sexta-feira, 4 de maio de 2012

PROJETO CÃO-GUIA - SESI/SP

Sesi abre inscrições para trabalhadores candidatos a receber cão-guia

O SESI-SP iniciou na semana passada, no Dia Internacional do Cão-Guia (25/4), as inscrições para deficientes visuais da Indústria de São Paulo se candidatarem a receber gratuitamente um cão-guia.  A seleção será realizada via site por cerca de 30 dias. O objetivo do projeto é proporcionar a estes cidadãos mobilidade autônoma para o trabalho e o desenvolvimento de suas atividades diárias com maior independência e segurança. De acordo com a RAIS 2010 (Relação Anual de Informações Sociais), 1.170 pessoas cegastrabalham na indústria de São Paulo.

São requisitos básicos para integrar o processo de seleção: trabalhar na indústria paulista; morar no estado de São Paulo; ser totalmente cego; ter entre 18 e 65 anos; capacidade de orientação e mobilidade em ambientes urbanos; e condições de arcar com os custos de manutenção do animal. Os habilitados passarão por avaliação multiprofissional com psicólogo, médico, assistente social e um técnico em orientação e mobilidade para iniciar a adaptação com o cão-guia. As inscrições devem ser feitas no site www.sesisp.org.br/caoguia

Atualmente, 19 cães retornaram ao centro de treinamento e 13 filhotes ainda permanecem com as famílias acolhedoras. No treinamento específico, com duração aproximada de seis meses, o cão aprenderá os comandos para ser um cão-guia, desviando de obstáculos como buracos, orelhões, galhos de árvores, dentre outros, e procurando soluções seguras para o usuário. Será ensinado como encontrar entradas e saídas de locais, ponto de ônibus, táxi, metrô e até atravessar na faixa de pedestre. Serão entregues 32 filhotes das raças Labrador e Golden Retriever. Em dois anos, a meta é entregar 100 cães-guia para deficientes visuais industriários, ampliando sua independência e permitindo a inclusão no mercado de trabalho.

Fonte: http://www.smabc.org.br/smabc/materia.asp?id_CON=29262&id_SUB=97

quarta-feira, 2 de maio de 2012

SIMPÓSIO: MECANISMOS DE EXCLUSÃO,ESTRATÉGIAS DE INCLUSÃO

DERD02112-0018_CartazSimposioA3O V Simpósio DERDIC: Mecanismos de Exclusão, Estratégias de Inclusão elege um tema de extrema importância para o Brasil e visa a desenvolver um debate que envolverá algumas áreas do conhecimento (Educação, Lingüística, Saúde, Psicologia, Ciências Sociais, Sociologia, Economia e Direito). Abordar questões relevantes, a partir de diferentes ângulos, é uma característica e a riqueza dos Simpósios promovidos pela Derdic/PUCSP. O V Simpósio tem como objetivos centrais debater formas atuais de abordagem da problemática daexclusão epromover discussões conceituais sobre o assunto que permitam vislumbrar novos caminhos e soluções inusitadas para a reflexão a respeito dos mecanismos de exclusão e seus efeitos sobre o homem. Tem, ainda, como meta, aprofundar o entendimento e movimentar a reflexão sobre ações voltadas para a inclusão social, profissional, política e educacional no Brasil. Nesse sentido, procura apreender relações vigentes e possíveis entre raízes da exclusão e possibilidades de inclusão. Espera-se, a rigor, propiciar a abertura de espaço de debate que sirva como solo para a emergência de um raciocínio crítico que possa subsidiar ações prospectivas eficazes.

No que concerne a Derdic – PUCSP, o benefício maior será o de, ao promover e participar efetivamente das discussões, realizar a ultrapassagem de limites conceituais e ideológicos decorrentes de práticas localizadas e cristalizadas. Em outras palavras, importa cruzar discursos instituídos, abalar certezas estáticas/cronificadas e criar, com isso, um desconforto produtivo. Tendo em vista a natureza do assunto a ser contemplado, que pretende abranger aspectos da exclusão-inclusão que ocorrem no país, o V Simpósio DERDIC deve ser compreendido como um evento nacional. Os convidados para as mesas plenárias e mesas-redondas são pesquisadores nacionalmente reconhecidos em suas áreas de reflexão e atuação, representantes de órgãos governamentais e/ou do Terceiro Setor, profundamente envolvidos com a questão em foco no V Simpósio.

