 (Relação Anual de Informações Sociais), 1.170 pessoas cegastrabalham na indústria de São Paulo.

São requisitos básicos para integrar o processo de seleção: trabalhar na indústria paulista; morar no estado de São Paulo; ser totalmente cego; ter entre 18 e 65 anos; capacidade de orientação e mobilidade em ambientes urbanos; e condições de arcar com os custos de manutenção do animal. Os habilitados passarão por avaliação multiprofissional com psicólogo, médico, assistente social e um técnico em orientação e mobilidade para iniciar a adaptação com o cão-guia. As inscrições devem ser feitas no site www.sesisp.org.br/caoguia

Atualmente, 19 cães retornaram ao centro de treinamento e 13 filhotes ainda permanecem com as famílias acolhedoras. No treinamento específico, com duração aproximada de seis meses, o cão aprenderá os comandos para ser um cão-guia, desviando de obstáculos como buracos, orelhões, galhos de árvores, dentre outros, e procurando soluções seguras para o usuário. Será ensinado como encontrar entradas e saídas de locais, ponto de ônibus, táxi, metrô e até atravessar na faixa de pedestre. Serão entregues 32 filhotes das raças Labrador e Golden Retriever. Em dois anos, a meta é entregar 100 cães-guia para deficientes visuais industriários, ampliando sua independência e permitindo a inclusão no mercado de trabalho.

Fonte: http://www.smabc.org.br/smabc/materia.asp?id_CON=29262&id_SUB=97

quarta-feira, 2 de maio de 2012

SIMPÓSIO: MECANISMOS DE EXCLUSÃO,ESTRATÉGIAS DE INCLUSÃO

DERD02112-0018_CartazSimposioA3O V Simpósio DERDIC: Mecanismos de Exclusão, Estratégias de Inclusão elege um tema de extrema importância para o Brasil e visa a desenvolver um debate que envolverá algumas áreas do conhecimento (Educação, Lingüística, Saúde, Psicologia, Ciências Sociais, Sociologia, Economia e Direito). Abordar questões relevantes, a partir de diferentes ângulos, é uma característica e a riqueza dos Simpósios promovidos pela Derdic/PUCSP. O V Simpósio tem como objetivos centrais debater formas atuais de abordagem da problemática daexclusão epromover discussões conceituais sobre o assunto que permitam vislumbrar novos caminhos e soluções inusitadas para a reflexão a respeito dos mecanismos de exclusão e seus efeitos sobre o homem. Tem, ainda, como meta, aprofundar o entendimento e movimentar a reflexão sobre ações voltadas para a inclusão social, profissional, política e educacional no Brasil. Nesse sentido, procura apreender relações vigentes e possíveis entre raízes da exclusão e possibilidades de inclusão. Espera-se, a rigor, propiciar a abertura de espaço de debate que sirva como solo para a emergência de um raciocínio crítico que possa subsidiar ações prospectivas eficazes.

No que concerne a Derdic – PUCSP, o benefício maior será o de, ao promover e participar efetivamente das discussões, realizar a ultrapassagem de limites conceituais e ideológicos decorrentes de práticas localizadas e cristalizadas. Em outras palavras, importa cruzar discursos instituídos, abalar certezas estáticas/cronificadas e criar, com isso, um desconforto produtivo. Tendo em vista a natureza do assunto a ser contemplado, que pretende abranger aspectos da exclusão-inclusão que ocorrem no país, o V Simpósio DERDIC deve ser compreendido como um evento nacional. Os convidados para as mesas plenárias e mesas-redondas são pesquisadores nacionalmente reconhecidos em suas áreas de reflexão e atuação, representantes de órgãos governamentais e/ou do Terceiro Setor, profundamente envolvidos com a questão em foco no V Simpósio.

A Derdic-PUCSP sente-se à vontade e preparada para a realização deste evento científico, dadas a tradição interdisciplinar impressa na sua constituição e a natureza inequívoca de sua missão acadêmica e social, qual seja: “educar surdos, prestar atendimento e tratamento a pessoas com alterações de audição, voz e linguagem, formar profissionais e realizar pesquisas para que todos os envolvidos nas atividades institucionais possam assumir o papel de agentes transformadores na sociedade”. Educadores, médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, lingüistas e assistentes sociais formam a base interdisciplinar das atividades que ali são desenvolvidas. Setores, Serviços e Programas debatem e promovem ações inclusivas nas esferas da Saúde, Educação e Trabalho. Pode-se afirmar que a relevância do tema proposto e a discussão interdisciplinar/interinstitucional que o evento promoverá, constituem as justificativas maiores para sua realização.

