quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 03/12/2009


A 37ª Sessão Plenária Especial sobre Deficiência da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, realizada em 14 de outubro de 1992, em comemoração ao término da Década, adotou o dia 3 de dezembro como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, por meio da resolução A/RES/47/3. Com este ato, a Assembléia considera que ainda falta muito para se resolver os problemas dos deficientes, que não pode ser deixado de lado pelas Nações Unidas.

A data escolhida coincide com o dia da adoção do Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência pela Assembléia Geral da ONU, em 1982. As entidades mundiais da área esperam que com a criação do Dia Internacional todos os países passem a comemorar a data, gerando conscientização, compromisso e ações que transformem a situação dos deficientes no mundo. O sucesso da iniciativa vai depender diretamente do envolvimento da comunidade de portadores de deficiência que devem estabelecer estratégias para manter o tema em evidência.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PROGRAMA DE COMPUTADOR AJUDA TETRAPLÉGICOS A ACESSAR A INTERNET



Câmera instalada na cabeça move o cursor na tela.

Programa pode ser baixado de graça na web.

Do G1, com informações do Jornal Nacional

Um programa de computador desenvolvido por uma universidade da Espanha pode dar mais independência às pessoas tetraplégicas. Elas conseguem acessar a internet sem a ajuda de ninguém graças ao programa desenvolvido para as pessoas que não movimentam os braços. Baixe agora o software.

Antes de ficar tetraplégica, a estudante Talita Abreu vivia na internet. Depois, só com ajuda para clicar, digitar. Agora, isso acabou. "Posso mexer sozinha agora, dá pra fazer tudo, estudar, conversar com amigos, distrair", diz a estudante.

O programa é simples e está disponível de graça na internet. Precisa apenas instalar uma câmera no computador. Primeiro, ela reconhece o movimento da cabeça e move o cursor na tela. O clique é feito com os olhos. Um teclado virtual escreve textos, endereços eletrônicos e a abre a porta da rede mundial de computadores para pessoas com essa limitação.

"A partir daí podemos ver o potencial do paciente e executar o principal da reabilização, que é reincluí-lo socialmente", explica Marcelo Ares, gerente de reabilitação da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). "Ganhar essa auto-estima e a possibilidade de poder executar uma função é fundamental."

Uma ferramenta como essa faz mais do que devolver a auto-estima e a independência. Imagine-se na frente de um computador, mas sem poder usar o mouse ou o teclado. Para muita gente, esse mundo - e tudo o que ele traz de bom para o nosso mundo real - ficou mais acessível.

É o caso do estudante de jornalismo Eduardo George. Ele sempre usou uma vareta para acessar o computador. Nessa tela, descobriu a vocação, estudou para o vestibular de Jornalismo e já se prepara para uma carreira. Bastou experimentar o novo programa para ele perceber que pode chegar lá. E com mais rapidez. "Vai ficar mais rápido", comemora.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

ALUNOS DA USCS ABORDAM TRANSTORNO MENTAL NAS TELAS



Está disponível para consulta na biblioteca da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) – campus 1 – av. Goiás, 3.400 – São Caetano do Sul, o vídeo-documentário “Além da Loucura”, produzido pelas alunas do último ano de jornalismo da instituição Alessandra Nogueira, Amanda Nero, Fernanda Yamundo, Millena Rodrigues e Patrícia Rodrigues.

O documentário – agraciado na última semana com nota 10 pela banca examinadora – mostra como portadores de transtorno mental são muitas vezes considerados pela sociedade como pessoas que não podem fazer parte do convívio social. O vídeo mostra diferentes diagnósticos do transtorno, como esquizofrenia e bipolar.

Mostrar à sociedade que estas pessoas podem - sim - ser inclusas na sociedade foi a proposta das alunas da USCS que, para tanto, pesquisaram o tema por dois anos, tendo ido a várias instituições que abrigam portadores de transtorno mental. Entre os locais visitados estão o Instituto Espírita Américo Bairral (Itapira-SP), Centro de Recuperação Camille Flamarion (Mauá-SP), Associação Loucos Pela Vida (Mogi das Cruzes-SP) e o Complexo Hospitalar do Juqueri (SP).

Nos seus 20 minutos de duração, o filme leva ao espectador histórias de vida contadas por portadores e familiares de quem possui o transtorno, abordando a visão que a sociedade tem em relação a essas pessoas que são ditas como “perigosas”, sem pensar que, por trás do transtorno mental, eles têm uma vida “normal”, mas há sofrimento e carência.