A Derdic-PUCSP sente-se à vontade e preparada para a realização deste evento científico, dadas a tradição interdisciplinar impressa na sua constituição e a natureza inequívoca de sua missão acadêmica e social, qual seja: “educar surdos, prestar atendimento e tratamento a pessoas com alterações de audição, voz e linguagem, formar profissionais e realizar pesquisas para que todos os envolvidos nas atividades institucionais possam assumir o papel de agentes transformadores na sociedade”. Educadores, médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, lingüistas e assistentes sociais formam a base interdisciplinar das atividades que ali são desenvolvidas. Setores, Serviços e Programas debatem e promovem ações inclusivas nas esferas da Saúde, Educação e Trabalho. Pode-se afirmar que a relevância do tema proposto e a discussão interdisciplinar/interinstitucional que o evento promoverá, constituem as justificativas maiores para sua realização.

Inscrições: http://www.pucsp.br/simposioderdic/inscricao.html

Site: http://www.pucsp.br/simposioderdic/index.html

segunda-feira, 16 de abril de 2012

TGD - Transtorno Global do Desenvolvimento

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.

Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.

Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.

Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.

Como lidar com o TGD na escola?
Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.

Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.

Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como 'porto seguro' e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/transtornos-globais-desenvolvimento-tgd-624845.shtml

MATERIAIS PARA ESTUDO

TGD e Dificuldade de Aprendizado – leia aqui

Das Psicoses da Infância ao TGD – leia aqui

 

sábado, 14 de abril de 2012

PALESTRA: TERAPIA FAMILIAR SISTÊMICA / IFL

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PARADIGMAS DA EDUCAÇÃO

CENSO INCLUSÃO

A PREFEITURA DE SÃO PAULO QUER SABER ONDE ESTÃO E COMO VIVEM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA DE NOSSA CIDADE

Participe do Programa Censo-Inclusão de Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo

imageSegundo a Lei nº 15.096, de 5 de janeiro de 2010, regulamentada pelo Decreto Nº 52.241, de 14 de abril de 2011, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, está promovendo – pela primeira vez na história da cidade – um amplo levantamento das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida residentes no município.

Se você, ou alguém de sua família, possui algum tipo de deficiência ou restrição de mobilidade, é fundamental que preencha este formulário, para que possamos melhorar e ampliar os serviços públicos oferecidos nas áreas da saúde, transporte, educação, cultura, lazer, entre outras.

O CENSO

O Censo-Inclusão é um programa da Prefeitura de São Paulo para identificar, mapear e cadastrar o perfil socioeconômico das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, no âmbito do Município de São Paulo. Instituído pela Lei nº. 15.096 de 05 de janeiro de 2010, e regulamentado pelo Decreto nº. 52.241 de 14 de abril de 2011, tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao atendimento das necessidades das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

O Censo-Inclusão deverá conter informações quantitativas sobre os tipos e graus de deficiência encontrados e informações necessárias para contribuir para a qualificação, quantificação e localização das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Conforme a lei, a cada período de 4 (quatro) anos o Censo-Inclusão deverá ser atualizado.

A coordenação desse programa é responsabilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.

Se você, ou alguém da sua família, possui alguma dessas características, é fundamental que preencha esse formulário, para que possamos melhorar e ampliar os serviços públicos oferecidos nas áreas da saúde, transporte, educação, cultura, lazer entre outras.

Dúvidas Frequentes:

Quais recursos de acessibilidade o site disponibiliza?O site disponibilizará vários recursos, como ampliação de texto e contraste para pessoas com baixa visão e idosos, compatibilidade com os principais leitores de tela para as pessoas com deficiência visual, possibilidade de navegação com mouse, teclado ou outro dispositivo, o site ainda disponibilizará vídeos contendo a tradução de todos os textos para a Língua Brasileira de Sinais.

Não recebi o formulário em casa, posso preencher pela internet? Sim. O formulário apresentado neste site é exatamente igual ao enviado pelo correio. Então você também estará participando do Censo-Inclusão se responder pela internet. O site também permite fazer mais de um cadastro, caso exista mais de uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida em sua residência.

Não possuo RG e CPF, posso participar do CENSO-INCLUSÃO mesmo assim? Pode. RG e CPF não são campos obrigatórios no formulário.

O e-mail é um campo obrigatório? Sim, o e-mail é um campo de preenchimento obrigatório do formulário pela internet. Se você não possui um e-mail, instruímos a fazer um em qualquer portal da internet e depois continuar seu cadastro.