Inscrições: http://www.pucsp.br/simposioderdic/inscricao.html

Site: http://www.pucsp.br/simposioderdic/index.html

segunda-feira, 16 de abril de 2012

TGD - Transtorno Global do Desenvolvimento

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.

Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.

Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.

Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.

Como lidar com o TGD na escola?
Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.

Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.

Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como 'porto seguro' e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/transtornos-globais-desenvolvimento-tgd-624845.shtml

MATERIAIS PARA ESTUDO

TGD e Dificuldade de Aprendizado – leia aqui

Das Psicoses da Infância ao TGD – leia aqui

 

sábado, 14 de abril de 2012

PALESTRA: TERAPIA FAMILIAR SISTÊMICA / IFL

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PARADIGMAS DA EDUCAÇÃO

CENSO INCLUSÃO

A PREFEITURA DE SÃO PAULO QUER SABER ONDE ESTÃO E COMO VIVEM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA DE NOSSA CIDADE

Participe do Programa Censo-Inclusão de Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo

imageSegundo a Lei nº 15.096, de 5 de janeiro de 2010, regulamentada pelo Decreto Nº 52.241, de 14 de abril de 2011, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, está promovendo – pela primeira vez na história da cidade – um amplo levantamento das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida residentes no município.

Se você, ou alguém de sua família, possui algum tipo de deficiência ou restrição de mobilidade, é fundamental que preencha este formulário, para que possamos melhorar e ampliar os serviços públicos oferecidos nas áreas da saúde, transporte, educação, cultura, lazer, entre outras.

O CENSO

O Censo-Inclusão é um programa da Prefeitura de São Paulo para identificar, mapear e cadastrar o perfil socioeconômico das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, no âmbito do Município de São Paulo. Instituído pela Lei nº. 15.096 de 05 de janeiro de 2010, e regulamentado pelo Decreto nº. 52.241 de 14 de abril de 2011, tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao atendimento das necessidades das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

O Censo-Inclusão deverá conter informações quantitativas sobre os tipos e graus de deficiência encontrados e informações necessárias para contribuir para a qualificação, quantificação e localização das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Conforme a lei, a cada período de 4 (quatro) anos o Censo-Inclusão deverá ser atualizado.

A coordenação desse programa é responsabilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.

Se você, ou alguém da sua família, possui alguma dessas características, é fundamental que preencha esse formulário, para que possamos melhorar e ampliar os serviços públicos oferecidos nas áreas da saúde, transporte, educação, cultura, lazer entre outras.

Dúvidas Frequentes:

Quais recursos de acessibilidade o site disponibiliza?O site disponibilizará vários recursos, como ampliação de texto e contraste para pessoas com baixa visão e idosos, compatibilidade com os principais leitores de tela para as pessoas com deficiência visual, possibilidade de navegação com mouse, teclado ou outro dispositivo, o site ainda disponibilizará vídeos contendo a tradução de todos os textos para a Língua Brasileira de Sinais.

Não recebi o formulário em casa, posso preencher pela internet? Sim. O formulário apresentado neste site é exatamente igual ao enviado pelo correio. Então você também estará participando do Censo-Inclusão se responder pela internet. O site também permite fazer mais de um cadastro, caso exista mais de uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida em sua residência.

Não possuo RG e CPF, posso participar do CENSO-INCLUSÃO mesmo assim? Pode. RG e CPF não são campos obrigatórios no formulário.

O e-mail é um campo obrigatório? Sim, o e-mail é um campo de preenchimento obrigatório do formulário pela internet. Se você não possui um e-mail, instruímos a fazer um em qualquer portal da internet e depois continuar seu cadastro.

É possível alterar as informações do meu cadastro depois que eu já enviei pelo correio ou pela internet? Não. Uma vez enviado, o formulário não pode ser alterado. Leia atentamente as questões antes de preenchê-las, e responda com veracidade. Para quem preferir responder pela internet o formulário ficará disponível até 21 de maio de 2012.

Quem tem acesso aos meus dados? Conforme descrito no Art. 6º do Decreto nº52. 241 de 14 de Abril de 2011, sobre o PROGRAMA CENSO-INCLUSÃO, as informações terão caráter sigiloso e serão usadas exclusivamente para fins estatísticos, objetivando assegurar a confidencialidade e o respeito à privacidade das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Durante meu cadastro o sistema caiu, como devo proceder? Você deve atualizar a página do site, inserir seus dados e responder novamente o formulário. Seus dados, só serão salvos quando ao término do formulário, você clicar em "Finalizar".

Eu recebo algum protocolo depois de preencher o formulário? Após preenchê-lo, você pode imprimir seu formulário, assim você garante que respondeu o Censo-Inclusão.