Contato com os autores:
e-mail: mil_lena1000@yahoo.com.br

Fonte: http://www.informesaude.com.br/component/joomrss/?height=500&width=100%25&task=viewid&id=4510

CASAS DE PACIENTES COM DOENÇAS NEUROLÓGICAS PRECISAM DE DESIGN ESPECIAL



Publicação norte-americana alerta para a necessidade de adaptações em nome da segurança e do conforto. Degenerativos, os males comprometem funções motoras e musculares dos doentes

Paloma Oliveto

Publicação: 24/11/2009 09:12 Atualização: 24/11/2009 10:05

Quando um paciente recebe o diagnóstico de alguma doença neurológica, as primeiras preocupações são com remédios e tratamentos. Poucos se lembram que, além da alteração da rotina — que certamente vai incluir mais consultas médicas —, é preciso mudar, também, a casa. Devido às consequências dos diversos males incluídos nessa categoria, como Alzheimer, Parkinson e distonia, que provocam a degeneração gradual dos neurônios, há comprometimento das funções motoras e musculares, além da possibilidade de demência. Com isso, a composição dos ambientes precisa de adaptação. “Tem sido minha experiência, não só nos Estados Unidos, mas internacionalmente, que a arquitetura não entendeu ainda completamente a relevância de um design especial para famílias de pessoas com problemas neurológicos”, disse ao Correio o professor da University of Virgina Nathan Zasler.

Especializado em neuroreabilitação, Zasler foi convidado pela revista especializada NeuroRehabilitation para coordenar uma edição extra da publicação, voltada apenas para o design de lares de pacientes neurológicos. Por causa da importância do tema, a editora IOS Press disponibilizou o download gratuito da revista (em inglês), que pode ser feito no endereço http://iospress.metapress.com/content/w73627vu76q2/?p=feba6288943942a982f6a0a2e0082e61π=0.

“Embora a capacidade individual dos pacientes não mude como resultado do design, as habilidades deles, sim. Ao redefinir o ambiente e selecionar diferentes produtos, a qualidade de vida pode aumentar”, defende a arquiteta Sharon Joines, do Departamento de Desenho Industrial da North Carolina State University, uma das autoras dos artigos publicados pela revista. Ela lembra que pacientes com distúrbios neurológicos costumam ter complicações com mobilidade, memória e atividades motoras, entre outras, e essas mudanças afetam coisas simples do cotidiano, como tomar banho, cozinhar e se vestir. “Isso pode aumentar o estresse não apenas do paciente, mas de toda a família”, afirmou ao Correio.

Por isso, ela defende que a arquitetura seja baseada no princípio do design universal, conceito criado no Estados Unidos e também chamado design total na Europa. A filosofia é que o uso do espaço deve contemplar todos, independentemente de serem sadios ou terem alguma deficiência, levando sempre em consideração o conforto e a facilidade de manipulação — no caso de móveis e objetos — por parte dos moradores. De acordo com Sharon Joines, o design universal evita estigmas e preconceitos, já que não se trata de uma adaptação para pessoas com deficiência, mas uma forma de fazer com que elas e qualquer outro morador ou visitante se sintam à vontade e confortáveis. Ou seja, a casa não vai lembrar um hospital ou centro de fisioterapia, mas parecerá um local funcional e agradável.

Como exemplo, a arquiteta cita as portas de abertura automática. Elas não são exclusivas para deficientes, mas os beneficiam, ao mesmo tempo em que também são funcionais para quem não usa cadeiras de rodas nem tem problemas motores. Outra adaptação simples é o uso de dispenser automático para a liberação de sabonete líquido, já usado amplamente em espaços públicos, como shopping centers.

Atenção
Especializados em arquitetura e gerontologia na University of Southern California, Victor Regnier e Alexis Denton escreveram um artigo para a revista, especificando quais os locais da casa precisam receber atenção especial (veja infografia). Para eles, trata-se também de promover mais qualidade de vida, além de evitar acidentes como quedas e incêndios. “Cinco temas parecem resumir as principais áreas de pesquisa, especialmente quando a pessoa está afetada psíquica e cognitivamente. Eles dizem respeito à capacidade funcional, bem-estar emocional, orientação, segurança e estimulação sensorial”, afirmam os especialistas no artigo.

Regnier e Denton defendem que o design interior precisa ser arquitetado cuidadosamente, de forma que seja estético e antropométrico ao mesmo tempo. “O nível de iluminação necessita ser mais forte, os móveis precisam ter descanso para os braços e as cadeiras da sala de jantar precisam de rodinhas, caso sejam pesadas”, ensinam. De acordo com os especialistas, os arquitetos devem dar atenção especial às cores. “Muito ou pouca pode ser incômodo, mas o balanço correto pode fazer o espaço parecer convidativo e confortável”, dizem.

Eles lembram que pessoas com problemas neurológicos frequentemente sofrem com tremores ou falhas no aparelho motor, e acabam caindo no chão. Por isso, é importante instalar carpetes, que absorvem o impacto da queda, e pisos feitos de material especial, de forma que protejam os ossos.

Tecnologia
O professor Tony Gentry, do Departamento de Terapia Ocupacional da Virginia Commonwealth University, diz que hoje a tecnologia ajuda bastante pessoas com problemas neurológicos, pois, além de tornar o ambiente mais funcional, contribui para a autossuficiência dos moradores. Por outro lado, é uma grande aliada da segurança. Ele explica que o tema “casa inteligente” foi cunhado na década de 1990, quando Bill Gates, o fundador da Microsoft, construiu seu próprio computador para controlar a “casa do futuro”, com sistemas de monitoramento automático para ajustar iluminação e temperatura, entre outras coisas. “Muito foi feito no sentido de a casa parecer se adaptar aos seus ocupantes, com luzes e sons que ‘magicamente’ eram acionados quando as pessoas mudavam-se de ambiente. Mas a tecnologia usada para desenhar as casas inteligentes já existia havia pelo menos 40 anos, de forma a ajudar pessoas com deficiência”, contou ao Correio.