É possível alterar as informações do meu cadastro depois que eu já enviei pelo correio ou pela internet? Não. Uma vez enviado, o formulário não pode ser alterado. Leia atentamente as questões antes de preenchê-las, e responda com veracidade. Para quem preferir responder pela internet o formulário ficará disponível até 21 de maio de 2012.

Quem tem acesso aos meus dados? Conforme descrito no Art. 6º do Decreto nº52. 241 de 14 de Abril de 2011, sobre o PROGRAMA CENSO-INCLUSÃO, as informações terão caráter sigiloso e serão usadas exclusivamente para fins estatísticos, objetivando assegurar a confidencialidade e o respeito à privacidade das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Durante meu cadastro o sistema caiu, como devo proceder? Você deve atualizar a página do site, inserir seus dados e responder novamente o formulário. Seus dados, só serão salvos quando ao término do formulário, você clicar em "Finalizar".

Eu recebo algum protocolo depois de preencher o formulário? Após preenchê-lo, você pode imprimir seu formulário, assim você garante que respondeu o Censo-Inclusão.

Não recebeu seu formulário pelo correio? Se você não recebeu seu formulário, pode se dirigir até as praças de atendimento das subprefeituras, e retirar o seu. Ou se preferir, você também pode responder pela internet, através do endereço www.censoinclusao.sp.gov.br.

Como preencher o formulário impresso? O formulário deverá ser preenchido de maneira clara, observando as seguintes recomendações:

- O formulário foi enviado para o morador do imóvel, contudo poderá ser preenchido por qualquer outra pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida (residente ou não);

- Leia atentamente as questões antes de preenchê-las, pois seu formulário não poderá ser alterado;

- Assinale suas respostas com um "x";

- Todas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida poderão participar deste programa, sejam elas crianças (por meio do preenchimento dos pais e/ou responsáveis), jovens, adultos e idosos.

Como devo enviar o formulário impresso? Após o preenchimento de todos os dados, você deverá dobrar e colar nos locais sinalizados, e depositar em qualquer uma das agências ou caixas de correio espalhadas pela cidade. O ENVIO DO FORMULÁRIO É GRATUITO!

Quanto tempo eu tenho para enviar este formulário? Quanto mais rápido melhor! Contudo, você tem até o dia 21 de maio de 2012para enviá-lo.

Mais informações:
Mande um e-mail:
censoinclusao@prefeitura.sp.gov.br ou entre em contato através do nosso SAC: (11) 3913- 4025 / 4026 / 4027. De segunda a sexta das 09h00 às 18h00.

https://www.censoinclusao.sp.gov.br/PaginasPublicas/Default.aspx

CURSO ESCRITA EM BRAILLE - CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

Curso de escrita em Braille
com: Jair Barbosa (instrutor Braille)
Completando 65 anos, a Biblioteca Louis Braille reforça seu compromisso com a sociedade, contribuindo com a formação e a capacitação de pessoas que pretendem praticar a leitura e a escrita em Braille. Jair Barbosa ministrará o curso com 18 horas de duração em que abordará: o histórico do sistema de escrita e leitura do cego; apresentação dos equipamentos para escrita Braille (máquina datilográfica Perkins, reglete e punção); ensino de letras, cópia de sílabas, palavras e orações; ensino dos sinais gráficos (maiúsculas, travessão, hífen, pontuação etc.), acentuação gráfica; ensino matemático (uso do sinal de número; operações matemáticas; números cardinais; ordinais; romanos) e apresentação dos aparelhos para cálculos matemáticos (cubaritmo).
(5 vagas) - Público: jovens e adultos com ou sem deficiência visual - inscrições: de 1º a 18/5, comparecer à Biblioteca Louis Braille (de terça a sexta, das 10h às 18h30; sábados e feriado, das 10h às 17h30) ou enviar e-mail para bibliotecabraille@prefeitura.sp.gov.br com nome completo, idade e telefone para contato - seleção: por ordem de inscrição. A lista de selecionados estará disponível nesta página a partir do dia 21/5 - período do curso: de 24/5 a 26/7, quintas, das 14h às 16h - Biblioteca Louis Braille - informações: Biblioteca Louis Braille - tel. 3397-4088

Avisos:

  • O participante deverá trazer seu próprio material (caderno e caneta);
  • Haverá certificado de conclusão do curso;
  • No dia 7/6, não haverá aula em função do feriado de Corpus Christi.