Não recebeu seu formulário pelo correio? Se você não recebeu seu formulário, pode se dirigir até as praças de atendimento das subprefeituras, e retirar o seu. Ou se preferir, você também pode responder pela internet, através do endereço www.censoinclusao.sp.gov.br.

Como preencher o formulário impresso? O formulário deverá ser preenchido de maneira clara, observando as seguintes recomendações:

- O formulário foi enviado para o morador do imóvel, contudo poderá ser preenchido por qualquer outra pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida (residente ou não);

- Leia atentamente as questões antes de preenchê-las, pois seu formulário não poderá ser alterado;

- Assinale suas respostas com um "x";

- Todas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida poderão participar deste programa, sejam elas crianças (por meio do preenchimento dos pais e/ou responsáveis), jovens, adultos e idosos.

Como devo enviar o formulário impresso? Após o preenchimento de todos os dados, você deverá dobrar e colar nos locais sinalizados, e depositar em qualquer uma das agências ou caixas de correio espalhadas pela cidade. O ENVIO DO FORMULÁRIO É GRATUITO!

Quanto tempo eu tenho para enviar este formulário? Quanto mais rápido melhor! Contudo, você tem até o dia 21 de maio de 2012para enviá-lo.

Mais informações:
Mande um e-mail:
censoinclusao@prefeitura.sp.gov.br ou entre em contato através do nosso SAC: (11) 3913- 4025 / 4026 / 4027. De segunda a sexta das 09h00 às 18h00.

https://www.censoinclusao.sp.gov.br/PaginasPublicas/Default.aspx

CURSO ESCRITA EM BRAILLE - CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

Curso de escrita em Braille
com: Jair Barbosa (instrutor Braille)
Completando 65 anos, a Biblioteca Louis Braille reforça seu compromisso com a sociedade, contribuindo com a formação e a capacitação de pessoas que pretendem praticar a leitura e a escrita em Braille. Jair Barbosa ministrará o curso com 18 horas de duração em que abordará: o histórico do sistema de escrita e leitura do cego; apresentação dos equipamentos para escrita Braille (máquina datilográfica Perkins, reglete e punção); ensino de letras, cópia de sílabas, palavras e orações; ensino dos sinais gráficos (maiúsculas, travessão, hífen, pontuação etc.), acentuação gráfica; ensino matemático (uso do sinal de número; operações matemáticas; números cardinais; ordinais; romanos) e apresentação dos aparelhos para cálculos matemáticos (cubaritmo).
(5 vagas) - Público: jovens e adultos com ou sem deficiência visual - inscrições: de 1º a 18/5, comparecer à Biblioteca Louis Braille (de terça a sexta, das 10h às 18h30; sábados e feriado, das 10h às 17h30) ou enviar e-mail para bibliotecabraille@prefeitura.sp.gov.br com nome completo, idade e telefone para contato - seleção: por ordem de inscrição. A lista de selecionados estará disponível nesta página a partir do dia 21/5 - período do curso: de 24/5 a 26/7, quintas, das 14h às 16h - Biblioteca Louis Braille - informações: Biblioteca Louis Braille - tel. 3397-4088

Avisos:

  • O participante deverá trazer seu próprio material (caderno e caneta);
  • Haverá certificado de conclusão do curso;
  • No dia 7/6, não haverá aula em função do feriado de Corpus Christi.


Aniversário Biblioteca Louis Braille

imgagem da biblioteca Louis Braille

A Biblioteca Louis Braille completa 65 anos em 2012. Voltada inicialmente ao público infantil, ampliou sua atuação ao diversificar o seu acervo com transcrições de livros didáticos e literários. Desde 2003, oferece acesso à internet por meio de computadores adaptados. Com mais de 6.000 títulos entre audiolivros e livros em Braille, faz empréstimos aos usuários cadastrados na Biblioteca e o Correio, instituição da qual é parceira, envia gratuitamente para qualquer cidade do Brasil.
Ao longo dessa expressiva trajetória, tornou-se incomensurável a importância dos serviços que presta à população e, sobretudo, às pessoas com deficiência visual.
Para comemorarmos essa data muito significativa, promoveremos ao longo do ano uma série de eventos, como exposições, cursos de escrita em braille, oficinas de literatura, entre outras atividades.
Diante dos desafios impostos pelas novas tecnologias às Bibliotecas, a Louis Braille comemora seus 65 anos de olho no futuro.

Deise Getulia de Melo
Programadora e Difusora Cultural da Divisão de Bibliotecas do CCSP

http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_especial_aniversario_braille.asp

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