Entre os benefícios das casas inteligentes, Gentry destaca os interruptores de luz automáticos, alarmes que detectam fumaça, alimentadores automáticos para animais, caixas de remédios com alarme e fornos que ligam sozinhos. O especialista lembra, contudo, que a maioria desses produtos ainda são caros e pouca gente dá atenção a eles. “Por exemplo, pesquisas mostram que o uso de caixas de pílulas que emitem alarmes quando está na hora de tomar o remédio aumentam a adesão ao medicamento (muitos esquecem de tomá-los). Cinquenta por cento dos idosos usam algum tipo de porta-remédios, mas apenas 2% aderiram aos que têm alarmes”, diz.

clique na imagem para ampliar
 

Fonte: http://www.informesaude.com.br/component/joomrss/?height=500&width=100%25&task=viewid&id=4174

terça-feira, 24 de novembro de 2009

CONCEITO SOBRE A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA DEFICIENTE



O presente trabalho objetivou verificar os indicativos sobre o conceito de educação da criança deficiente na faixa etária de 3 a 6 anos, junto a professores de educação infantil, que quanto à prática educativa atual, diferem em relação à presença de alunos com deficiências em seus ambientes de trabalho. 

Para consecução do objetivo proposto foram aplicados um protocolo de informações pessoais e profissionais e um questionário, com questões abertas e fechadas, junto a 70 professores: 35 que trabalham com crianças nesta faixa etária, em classes regulares sem a inserção de crianças deficientes na escola; 31 responsáveis por classes regulares com crianças deficientes inseridas e 4 que lecionam em escolas especiais. Os resultados foram analisados através de estatística descritiva e análise de conteúdo e revelaram que os professores acreditam que a aprendizagem sofre maior interferência na criança deficiente mental, e menor, na deficiente física.

Para eles, os fatores que dificultam a educação da criança deficiente incluíram aqueles inerentes ao indivíduo deficiente, à pessoa do professor e à estrutura escolar atual, sendo estes os mais destacados. Não foram observadas diferenças significativas nas respostas dos diferentes grupos de professores. 

Pode-se concluir que para que haja real inclusão da criança deficiente na rede regular de ensino, há que se propiciar condições de mudança estrutural na rede educacional, ou seja, possibilitar formação que contemple conteúdos referentes às deficiências e às diferenças individuais, formas de adaptação e adequação do material pedagógico, adaptação do espaço físico, além de apoio técnico específico.


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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

VIU COMO É DURO VIVER NO ESCURO?




Cerca de dois dias depois do apagão recebi este cartaz da fundação Dorina Nowill.

Quem sentiu na pele a falta de energia elétrica que ocorreu em 18 estados do nosso Brasil deve fazer uma reflexão sobre como é duro viver no escuro.

O grande caos que se tornaram as principais cidades, ainda mais ao cair da noite, nos deixa uma mensagem delicada, não sabemos nos portar diante de situações adversas.

Precisamos abrir os olhos da mente e aprender e entender as dificuldades de muitas pessoas, a luz voltou enfim porem, para alguns tudo estava como sempre foi, e continua sendo...
Pense nisso!
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A POLÍCIA E A CONTRAMÃO DO FUTURO PAT (PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO TRÁFICO)



(*Archimedes Marques)

“Os políticos e as fraldas devem ser mudados freqüentemente e pela mesma razão.” (Eça de Queiroz)
O Brasil vive momentos de recrudescimento da violência. O crime organizado anda arraigado com seus tentáculos espremendo o país como um polvo monstruoso e gigantesco para as suas presas. O tráfico tomou conta dos morros, das favelas, das invasões, das periferias. As facções criminosas nascidas e crescidas nas metrópoles brasileiras formaram os seus poderes paralelos e já desovam nas principais cidades da nação como verdadeiras criações maléficas para a nossa sociedade.
O tráfico de drogas é sem sombras de dúvidas a raiz central de diversos crimes outros conseqüentes ou interligados, tais como: seqüestros, latrocínios, homicídios, torturas, lesões corporais, roubos e furtos. O grande traficante que faz parte do crime organizado abastece o pequeno traficante que por sua vez, repassa as drogas para os usuários. Tais fatos, por si só já comprovam a estreita ligação entre tais criminosos que visam tão somente o enriquecimento ilícito em detrimento do malefício e da corrente de crimes para milhares de vítimas.
O crime organizado que gera os poderes paralelos através do trafico funciona como uma forte rede criminosa e com seus tentáculos alcança funcionários públicos corruptos para os seus propósitos. A organização também possui um organograma imaginário coma as suas diversas divisões e chefias até chegar ao objetivo comum da suposta empresa que é o público consumidor, o pobre do usuário de drogas que é capaz de matar e morrer para sustentar o seu vício.(...)
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TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS



CONVITE PARA O EVENTO “Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiências”, no WTC do Convention Center, em São Paulo

Prezado Sr.