Aniversário Biblioteca Louis Braille

imgagem da biblioteca Louis Braille

A Biblioteca Louis Braille completa 65 anos em 2012. Voltada inicialmente ao público infantil, ampliou sua atuação ao diversificar o seu acervo com transcrições de livros didáticos e literários. Desde 2003, oferece acesso à internet por meio de computadores adaptados. Com mais de 6.000 títulos entre audiolivros e livros em Braille, faz empréstimos aos usuários cadastrados na Biblioteca e o Correio, instituição da qual é parceira, envia gratuitamente para qualquer cidade do Brasil.
Ao longo dessa expressiva trajetória, tornou-se incomensurável a importância dos serviços que presta à população e, sobretudo, às pessoas com deficiência visual.
Para comemorarmos essa data muito significativa, promoveremos ao longo do ano uma série de eventos, como exposições, cursos de escrita em braille, oficinas de literatura, entre outras atividades.
Diante dos desafios impostos pelas novas tecnologias às Bibliotecas, a Louis Braille comemora seus 65 anos de olho no futuro.

Deise Getulia de Melo
Programadora e Difusora Cultural da Divisão de Bibliotecas do CCSP

http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_especial_aniversario_braille.asp

CENTRO CULTURAL SITE LIVRE ACESSO - SÃO PAULO/SP

imagem do site centro cultural

VISITE O SITE: http://www.centrocultural.sp.gov.br/acessibilidade/index.htm

quarta-feira, 11 de abril de 2012

DEFICIENTES APRENDEM INGLÊS - SÃO CARLOS/SP

Alunos com deficiência auditiva aprendem inglês no interior de São Paulo

A prefeitura de São Carlos (SP) implantou na rede municipal de ensino o método bilíngue. Alunos do ensino básico e fundamental são alfabetizados em português e inglês, inclusive os estudantes que têm aulas na linguagem de libras.

DEFICIENTE MULTADA

Cinco dias atrás, Esther Braescher Naveira e Silva passou por um constrangimento ao ser parada numa blitz da Lei Seca no Jardim Botânico. Apesar de ser deficiente — ela tem a metade esquerda do corpo paralisada — e não conseguir soprar o bafômetro, foi multada por ter supostamente ingerido bebida alcoólica e teve a carteira apreendida. Ontem à noite, após o EXTRA contar a história de Esther, ela recebeu a habilitação de volta, a suspensão da multa e anulação dos pontos na carteira. E não só isso. A analista de sistemas de 36 anos ganhou flores e um pedido de desculpas, em nome do governo do estado, do coordenador da Lei Seca, major Marco Andrade.

Com flores, coordenador da Lei Seca se desculpa por falhaCom flores, coordenador da Lei Seca se desculpa por falha Foto: Marcelo Theobald / Extra

— Em nome do governo, venho pedir desculpas pela avaliação que nossos agentes tiveram nesse caso, que precisava de medidas especiais — afirmou ele. — Não temos problemas em assumir nossos erros. O caso serve como aprendizado para o futuro.

Independência

Apesar de agradecer a medida tomada pelo governo, Esther afirma que ainda irá entrar com uma ação contra o Estado pelo constrangimento causado na blitz e os prejuízos sofridos durante os dias em que não pode dirigir.

Como deficiente, Esther afirma que o carro, mais do que um meio de locomoção, é a maneira de garantir sua independência.

— Não consigo fazer nada desde sexta-feira porque não posso dirigir. Não consegui nem ir ao supermercado, porque dependo de amigos para tudo — explica ela. — O carro era minha independência, e perdi isso por erro deles.

Agentes vão passar por treinamento

Segundo o coordenador da Lei Seca, os agentes que abordaram Esther agiram conforme manda a legislação. Foi a mesma posição de uma nota da Secretaria estadual de Governo. Mas o major afirmou que houve erro ao não avaliar o caso como uma abordagem especial.

— Nossos agentes fizeram uma avaliação errada. O caso era especial e precisava de uma avaliação especial e medidas específicas — assumiu o major.

O coordenador acredita que o país ainda não está preparado para lidar com esse tipo de caso.

— A sociedade ainda engatinha com relação aos deficientes — afirmou.