É com prazer que o convidamos para o Evento que a Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência promoverá no WTC – Convention Center, nos dias 8, 9 e 10 de dezembro, (site: www.simparatodos.com.br).

O assunto principal do evento será “Como é possível melhorar a qualidade de vida dos Deficientes”, considerando os impressionantes dados atuais: 

1) O Brasil é um país com 26 milhões de deficientes, 14% de sua população.

2) Considerando que, em média, em cada família com deficiente, três parentes são mais chegados a ele, reconhecemos mais 78 milhões de brasileiros envolvidos nesse problema. Conclusão: o total das pessoas atingidas, direta ou indiretamente, por casos de deficiência, é superior a metade da população do nosso país.

O assunto é tão sério e importante que o atual governador de São Paulo, José Serra, criou uma “Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiências” e nomeou a Profª. Dra. Linamara Rizzo Battistella como sua Secretária.

Para apoiar o movimento em favor dos deficientes, em todo o Estado de São Paulo, a Secretaria lançara, em dezembro, um livro de auto ajuda, com a participação de 28 especialistas da USP, sobre os tipos mais graves de deficiência, os tratamentos mais adequados, os aparelhos recomendados e o comportamento de membros da família como cuidadores.

O livro será acompanhado de um CD, no esquema “audiobook”, com todos os temas da obra. O título será o mesmo do evento: A Secretaria enviará exemplares do livro para 670 prefeitos, a fim de orientá-los, principalmente, num capítulo muito importante: melhorar a arquitetura dos passeios públicos e dos edifícios freqüentados pelos deficientes, desde uma secretaria da prefeitura até o entretenimento em cinema, teatro, locais de eventos, festas e no comércio em geral.

O QUE NÓS PODEMOS FAZER PARA AJUDAR A REALIZAR O OBJETIVO DA SECRETARIA E APOIAR O MOVIMENTO EM FAVOR DOS DEFICIENTES?

A fim de esclarecer a Sociedade e difundir os conhecimentos dos 28 especialistas participantes do livro, lhe oferecemos a oportunidade de adquirir, a um preço muito especial, uma determinada quantidade personalizada de exemplares do livro, numa edição especial, em primeira mão, para distribuição através de seus mailings de clientes e para entrega a seus funcionários

Temos a certeza que, em troca de um pequeno valor, você e sua empresa estarão efetuando uma ação e uma ajuda muito forte, em benefício dos deficientes e de suas famílias.

Aguardamos seu contato por email ou telefone, confirmando sua participação e seu apoio, a fim de acertarmos a quantidade de exemplares desejada, a personalização de sua empresa, nesse reparte, e o sistema de entrega a você.


Um abraço,


Roberto Marques
roberto@bancodeideias.com
Expert Editora – Banco de Ideias
(11) 3129-7200
Coordenação do Projeto Editorial da Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiências
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UMA PERFORMANCE DE SUPERAÇÃO



JOVEM COM PARALISIA CEREBRAL CONSEGUE AUTORIZAÇÃO PARA FAZER ENEM



13/11/2009 - 19h26



Jovem com paralisia cerebral consegue autorização para fazer Enem


Um jovem de 17 anos que sofre de paralisia cerebral conseguiu autorização do Ministério da Educação para fazer o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) com a ajuda de um computador adaptado.

Guilherme Finotti, que, embora não teve suas capacidades cognitivas afetadas, não pode se movimentar com normalidade devido a uma lesão cerebral, conseguiu seu objetivo de poder fazer o Enem depois de mais de seis meses de insistência.


A mãe de Guilherme, Eunice Marili, explicou que a intenção do jovem é obter uma bolsa de estudos para se beneficiar do ProUni (Programa Universidade para Todos), para cursar informática em uma universidade particular.


"Sem o Enem, não teria possibilidade de fazer o curso. A mensalidade custa mais de R$ 1.000, quase o que ganha meu marido que é manobrista", disse a mãe.

Eunice relatou que sua luta para conseguir a autorização do uso de um equipamento adaptado começou em maio e que, embora tenha chegado a receber respostas negativas, não desistiu.

"Fui atrás da imprensa, consegui o contato de um deputado que tentou me ajudar, mas até então não tinha resposta oficial do Ministério", disse.

No entanto, na noite de quinta-feira uma ligação de Brasília confirmou a autorização para que o jovem use um equipamento adaptado a suas necessidades para fazer a prova.

"Em um primeiro momento, quando atendi o telefone, fiquei extasiada. Pensei: será verdade? Foi tanta luta que demorei para acreditar".
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PORTAL DOMÍNIO PÚBLICO



O "Portal Domínio Público", lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores - Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.

Este portal constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.

Desta forma, também pretende contribuir para o desenvolvimento da educação e da cultura, assim como, possa aprimorar a construção da consciência social, da cidadania e da democracia no Brasil.

Adicionalmente, o "Portal Domínio Público", ao disponibilizar informações e conhecimentos de forma livre e gratuita, busca incentivar o aprendizado, a inovação e a cooperação entre os geradores de conteúdo e seus usuários, ao mesmo tempo em que também pretende induzir uma ampla discussão sobre as legislações relacionadas aos direitos autorais - de modo que a "preservação de certos direitos incentive outros usos" -, e haja uma adequação aos novos paradigmas de mudança tecnológica, da produção e do uso de conhecimentos.

Acesse aqui.
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BLOG COM AUDIOBOOKS PARA BAIXAR



O Blog abaixo disponibiliza diversos livros falados para download

http://adrianoaudiobooks.blogspot.com/
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sábado, 14 de novembro de 2009

UMA REFLEXÃO SOBRE ÉTICA



Ele tinha onze anos e, cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.

A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.

O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago. Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água.


Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Eram dez da noite, faltavam apenas duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:

Você tem que devolvê-lo, filho.
Mas, papai, reclamou o menino.
Vai aparecer outro, insistiu o pai.
Não tão grande quanto este, choramingou a criança.

O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou
embarcações à vista. Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável. Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu. E, naquele momento, o menino teve certeza de que jamais veria um peixe tão grande quanto aquele.

Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.

Porém, sempre vê o mesmo peixe repetidamente todas as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e errado. Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo. Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.

Texto:
Uma Pescaria Inesquecível, de James P. Lenfestey
Do livro Histórias para Aquecer o Coração dos Pais
Editora Sextante.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

SÍNDROME DE RETT



1.    O que é Síndrome de Rett?
A Síndrome de Rett (SR) é uma desordem neurológica de causa genética recentemente descoberta, envolvendo a mutações, geralmente esporádicas, do gene conhecido como MecP2. Com incidência de um caso para cada 10.000 a 15.000 meninas nascidas vivas, a SR, a priori, afeta apenas crianças do sexo feminino que, com nascimento e desenvolvimento aparentemente normais até os seis a 18 meses, começam a partir de então, a demonstrar os sinais clínicos da condição, que evolui em quatro estágios progressivos, mas não degenerativos.

2.    Quais são os sinais clínicos?
Os sinais clínicos são: estagnação do desenvolvimento, desaceleração do crescimento do perímetro cardíaco e do ganho ponderal, hipotomia, regressão de aquisições (fala ou marcha, por exemplo) já adquiridas, alterações comportamentais (choro intenso aparentemente desmotivado e crise de irritabilidades longas, auto agressão), desvios no contato social e na comunicação, isolamento (características ditas autísticas), perda gradual do uso prático das mãos e da linguagem, aparecimento de movimentos manuais estereotipados (sinal muito característico da SR), aparecimento de crises convulsivas (em 50% - 70% dos casos), alterações respiratórias importantes (apnéia, hiperventilação, perda de fôlego, aerofagia), alterações de sono (insônia), bruxismo intenso, constipação intestinal.

3.    Se a criança (do sexo feminino) passar de 18 meses, o que acontece com ela?
A partir do dez anos de idade, aproximadamente, embora os sintomas clínicos acima descritos tendam a melhorar, há lenta deterioração motora progressiva, resultando em escoliose grave, em distúrbios disfróticos e vasomotores e em atrofia muscular. Muitas das que ainda andam, podem perder a marcha nesta etapa da vida.

Em termos cognitivos, permanecem, ao que se sabe (mas será que se sabe?!), em estágio correspondente ao desenvolvimento intelectual dos 12 aos 24 meses. A linguagem está sempre ausente.

4.    Esta doença tem cura?
A SR é condição cuja cura ainda está fora do alcance dos cientistas de todo o mundo, apesar de inúmeras pesquisas que vêm sendo realizadas para o melhor entendimento da patologia. Recomenda-se, assim, intenso processo terapêutico, em bases diárias, envolvendo, especialmente Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Musicoterapia e Estimulação Pedagógica. Acompanhamentos periódicos por Médico Neurologista, Ortopedista, Pneumologista e, a partir da adolescência, Ginecologista são imprescindíveis. Todo arsenal terapêutico disponível servirá para prorrogar ao máximo as perdas e o aparecimento do estágio seguinte da doença, estimular as possibilidades cognitivas e, evidentemente, para melhorar a qualidade de vida da portadora de SR e de sua família.

Trata-se, portanto, de condição que resulta em múltiplas deficiências e, portanto, na total dependência da pessoa por ela acometida, que deverá estar sob cuidado de familiares e/ou responsáveis vinte e quatro horas por dia.

5.    Quais são suas causas?
Segundo a Organização Mundial da Saúde, 10 % da população humana são portadores de deficiências. Uma parte importante deste número deve-se a acidentes que ocorrem na infância, na adolescência e na vida adulta.

Algumas vezes, por causa de imprudências durante a gestação, como consumo de álcool e drogas... Outras vezes, por causa de uma mau atendimento à gestante e ao parto... Poucas vezes por causa da herança familiar e casamentos consangüíneos... Mas, na maioria absoluta dos casos, por simples capricho da natureza... por mero caso... uma família pode receber em seu seio uma criança, desde o nascimento, portadora de algum tipo de deficiência: física, mental, sensorial ou múltipla.

6.    Há preconceito na sociedade?
Sim. Estas crianças, e principalmente suas famílias, precisam ser normalmente acolhidas pela comunidade.