De acordo com o major, os agentes da Lei Seca passarão por um novo treinamento, para evitar erros durante abordagens de pessoas com deficiência. Ele fez questão de ressaltar que os agentes da Lei Seca têm como objetivo constranger os motoristas e, por isso, decidiu pedir desculpas pessoalmente a Esther:

— Queremos salvar vidas, mas também erramos.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/coordenador-da-lei-seca-assume-erro-de-agentes-em-multa-deficiente-4612326.html#ixzz1rnH41Rlz

SÍNDROME DE DOWN - Entrevistas

Estilo e Saúde recebe casal de noivos com Síndrome de Down

O programa desta terça-feira (10) contou a história de vida de um homem e uma mulher com Síndrome de Down e apontou as principais dificuldades para incluir essas pessoas na sociedade e no mercado de trabalho.

Amanda Françozo conversa com Leonilda Pereira da Silva Freitas, que é mãe do Murilo, portador da doença. Já a geneticista da APAE de São Paulo, Fabíola Paoli Monteiro, tira algumas dúvidas sobre a síndrome e quais são as causas do problema.

GOOD MORNING SÃO PAULO MIXTUREBA

Você já viu uma rádio no teatro? Durante boa parte do século passado, o rádio brasileiro foi transmitido direto dos grandes teatros do país. Mesmo sem voltar no tempo, a companhia “Oficina dos Menestréis” apresenta o espetáculo “Good Morning São Paulo Muxtureba”, a partir deste fim de semana, no teatro Dias Gomes, na Capital paulista.

A rádio fictícia “ZY Bem Bom” tem dois locutores que acordam os moradores da maior metrópole brasileira, com muita irreverência e contam pequenas histórias inusitadas. Segundo a produção do espetáculo, quem for assistir à peça vai se divertir com muita música e dança no palco. As músicas da peça são executadas pela banda “Exculaxo”.

Quem já acompanha há alguns anos o espetáculo “Noturno Cadeirantes”, também da companhia “Oficina dos Menestréis”, terá uma novidade nesta peça. Além de atores cadeirantes, o “Good Morning São Paulo Mixtureba” conta com atores com deficiência visual. Eles compõem o grupo “Menestréis Mix”.

Outra novidade é a estreia da atriz Tabata Contri, que faz o “Noturno Cadeirantes”, como assistente de direção e cenografia.Segundo ela, os ensaios começaram em setembro do ano passado e confessa: “É muito louco estar do outro lado”.

O espetáculo não tem previsão de sair em turnê, entretanto, se alguma empresa estiver interessada em patrocinar uma apresentação, pode entrar em contato com o setor de projetos sociais da “Oficina dos Menestréis” pelo e-mail: vendas@oficinadosmenestreis.com.br (Evelyn).

Serviço

Good Morning São Paulo Mixtureba
Data: Todos os sábados (21h) e domingos (20h) de abril
Nos dias 22 e 28, o espetáculo terá interpretação em Libras

Local: Teatro Fias Gomes – Rua Domingos de Moraes, 348
Preço: Bilheteria R$50,00 (inteira) R$ 25,00 (meia)
Preço promocional com o elenco da peça: R$ 20,00

Sobre

Em 2003, após um curso de teatro da Oficina dos Menestréis, Deto Montenegro  juntou uma galera cadeirante e no final de um curso tinham montado o NOTURNO Cadeirantes.

   Essa versão do musical de Oswaldo Montenegro tem sido sucesso de público. Já realizamos 31 apresentações, sendo cinco delas na versão que apelidamos de Noturno  MIX, pois reúne o elenco do NOTURNO Andante com o elenco do NOTURNO Cadeirantes.

  Deto Montenegro decidiu, então, dar continuidade ao projeto e montar com a galera cadeirante e mais alunos da turma de deficientes visuais uma versão do musical Good Morning São Paulo, que apelidamos de Mixtureba. O elenco do Good Morning São Paulo Mixtureba é composto pelos cadeirantes do NOTURNO, pelos deficientes visuais e ainda pelos atores da Companhia da Oficina dos Menestreis.

  A peça é uma grande festa e tem como tema a alegria. Dois locutores anômalos apresentam  atrações de uma rádio muuuuuuuuito louca com anunciantes pirados. Tudo permeado por hilárias cenas de humor e coreografias com uma galera muito bonita, animada e cheia de talento.

   Quem já viu e curtiu o NOTURNO Cadeirantes vai gostar ainda mais do Good Morning São Paulo Mixtureba. Vá nos assistir preparado pra se mijar de tanto rir.

   Veja algumas fotos desse musical aqui.