Embora vivamos na era do “belo, perfeito e bem sucedido”, esta é uma ilusão na qual, pata nosso próprio bem, devemos nos livrar. A vida, os seus valores e os seus fins estão muito além desta ilusão! A beleza, em geral, é produzida por modismos... A perfeição, todos sabem que não existe... E o sucesso, não há dúvidas, é muito relativo!

Não ser belo, nem perfeito, nem bem sucedido não constitui um motivo suficiente para preconceitos... muito menos para piedade!

A consciência de que todos os seres humanos são em essência diferentes.. e o real amor ao próximo são elementos chave para a constituição de uma comunidade de fato evoluída... aquela  comunidade com a qual todos nós sonhamos: um lugar onde hesita a paz, harmonia, respeito mútuo... em que cada um exerça o seu papel com dignidade.

Pessoas que, por algum motivo, apresentam algum tipo de deficiência, também têm o seu papel é obrigação natural de cada um de nós. O primeiro passo, é acreditar em suas competências... ainda que obscuras aos nossos ignorantes olhos! O segundo, respeitar as limitações! O terceiro, acolhê-las com naturalidade!

Há algum órgão ou sociedade no Brasil da Síndrome de Rett?
Sim. Esta situa-se na Rua França Pinto, 1031/33, São Paulo – SP, CEP: 04160-034 e o seu telefone é (11) 5083-0292 – CNPJ: 67.182.618/0001-90. Sua denominação é ABRE-TE e tem 10 anos de fundação. Aceita-se donativos, ajuda em equipamentos de consumo (Ortopedia e Fisioterapia) e médicos, principalmente na área de Neurologia, Psicologia, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Odontologia, Nutrição, Pneumologia e estimulação Sensorial.
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DOENÇAS RARAS, MEDICAMENTOS ÓRFÃOS




Selecionamos este material que trata de duas doenças raras, Síndrome de Rett e CHARGE, que não possuem cura efetiva e, dentro deste contexto, a questão dos medicamentos órfãos que, por questões econômicas, não são fabricados pelas indústrias farmacêuticas mas caso fossem atenderiam uma necessidade de saúde pública.

Para um conhecimento rápido abaixo segue a definição das duas síndromes.


Sindrome de Rett:

A Síndrome de Rett (SR) é uma desordem neurológica de causa genética recentemente descoberta, envolvendo a mutações, geralmente esporádicas, do gene conhecido como MecP2. Com incidência de um caso para cada 10.000 a 15.000 meninas nascidas vivas, a SR, a priori, afeta apenas crianças do sexo feminino que, com nascimento e desenvolvimento aparentemente normais até os seis a 18 meses, começam a partir de então, a demonstrar os sinais clínicos da condição, que evolui em quatro estágios progressivos, mas não degenerativos. Os sinais clínicos são: estagnação do desenvolvimento, desaceleração do crescimento do perímetro cardíaco e do ganho ponderal, hipotomia, regressão de aquisições (fala ou marcha, por exemplo) já adquiridas, alterações comportamentais (choro intenso aparentemente desmotivado e crise de irritabilidades longas, auto agressão), desvios no contato social e na comunicação, isolamento (características ditas autísticas), perda gradual do uso prático das mãos e da linguagem, aparecimento de movimentos manuais estereotipados (sinal muito característico da SR), aparecimento de crises convulsivas (em 50% - 70% dos casos), alterações respiratórias importantes (apnéia, hiperventilação, perda de fôlego, aerofagia), alterações de sono (insônia), bruxismo intenso, constipação intestinal.

Síndrome de CHARGE:

É uma síndrome genética rara, com uma incidência estimada de 1/8500 a 1/12000. A designação CHARGE representa o acrónimo das características mais frequentes do síndrome, Coloboma, Heart disease, Atresia choanae, Retarded growth and development, Genital hypoplasia, and Ear abnormalities. O SC é na grande maioria dos casos de natureza esporádica. Embora as evidências sugerissem uma causa genética, a etiologia permaneceu desconhecida até recentemente quando foram identificadas mutações no gene CHD7, localizado no cromossoma 8q12, responsáveis pelo SC em dois terços da população testada. O diagnóstico pré-natal de algumas das malformações presentes no SC é possível.(coloboma ocular, cardiopatia congênita, estenose das coanas, atraso do crescimento e/ou desenvolvimento, anomalias genitais e/ou urinárias, e anomalias dos pavilhões auriculares e surdez) constitui um padrão reconhecível de malformações congênitas com uma incidência a nível mundial de 1 em cerca de 10 000 nascimentos. Trata-se de uma síndrome extremamente rara e complexa, que envolve um leque alargado de problemas médicos e físicos que diferem de criança para criança, tornando o diagnóstico ainda mais difícil. Na grande maioria das vezes não há história familiar de síndrome CHARGE ou de quaisquer outras doenças semelhantes. Os bebês com a síndrome CHARGE nascem freqüentemente com malformações congênitas, incluindo malformações cardíacas e problemas respiratórios, que lhes põem a vida em risco, passam muitos meses internados e são submetidos a muitas cirurgias e outros tratamentos. Problemas respiratórios e a engolir dificultam-lhes a vida, mesmo depois de terem alta do hospital. A maioria tem déficit auditivo e visual e problemas de equilíbrio, o que atrasa o seu desenvolvimento e a comunicação. Com o teste de ADN (chamado CHD7, que é o nome do gene que causa CHARGE) nem sempre é possível confirmar o diagnóstico da síndrome de CHARGE. Uma vez que nem todas as pessoas com CHARGE têm uma mutação genética detectável, o diagnóstico desta síndrome continua a ser feito com base nas características físicas.


A INCLUSÃO COMEÇA NO PRIMEIRO OLHAR



(Texto em Português de Portugal)

Uma das questões que se coloca aos docentes portugueses prende-se com a prática educativa em relação a crianças portadoras de deficiência no ensino regular. Muitos sentem dificuldade em abordar a questão e frequentemente querem saber: ? "O que fazer com aquele menino que tem determinada deficiência?"

Se pudesse responder de uma maneira muito simplista diria que para educar uma criança com deficiência na escola regular é necessário perceber que se trata de uma criança como qualquer outra e só depois olhar a deficiência que transporta. Esta resposta parece uma banalidade romântica e espevita até os comentários mais acérrimos dos docentes que recusam aceitar ter um olhar diferente. Mas muitos professores têm dificuldade em olhar para um aluno portador de deficiência como uma criança que aprende, cresce, sente e ri como qualquer outra, ou seja, não conseguem promover a sua educação da mesma maneira que promoveriam se essa criança não tivesse aquele diagnóstico.

Não conseguem agir como agem com as outras crianças. E afinal bastaria isso. Esta forma de ver estes cidadãos através do filtro das suas "incapacidades", leva muitos professores e responsáveis pela educação, a defenderem uma relação diferente e um ensino diferente, com técnicos diferentes, por vezes até, em sítios diferentes. Por isso, sempre que o assunto está relacionado com a educação de um aluno com deficiência, o caso passa para a esfera do tratamento, da compensação e da reabilitação, em vez de ficar na educação. A escola, neste caso, não tem problema em assumir-se como incompetente e em não valorizar aprendizagens e actividades, que para os outros alunos considera fundamentais, mas para estes passam a não ser, porque são portadores de uma deficiência.

-Um aluno dito normal pode aprender a atacar os sapatos nos balneários da aula de educação física, ou a cortar com faca no refeitório; mas a criança com deficiência necessita de uma terapeuta ocupacional num local próprio.

-A um aluno dito normal contam-se histórias, lenga-lengas, e desenvolvem-se actividades de promoção da linguagem; os outros necessitam de uma terapeuta da fala para isso.

-Qualquer aluno pode andar infeliz, deprimido na escola ou ter problemas sócio-familiares; o aluno com deficiência precisa sempre de um psicólogo, mesmo estando bem... porquê?.. porque é deficiente.

-Um aluno dito normal pode frequentar uma escola com poucos recursos; o aluno deficiente só pode estar na
escola regular se houver muitos recursos, mesmo que ninguém saiba bem que recursos seriam esses e qual a sua utilidade... apenas se sabe que terão de ser muitos... e não existem.

-Quando um aluno sem deficiência começa a ter dificuldades de leitura e escrita, o professor da turma avalia as sua competências e carências na comunicação, quando as mesmas dificuldades se manifestam num aluno portador de deficiência chama-se um especialista para fazer essa avaliação.

-Quando um aluno dito normal sente dificuldades, tem um Plano de Acompanhamento com estratégias de pedagogia diferenciada na sala de aula; o aluno com deficiência é catalogado através da CIF e tem um Currículo Alternativo ministrado individualmente e em sítio próprio.

-Um aluno dito normal não pode estar sem o seu professor e fora da turma em tempo lectivo; o aluno com deficiência pode não estar na sua turma, ou sequer na sua escola.

-Qualquer criança necessita, antes de mais, de uma educação adequada, no seu grupo, com o seu professor. É por isso, fundamental que todos os professores tomem consciência de que sabem muito mais do que aquilo que pensam e/ou dizem. É o professor da turma que tem o papel mais importante na educação destas crianças e não qualquer outro especialista ou técnico. Basta fazer aquilo que tão bem faz: ensinar todos e cada um de acordo com a sua individualidade, no âmbito das suas áreas curriculares. Reduzir o número de alunos por turma, ou promover as parcerias, são medidas mais inclusivas do que colocar técnicos especialistas.

Retirar a um aluno o direito de estar na sua turma e a ter acesso a um ensino adequado, porque é portador de uma deficiência, está muito perto de ser um acto de segregação. É preciso saber traçar uma linha entre as eventuais necessidades individuais específicas e a exclusão devida ao preconceito. Muitas vezes ambas se confundem, e, vezes de mais, o empolamento da primeira está a promover a segunda.

Por isso, quando me perguntam como se promove a Inclusão, eu respondo: ? Tratando todos os alunos como pessoas normais e a escola pública como o local de aprendizagem onde os alunos com deficiência devem ter acesso a tudo o que teriam, caso não tivessem nascido assim. Basta deixar de olhá-los através dessa condição

Fonte: a Página da Educação www.apagina.pt
Autor desconhecido
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CARTILHA - ATENDIMENTO BANCÁRIO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA


Já é consenso entre diversas organizações no mundo todo que sociedades mais justas e igualitárias, com oportunidades para todos, são extremamente benéficas, tanto do ponto de vista social quanto econômico.