Fonte: http://menestreis.campogeral.com.br/good2004.htm

 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

DENGUE - FAÇA SUA PARTE

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GUARDA RESPONSÁVEL - COMPROMISSO COM A VIDA

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DROGAS - ALCOOLISMO

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CUIDADO COM AS ENCHENTES - SAÚDE

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PALESTRA EDUCAÇÃO CONDUTIVA COM AMOR - FLORIANÓPOLIS

Palestra Gratuita

Educação Condutiva Com Amor

Reserve a sua vaga!

Em Florianópolis, dia 20 de abril, sexta-feira

A Educação Condutiva é um método único de reabilitação educacional. Baseada na teoria da plasticidade neuronal: o sistema nervoso central tem a capacidade de formar novas conexões neuronais, apesar de danos neurológicos já ocorridos, através de métodos apropriados.

 

O médico Andras Peto, criador da Educação Condutiva, afirma que o restabelecimento do processo de aprendizagem interrompido não é possível sem a participação ativa do indivíduo. A Educação Condutiva é uma atividade ativa, criativa, intencional, funcional e estimula a intenção do indivíduo. 

Venha conhecer um pouco mais a Educação Condutiva, uma nova forma de educação para crianças e adultos com paralisia cerebral e outras disfunções motoras, e que há seis anos possui um centro de atendimento em Florianópolis.

Programação

O evento inicia com uma observação prática, das 14:30h até as 16h. Em seguida será a apresentação da parte teórica pela condutora húngara Anna Szabó, finalizando as 17:30h.

Local

Será na sexta-feira dia 20 de abril as 14:30h, na sala Com Amor.

Rod. SC-401, 14058. Fpolis-SC
Inscreva-se já!
Inscrições pelo e-mail: 
educacaocondutiva@gmail.com 

 
 
   

Mais informações 48 9167-6105
educacaocondutiva@gmail.com

terça-feira, 27 de março de 2012

II CAMINHADA EM GUARULHOS EM COMEMORAÇÃO AO "DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO"

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É com grande alegria que convidamos a todos  para participarem da nossa II CAMINHADA  EM GUARULHOS, EM COMEMORAÇÃO AO "DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO", que acontecerá no dia 01/04/2012 as 14:00 hs, com concentração  embaixo da Ponte Estaida (Jardim) , passando pela Av. Paulo Faccini e término na Tenda do Bosque Maia.

Contamos com a presença de todos, e pedimos que nos ajudem a divulgar para seus amigos e familiares, seguem em anexo o material para divulgação.

Essa caminhada é muito importante, precisamos levar muitas pessoas, para que possamos no próximo ano ter argumentos para colocá-la no calendário oficial da Cidade de Guarulhos.

PARTICIPEM E TRAGA SUA FAMILIA, ABRACE ESSA CAUSA !!!

terça-feira, 20 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA SINDROME DE DOWN

O Dia Internacional da Síndrome de Down foi proposto pela Down Syndrome International como o dia 21 de Março, porque esta data se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do 21. A primeira comemoração da data foi em 2006.

No Brasil, houve muita repercussão na mídia desta data em 2007, pela presença do jogador de futebol Romário e da novela Páginas da Vida.

A Cor eletrônica (321000) foi proposta por Gaston Schwabacher. Também fazendo alusão à trissomia do 21.

Dia Mundial da Síndrome de Down terá palestra e gincana em São Paulo

Evento da Abadis acontece às 10h desta quarta-feira (21), na zona norte

No Dia Internacional da Síndrome de Down, a Abadis (Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social) apresentará nesta quarta-feira (21) uma palestra às 10h, na avenida Morvan Dias de Figueiredo, 2.801, na Vila Guilherme, em São Paulo, para falar sobre a interação entre crianças com down e as que não possuem a síndrome.

Além da palestra, haverá também gincana para as crianças. A intenção do evento, que é aberto ao público, é aproximar as duas realidades que não são destintas.

Dados recentes estimam que no Brasil existam 300 mil pessoas com Down, sendo que 30 mil em São Paulo. 
Nesta quarta-feira (21), pela primeira vez, a data será comemorada em 193 países do mundo. A data foi reconhecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) e crianças brasileiras irão contar um pouco mais sobre a realidade de quem tem a síndrome durante um evento que acontecerá na sede da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/noticias/dia-mundial-da-sindrome-de-down-tera-palestras-e-gincanas-em-sp-20120320.html

Síndrome de Down: novo site orienta famílias
Endereço eletrônico será lançado nesta quarta-feira, dia internacional de Conscientização sobre o problema que afeta um bebê a cada 800 partos

Rio -  Na próxima quarta-feira, é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down no Brasil e em mais 40 países. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a cada 800 partos nasce uma criança com a síndrome. Apesar do alto índice, quem precisa de informações sobre essa condição ainda enfrenta grandes dificuldades.
Por isso, é nessa data que será lançado o novo site Movimento Down (www.movimentodown.org.br). O projeto começou a ser desenvolvido há oito meses pela advogada Maria Antônia Goulart, 36 anos, mãe da pequena Beatriz, de 1 ano e meio.