Uma empresa que contempla a diversidade entre seus colaboradores adquire, naturalmente, um diferencial competitivo, pois, diante de mercados cada vez mais globalizados, saber lidar com as diferenças é fundamental para o sucesso e a sustentabilidade do negócio.

Devemos, portanto, tratar da inclusão de pessoas com deficiência no sistema bancário de maneira responsável e consciente, enxergando esta questão não como uma obrigação legal, mas sim como uma oportunidade de crescimento para todos, seja na condição de companheiros de trabalho ou de clientes.

Diante disso, com o objetivo de facilitar, estimular e otimizar o convívio entre as pessoas com deficiência e a sociedade, a Febraban elaborou esta cartilha com informações sobre as pessoas com deficiência, que dá seqüência e amplia o conteúdo da cartilha “Clientes Especiais, Necessidades Especiais”. Aqui estão presentes dados significativos para uma melhor compreensão sobre pessoas com deficiência, já que somente a partir da quebra de paradigmas, mudanças de valores e de conceitos e a eliminação de barreiras atitudinais é que criaremos, realmente, uma sociedade inclusiva.

Cabe observar, finalmente, que mantivemos na cartilha atual as informações sobre relacionamento com pessoas idosas, por utilizarem assiduamente os serviços bancários e merecerem tratamento adequado e respeitoso.

Vale a pena conferir!

Por: Márcio Cypriano

Retirado da Cartilha Atendendo Bem Pessoas com Deficiência

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JOVEM COM PARALISIA CEREBRAL CONSEGUE AUTORIZAÇÃO PARA FAZER ENEM


13/11/2009 - 19h26
Fonte: Folha online

Um jovem de 17 anos que sofre de paralisia cerebral conseguiu autorização do Ministério da Educação para fazer o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) com a ajuda de um computador adaptado.

Guilherme Finotti, que, embora não teve suas capacidades cognitivas afetadas, não pode se movimentar com normalidade devido a uma lesão cerebral, conseguiu seu objetivo de poder fazer o Enem depois de mais de seis meses de insistência.

A mãe de Guilherme, Eunice Marili, explicou que a intenção do jovem é obter uma bolsa de estudos para se beneficiar do ProUni (Programa Universidade para Todos), para cursar informática em uma universidade particular.

"Sem o Enem, não teria possibilidade de fazer o curso. A mensalidade custa mais de R$ 1.000, quase o que ganha meu marido que é manobrista", disse a mãe.

Eunice relatou que sua luta para conseguir a autorização do uso de um equipamento adaptado começou em maio e que, embora tenha chegado a receber respostas negativas, não desistiu.

"Fui atrás da imprensa, consegui o contato de um deputado que tentou me ajudar, mas até então não tinha resposta oficial do Ministério", disse.

No entanto, na noite de quinta-feira uma ligação de Brasília confirmou a autorização para que o jovem use um equipamento adaptado a suas necessidades para fazer a prova.

"Em um primeiro momento, quando atendi o telefone, fiquei extasiada. Pensei: será verdade? Foi tanta luta que demorei para acreditar".
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

SANCIONADA LEI FEDERAL QUE BARATEIA PRODUTOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA


O deputado Otavio Leite trabalhou para incluir na Lei federal 12.058/09, publicada no Diário Oficial da União de 14/10, uma emenda reduzindo a zero a alíquota da Cofins cobrada na venda no Brasil de artigos e aparelhos de próteses, ortopédicos ou para fratura, além de almofadas antiescaras (Art.8, XIX, XX e XXI).

A outra vitória foi a aprovação também de alíquota zero de imposto na importação de artigos e aparelhos de próteses, ortopédicos ou para fratura, mais almofadas antiescaras (Art.28, XV, XVI e XVII).

O objetivo é reduzir de imediato o preço dos artigos para o consumidor nas lojas brasileiras, que normalmente já gasta muito com outras despesas médicas. Para Otavio Leite, a redução nos tributos representa uma melhora na qualidade de vida dos brasileiros que possuem algum tipo de deficiência.

"É um grande avanço que permitirá logo a milhares de pessoas em todo o país comprarem produtos mais baratos para o bem de suas vidas. Falo de um conjunto de brasileiros e brasileiras com algum tipo de deficiência física, auditiva, visual e/ou intelectual, que soma 15% da população. Essa conquista garante direitos fundamentais, como o ir e vir", explica Leite.

O parlamentar lembra que a proteção e integração social da pessoa com deficiência, prevista na Constituição Federal, é uma obrigação dos governantes.

Acesse a lei aqui: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12058.htm

Informações postadas por Renata em um comentário que achamos justo e importante colocarmos em uma postagem.
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domingo, 8 de novembro de 2009

UM DOS CLIPES DE MÚSICA MAIS LINDOS JÁ FEITO!


Garth Brooks - Standing Outside The Fire (Legendado)
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