Foto: Divulgação

A advogada Maria Antônia só descobriu na hora do parto que Beatriz, hoje com 1 ano e meio, tinha a síndrome | Foto: Divulgação

“Só soube que minha filha tinha síndrome de Down no momento do parto. Foi um choque. Não sabia muito sobre a doença e comecei a correr atrás de informações. Foi então que percebi a dificuldade que as famílias que vivem sob essa condição enfrentam”, relatou Maria Antônia.

Explicações detalhadas sobre os cuidados necessários com a criança, desde o seu nascimento, estão dispostas através de uma linha do tempo, dividida por faixa etária. O internauta terá a chance de controlar os marcos de desenvolvimento de cada idade, assim como encontrar serviços públicos e privados relacionados por região.

Segundo Maria Antônia, uma das principais preocupações do novo portal é deixar as informações acessíveis não só para os familiares, mas também para quem tem Síndrome de Down. “Esse indíviduo tem déficit cognitivo, o que não significa que seja incapaz, desde que as limitações sejam respeitadas. Isso significa que as informações precisam ser objetivas. Usamos muitas imagens e uma linguagem muito clara. Quanto mais uma pessoa sabe da própria condição, mais ela pode se cuidar para melhorar a qualidade de vida”, explica a advogada.

Formação de profissionais especializados
As atividades do Movimento Down não ficarão restritas à Internet. Um curso na comunidade da Maré servirá como piloto para o início de um mapeamento inédito da Síndrome de Down. Também está sendo criada uma brinquedoteca, em conjunto com o Curso de Terapia Ocupacional da UFRJ, onde serão formados profissionais de terapia ocupacional e desenvolvidos brinquedos para auxiliar no desenvolvimento de crianças.
A Síndrome de Down é distúrbio genético causado por má-formação do embrião. Quem é Down sofre déficit de cognição, tem musculatura mais frágil e maior risco de doenças do coração.

Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/s%C3%ADndrome-de-down-novo-site-orienta-fam%C3%ADlias-1.421118

Em cima da Hora

19-03-2012 - 10h:12

Sobre Todas as Coisas discute síndrome de Down

O Sobre Todas as Coisas discute a síndrome de Down, em referência ao Dia Internacional da Síndrome, celebrado no próximo dia 21. O objetivo é abrir espaço para relatos de experiências e conscientizar a população sobre essa questão. Ainda vão ser discutidos o papel e a capacitação dos profissionais que lidam com pessoas com a síndrome. O programa vai ao ar às 20 horas de hoje. O Sobre Todas As Coisas é veiculado ao vivo pela Televisão Brasil Central, canal 13 na rede aberta de televisão. Internautas participam pelo e-mail sobretodasascoisastv@hotmail.com; twitter, @sobretodas.

Fonte: http://www.folhadenoticias.com.br/cimahora/index.php?noticia_id=10979

Fundação Síndrome de Down promove a palestra “Atenção Precoce: a família como foco de intervenção”

Evento comemora Dia Internacional da Síndrome de Down. Na oportunidade também será lançado o livro ‘Síndrome de Down  A-Z’

Para comemorar o dia 21 de março, dedicado ao Dia Internacional da Síndrome de Down, a Fundação Síndrome de Down, promove uma campanha exibindo outdoors em Campinas e no sábado, 24 de março, a partir das 8h30, haverá um café da manhã com o lançamento do livro ‘Síndrome de Down  A-Z’, traduzido em parceria com a Fundació Catalana, da Espanha e será realizada a palestra “Atenção Precoce: a família como foco de intervenção”, ministrada pela professora doutora Maria Augusta Bolsanello, da Universidade Federal do Paraná.

Os interessados em participar devem se inscrever pelo endereço eletrônico recepcao@fsdown.org.br as inscrições são gratuitas limitadas a quantidade de lugares. O livro poderá ser adquirido por R$55,00.

Saiba mais sobre a Síndrome de Down em nosso blog clique no link:

http://apoiosocialbrasil.blogspot.com.br/search/label/S%C3%ADndrome%20de%20Down

quarta-feira, 14 de março de 2012

INCLUSÃO - REALIDADE OU UTOPIA?

Repasso este texto que recebi por email – desconheço a fonte.

Hoje (11/03/2012) saiu um artigo meu sobre Inclusão de Pessoas com Deficiência na Folha de São Paulo no Caderno de Empregos com o título "Uma reflexão sobre a inclusão de Pessoas com Deficiência: realidade ou utopia".

O objetivo do artigo é refletir sobre o cenário da Inclusão no Brasil e convidá-lo para participar de um evento sobre o tema. Mais informações sobre o evento no final deste post. Disponibilizo seu conteúdo aqui. Leiam, reflitam e comentem:

Uma reflexão sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência: Realidade ou utopia?
Quando o tema sobre Inclusão de Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho vem à tona, algumas questões são comumente levantadas, por exemplo: a dificuldade que as empresas têm em encontrar um profissional qualificado e a alta rotatividade.

Segundo o IBGE, o Censo de 2010 demonstrou que o Brasil tem uma população de 190 milhões de habitantes, destes, 23,9% (45 milhões) com alguma deficiência e 60% em idade economicamente ativa. Excluindo destes números aqueles já contratados chegamos à cifra de 8 milhões de pessoas com deficiência que buscam uma recolocação profissional, um número elevado de pessoas á disposição.

Então, por que é tão difícil encontrá-las? A questão não é onde encontrá-las, mas, quem as empresas buscam, pois, em boa parte das organizações a prioridade é contratar pessoas com deficiência ditas “leves” restringindo o recrutamento a um pequeno grupo.

Uma pesquisa do Instituto Ethos, nas 500 maiores empresas do país, revela que uma das maiores queixas é a baixa qualificação. Considerando que o tema inclusão vem sendo debatido mais fortemente nos últimos 20 anos e as dificuldades impostas pelo deslocamento, superproteção familiar, entre outras, é natural que haja uma defasagem de qualificação, porém, isto não pode ser usado como justificativa. A solução é as empresas assumirem esta qualificação, assim como fariam para um profissional sem deficiência cientificamente definida.

Por último, tem a questão da alta rotatividade. Segundo relatos, a Pessoa com Deficiência muda de empresa se o salário for pouco maior. Posso afirmar que este não é o ponto central.

Como a inclusão ainda não é cultural, muitas empresas atuam simplesmente para cumprir a Lei e evitar a multa e invertem o processo de inclusão. Contratam e a preparação do ambiente, posto de trabalho, gestores e colegas de trabalho, quando acontece, é realizada após a contratação. O que implicará diretamente na rotatividade destes colaboradores.

Para diminuir a rotatividade é necessário a implantação de ações de retenção de talentos ou como prefiro chamar “conquista de talentos”. Criar um Programa de Inclusão e implementar antecipadamente a acessibilidade em todos os seus níveis: arquitetura, posto de trabalho, recursos de comunicação, relacionamento , métodos e instrumentais. Informar, sensibilizar e preparar os gestores e colegas para receber as pessoas com deficiência, de forma a enxergarem a pessoa e não a deficiência, além de acompanhar o andamento do programa.

Quando ações de retenção não são tomadas, R$100,00 não fará diferença, pois, a dignidade e o respeito são fatores muito mais relevantes do que o financeiro.

Tais ações são perfeitamente possíveis de serem aplicadas. A prova são algumas empresas que já perceberão o valor agregado de implementar programas de inclusão reais e consistentes.

É o caso da Drogaria São Paulo que através da Fabiana Bertuzzi, responsável pela área de inclusão, apresentará no GPD – Grupo de Gestão de Pessoas com Deficiência da AAPSA, o Case de Inclusão e é este convite que faço a você leitor. Para participar deste excelente evento e trocar experiências que serão riquíssimas para seu dia a dia e para a inclusão como um todo.

EVENTO AAPSA - GPD (Gestão de Pessoas com Deficiência)
Dia 15 de março de 2012 das 13h30 às 17h00
Local: Faculdade Impacta de Tecnologia
Rua Arabé, 71 - Vila Clementino
Associados AAPSA - Gratuito
Não associados - R$ 50,00

Inscrições: http://www.aapsa.com.br/eventos/gpd-palestra-inclusao/

Outra fonte sobre o assunto: http://www.simposioestadopoliticas.ufu.br/imagens/anais/pdf/BP07.pdf

 

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